alergologia - Clinica Fares

Alergias nos dias quentes

7 de dezembro de 2017

Dezembro está sendo um mês quente. Inclusive, a partir do dia 21, já é verão, uma agradável época do ano, bastante aguardada por todos. Período de férias, viagem, mas também de muita alergia. Nesta época acontece o consumo de alimentos fora de hábitos do indivíduo, há um maior contato com insetos e um calor excessivo que predispõe as dermatites alérgicas. O suor em maior quantidade facilita a absorção de produtos químicos em contato com a pele aumentando reações à bijuteria, perfumes e diversos produtos. As alergias a picada de insetos trazem grandes transtornos e podem ser evitados com vacinas. É importante neste período o uso de roupas leves, de preferência algodão e utilizar protetor solar indicado por um alergista. Na alergia alimentar uma boa orientação pelo médico especialista, levando em conta o histórico do paciente, sua pré-disposição e recomendação, para não haver surpresas que possam comprometer a viagem de férias. Na dúvida, consultar um alergista. Isabel Cristina Moreira Porto Alergista CRM 68004  

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5 de dezembro de 2017

Comer é algo natural. O ser humano precisa do alimento para sobreviver e isto pode ser bem agradável.  Saborear um bom prato é  prazeroso, no entanto, nem sempre a alimentação é tão simples quanto parece. Para cerca de 5% da população comer pode ser um verdadeiro desafio, por causa de um problema chamado “alergia alimentar”. É mais comum em crianças do que adultos, mas pode se manifestar em qualquer época da vida. Os alimentos que mais causam alergia são: leite de vaca, ovo, frutos do mar, amendoim e trigo.

Como diferenciar alergia de intolerância alimentar

Na alergia alimentar o organismo estimula o sistema imunológico de forma exagerada quando entra em contato com  determinada substância presente no alimento, produzindo, então, uma série de sintomas generalizados pelo corpo. Estes sintomas na maioria das vezes são imediatos, nas primeiras horas apos a ingestão do alimento causador. Já na intolerância alimentar, que é bem mais comum do que a alergia, o organismo tem dificuldade de digerir determinadas substâncias, causando sintomas específicos, principalmente no sistema gastrointestinal. A intolerância alimentar não costuma colocar a vida das pessoas em risco, já a alergia sim. Um ex

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15 de dezembro de 2016

Como diferenciar intolerância à lactose de alergia à proteína do leite de vaca?

A intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) são doenças diferentes, apesar de muito confundidas no dia a dia.

shutterstock_207795133As pessoas com intolerância à lactose não produzem quantidades suficientes de uma enzima (chamada lactase) capaz de digerir a lactose, que é o açúcar do leite.

Já a APLV (alergia à proteína do leite de vaca) é uma reação do sistema imunológico, que age de forma exagerada quando entra em contato com proteínas do leite (ex: caseína, alfalactoalbumina, betalactoglobina). Portanto, a expressão “alergia à lactose” não é adequada, pois alergia é uma reação às proteínas e a lactose não é proteína, é um tipo de açúcar.

A intolerância à lactose não é tão comum em bebês, acomete mais crianças maiores, adolescente e adultos, inclusive de forma temporária após episódios de diarréia prolongada.

Os sintomas são apenas intestinais, como diarréia, vômitos, distensão abdominal (barriga estufada) e ocorrem cerca de meia hora a duas horas após a inge

11 de abril de 2016
O outono chegou e o inverno se aproxima, apesar de ainda estarmos vivendo um clima quente, as doenças desta época já começam a aparecer e preocupar a população brasileira. Os problemas mais comuns no outono e no inverno são as doenças respiratórias. Entre as mais frequentes estão a gripe e o resfriado, que costumam ser confundidas. A gripe é causada somente pelo vírus influenza , enquanto os resfriados, por muitos outros, como o rinovírus.  Estamos vivendo uma fase de alerta na saúde em relação aos avanços de casos de gripe causada pelo vírus H1N1. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para preservar a saúde. Evitar a contaminação pelo vírus H1N1 é mais simples do que parece .
 h1n1Dicas:
1- Lave as mãos com freqüência; 2- Carregue um álcool gel com você; 3- Evite contato com olhos, boca e nariz sempre que encostar em locais públicos como maçanetas, corrimãos, apoios do metrô e dos ônibus; 4- evite o contato com pessoas que contraíram o v

20 de julho de 2015

A Dra. Ana Príscia, Alergologista e Imunologista da Clínica Fares da Vila Nova Cahoeirinha, alerta os paciente que possuem alergia ao leite de vaca: “Os pacientes e familiares de portadores de alergia ao leite de vaca, além da leitura de rótulo de todos os alimentos é essencial a leitura de rótulos de produtos cosméticos também. Muitos sabonetes, xampus e loções hidratantes contém proteínas do leite de vaca e podem causar reações alérgicas quando em contato com a pele”. Observe nas embalagens dos cosméticos se possuem além das “proteínas do leite” as “proteínas da soja”, “mel”, “germe de trigo” e os famosos corantes. Existem empresas que usam óleos recicláveis na composição de seus produtos, óleos esses usados em restaurantes, supermercados e outras empresas, com traços dos mais variados alérgenos (leite e derivados, soja, ovos, glúten).

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Posted in alergologia by Larissa Garcia
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