fonoaudiologia - Clinica Fares

Desenvolvimento da linguagem: fala do bebê com 12 meses de vida

29 de março de 2018

A tão esperada festinha de um ano chegou! E com isso novas conquistas e habilidades são adquiridas pelo bebê. É a partir dos 12 meses que seu filho vai começar a se soltar para dar os primeiros passinhos sozinho, sem apoio e então começar a andar. Com esse idade, eles aprendem a comer sozinhos com a colher. Muitas vezes, erram o caminho da boca, derrubam a comida, mas faz parte do aprendizado. Uma criança de 1 ano já deve comer exatamente o que os pais comem, sem alteração na consistência, ou seja, não deve mais amassar, bater ou triturar o alimento. A habilidade motora fina está mais desenvolvida, gostam de atividades de encaixe, de fazer barulho com peças, de pôr e tirar objetos de um lugar para o outro, de arrremessar coisas e já conseguem ficar em atividades mais calmas por alguns minutos. O bebê já entende melhor a separação, então fica mais choroso ao se separar dos pais, e é um bom momento para trabalhar esse distanciamento, ensinando-o a se tornar mais independente. Com 12 meses a fala do bebê passa a ter intenção comunicativa, não tem mais caráter de experimentação, como nas fases anteriores. Começa a onomatopeias e é muito ativo em situações comunicativas, respondendo, com balbucios, em situações de conversação. No decorrer dos 12 aos 18 meses aco

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28 de março de 2018

Todo papai e mamãe espera ansioso  pelos primeiros passinhos e pelas primeiras gracinhas do bebê. É com 9/10 meses que o bebê começa a aprender essas novas habilidades. Nesta fase, o bebê já é capaz de engatinhar e, muitas vezes, de se levantar, ficar em pé com apoio, dar os primeiros passinhos segurando em algo, subir escadas engatinhando e consegue sentar e levantar sem ajuda. O bebê já sabe pôr e tirar objetos de dentro de uma caixa, gosta de dar e pegar as coisas, sabe empilhar, derrubar e  jogar bola. Os sons produzidos pela criança nessa faixa de desenvolvimento são aqueles baseados no idioma falado em casa. Ela já é capaz de apontar para aquilo que deseja e combina os gestos com som. Consegue emitir sons feitos por outras pessoas e imita gestos com “tchau”, “mandar beijo”, “piscar o olho” e entende o não, apesar de, muitas vezes, não obedecer. Lembre-se, essas informações são parâmetros de normalidade padronizado por estudos, mas um desvio muito grande desse padrão necessita de uma avaliação. Caso seu filho seja prematuro, é esperado um atraso nesse padrão, levamos sempre em conta a idade corrigida! Gostou desse texto? Quer saber mais? Então continue nos

23 de março de 2018

O tempo passou, seu bebezinho está crescendo, está com 6 (seis) meses, agora ele já sabe sentar, já conhece os suquinhos, as frutinhas, as papinhas, já segura os objetos que quer e quando quer, já passa os objetos de uma mão para a outra e já derruba os objetos com intenção. Nessa fase o bebê já entende a inflexão e tons de voz e é capaz de rir ou chorar dependendo da forma como falamos com ele. Quanto à fala, nessa fase há um rápido aumento nas combinações de vogais e consoantes, brincando com os sons que já é capaz de produzir. Até então, o que era uma vocalização vira  balbucio e passa a ter repetição de sílabas, e de sílabas diferenciadas, como “mamapá”. O balbucio é muito importante, pois é o início do desenvolvimento de linguagem oral do bebê. Nessa fase, eles experimentam todos os sons e imitam sons que nós fazemos, por isso brincadeira que exploram sons nessa fase são muito importantes. Com seis meses a criança se interessa muito por cores e texturas, então durante a brincadeira, ofereça muitos objetos os quais ele possa tocar, sentir e seguir com os olhos, colocar na boca e interagir, sempre usando a fala como apoio. Livros com muitas cores e desenhos grandes também são bem vindos nessa fase. Lembre-se, essas informações são parâmetros de normalidade padro

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21 de março de 2018

Depois de toda a gestação e parto, chegou o momento de curtir o bebê. Além de todos os medos e inseguranças normais dessa fase, os pais pensam: será que meu bebê, tão pequenino, já é capaz de estabelecer alguma forma de comunicação comigo? A resposta é sim. Desde o nascimento, o bebê se comunica, principalmente com os pais, que são as pessoas mais próximas. De acordo com estudos, do nascimento até o primeiro mês de vida, os recém-nascidos são capazes de se comunicarem através do choro, mas nessa fase ainda o choro é igual para tudo, sendo ainda uma resposta biológica a dor e a fome. O bebê é capaz de reagir a sons fortes se assustando, à luz e a voz de seus pais, se acalmando quando escuta a voz da mãe. Nessa fase o bebê já produz vocalizações, mas ainda sem intenção comunicativa e de uma maneira esporádica. O bebê também tem a habilidade de imitar expressões faciais de seus pais e de fazer contato visual quando o rosto dos pais está dentro de seu campo de visão, entre 20/30 cm. Portanto, durante a amamentação (seja ela natural – em seio materno – ou artificial – na mamadeira) o recém-nascido já é capaz de manter contato visual com a mãe, olhando nos olhos dela. Já por volta dos 2/3 meses, o <

