Você já foi ao psicólogo?

Você já foi ao psicólogo?

6 de setembro de 2017

 

Quando você sente uma dor de dente vai ao dentista. E quando tem um problema no coração vai ao cardiologista, certo?

 

Mas, quando tem uma dor na alma, um desconforto emocional, um incômodo onde não se sabe bem o que é e nem mesmo o que está sentindo?

 

É neste momento que o psicólogo pode ajudá-lo a entender e resolver os conflitos afetivos e emocionais. Ao contrário do que a maioria pensa, ir ao psicólogo não é para louco, até porque “louco” é o indivíduo com perda total ou parcial do contato com a realidade e vive intensamente as fantasias produzidas em sua mentee acredita ser real. Já o paciente que vai ao psicólogo, vive e relata seus desconfortos e conflitos reais.

 

O trabalho do psicólogo fica ainda mais completo quando percebe o sofrimento do paciente com os sintomas e isso o limita a realizar suas atividades diárias. Nesses caso, há um trabalho conjunto com o psiquiatra e o uso de medicamentos para melhora dos sintomas, utilizados para trabalhar melhorar o comportamento. Quando o paciente percebe o restabelecimento de seus sintomas, consegue pensar de forma mais clara e perceber quais eram os indícios que tanto o afligiam.

 

Algumas pessoas não vão ao psicólogo por falta dessa informação, outros alegam falta de recurso financeiro e, somado a isso, nossa questão cultural, não estimula a busca de orientação para problemas psicológicos. Em países como a França, já está inserido na cultura ir ao psicólogo desde a infância. Não porque a criança tem algum “problema”, mas porque os pais entendem que o psicólogo é tão importante quanto o pediatra e, com isso, haja um conhecimento emocional do indivíduo desde pequeno e, consequentemente, tenha sua psique fortalecida para lidar de forma mais adequada possível com seus conflitos.

 

Com um modelo de melhoria e cuidado com os pacientes, o serviço de psicologia deve ser acessível, oferecendo tratamento, avaliações e atendimento de plantão psicológico para questões mais emergenciais nas quais, muitas vezes, as pessoas não têm clareza do que está acontecendo: se é algo físico ou qualquer outra situação.

 

Com base nisso, o atendimento de ordem física é encaminhado ao especialista responsável e o que for de ordem emocional, receberá atendimento de acordo com a necessidade, com um psicólogo

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Não espere o aparecimento de sintomas, crises ou desconfortos e conheça o modelo que aplico de “amar ao próximo como a ti mesmo”.

 

 

 

 

Eliana Gonçalves Tolardo
Psicóloga
CRP-SP: 62927

Posted in psicologia by Clinicafares | Tags:
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