fonoaudiologia - Clinica Fares

Como produzimos nossa voz

28 de setembro de 2017

Você já parou para pensar o quanto usa sua voz durante o dia? Em casa, no trabalho,  trânsito, mercado, com os amigos, filhos e animais, no celular mandando áudio no WhatsApp e, às vezes, até sozinho.

A voz não gasta e nem tem data de validade, mas, se a usarmos de forma errada podemos ter sérios problemas e até perdê-la.

Você sabe como a voz é produzida?

Em nossa garganta, na laringe, paralelo ao chão, existe uma estrutura chamada prega vocal; é um músculo em formato de “V” recoberto por um fino tecido mucoso que fica em posição aberta quando respiramos e se fecha quando falamos.

Para ter uma ideia, a prega vocal de um homem, durante a fala, chega a

20 de setembro de 2017

Nos dias de hoje é comum às pessoas viverem com os fones nos ouvidos. No entanto, apesar de ser prazeroso, seu uso de forma inadequada pode gerar riscos. Isso porque o ouvido é composto por partes extremamente frágeis que estão sujeitas a sofrerem lesões irreversíveis. Profissionais orientam que a intensidade (volume) ouvida através dos fones seja de apenas ¼ da potência total do aparelho (um pouco menos do que a metade), pois além de o objeto ser feito para a individualidade, existem grandes chances de a pessoa lesar a audição, já que o som alto (intenso) entra como um “tsunami” nas estruturas e provoca perdas graves no sistema auditivo. Não é preciso deixar de usar o fone, mas é importante não ouvir o som muito alto e em grandes períodos de tempo, até porque a perda auditiva é irreversível e prejudica nosso aprendizado em geral. A chance de se conseguir uma boa qualificação diminui, pois algumas empresas levam em conta a capacidade auditiva do futuro funcionário. Caso haja queixas de problemas de audição é importante procurar um especialista o quanto antes. Miriam Gioni Rotta Fonoaudióloga CRFa 2-3490

4 de setembro de 2017

O bruxismo é uma condição muito mais comum do que imaginamos. Segundo a Organização Mundial de Saúde, aproximadamente 30% da população do mundo são acometidas, independente da idade. Essa patologia é caracterizada pelo hábito de ranger ou apertar muito os dentes várias vezes durante o dia ou noite sem que o indivíduo perceba, acontecendo de forma voluntária ou não. A doença atinge crianças, adultos e pode ter uma variedade de causas, sintomas e consequências. Diversos autores e médicos dividem o bruxismo como fisiológico e patológico. O bruxismo fisiológico acomete crianças de até seis anos de idade e, nesses casos, elas apresentam movimento de lateralidade da mandíbula, rangem os dentes como uma necessidade fisiológica de desgaste dos caninos para acomodá-los e prepará-los para a troca da dentição. Já o bruxismo patológico atinge tanto crianças quanto os adultos, causando o desgaste dental e, consequentemente, danificando os dentes e restaurações dentárias, além de deixar as gengivas feridas e causar dores nos músculos, rosto, mandíbula e cabeça. O bruxismo também causa cansaço diurno por conta das noites mal dormidas, zumbido ou dor no ouvido, sensação de ouvido tampado, diminuição e sensibilidade auditiva ou dificuldades no entendimento de alguns sons mais graves ou agud

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