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19 de março de 2018

Como a linguagem se desenvolve? O que podemos perceber desde o nascimento sobre a linguagem dos nossos pequenos? Ao nascer, eles já são capazes de se comunicar? Quando devo me preocupar se o comportamento linguístico está fora ou não do esperado para a idade? Estas e algumas outras dúvidas são normais ao nos depararmos com um bebê. O comportamento linguístico varia e não existe fórmula mágica para fazermos nossos pequeninos falarem. Porém, alguns estudos conseguem traçar os comportamentos padrões para cada faixa de desenvolvimento, mas veja só, são parâmetros, não necessariamente seu filho tem que estar exatamente igual, mas uma variação muito grande é preocupante. Nessa série de texto irie abordar o desenvolvimento dos pequenos em cada faixa de desenvolvimento e como podemos melhor estimulá-los. Vale lembrar que estar perto, presente e oferecer brinquedos, muitas vezes, não favorece o desenvolvimento. Temos que estar presente de corpo e alma para nossos filhos, interagir, ouvi-los, nos fazer presente e nos conectar com eles. Procure seu fonoaudiólogo de confiança para uma avaliação com sua criança!

13 de março de 2018

A reabilitação fonoaudiologia ganhou um novo instrumento terapêutico, a eletroestimulação neuromuscular (EENM), sendo que os mais renomados pesquisadores têm estudado a indicação e os resultados desta abordagem. A EENM é uma grande aliada ao tratamento de disfagia orofaríngea, voz e motricidade orofacial, demonstrando benefícios para pacientes com sequela de doenças com Acidente Vascular Encefálico (AVE), Alzheimer, Parkinson, paralisia facial, entre muitos outros. É amplamente utilizada também em pacientes que sofrem com quadros de xerostomia, ronco e apneia, alterações vocais de diversas naturezas, tensões e dores, tais como bruxismo, trismo e até em tratamentos de estética facial. Hoje, a EENM está sendo usada como aliada à prática fonoaudiologia, associada aos exercícios tradicionais, com a finalidade de melhorar a musculatura orofacial e as suas funções env

16 de fevereiro de 2018

Tontura é o termo utilizado para definir sintomas do desequilíbrio, sendo que 85% dos casos de tontura estão relacionados a alterações no sistema vestibular. A tontura desencadeia uma série de consequências psicossociais, piorando a qualidade de vida de quem sofre com esse sintoma. A avaliação da causa é fundamental para que se possam definir as formas de tratamento. Seu médico poderá solicitar exames para avaliar a audição e o equilíbrio. Um desses exames é o exame otoneurológico.

Exame Otoneurológico

Este exame, avalia a função auditiva e vestibular por vectonistagmografia computadorizada, sendo de fundamental importância para diagnosticar doenças do labirinto.

Principais indicações

É indicado para pessoas com queixas de:

  • Tontura
  • Vertigem
  • Náuseas
  • Desequilíbrio
  • Perda auditiva neurossensorial
  • Zumbido
  • Cefaleia
  • Cinetoses
  • Enxaqueca
  • Quando há suspeita de problemas no labirinto

Realização

Inicialmente, realiza-se a avaliação audiológica (audiometria tonal, vocal e impedanciometria) e posteriormente a avaliação do sistema vestibu

15 de dezembro de 2017

A alimentação é um momento muito especial do nosso dia. É muito gostoso sentar com nossa família, amigos, pessoas querias e comermos coisas gostosas, conversar e socializar. Tanto que comida está envolvida em vários eventos sociais, é mais do que simplesmente nutrir nosso corpo, carrega emoções, sentimentos e prazeres. Porém você já imaginou que se por algum motivo não pudéssemos mais comer? Tivéssemos que nos alimentar por sondas, gastrostomias ou se fossemos privados de comer ou beber aquilo que gostamos? Pois é, isso pode acontecer com mais frequência do que você imagina. Você já ouviu falar de DISFAGIA? A disfagia não é uma doença, mas sim um sintoma de que algo não está indo muito bem em relação ao corpo e afeta o padrão de deglutição (capacidade de engolir), levando a pessoa em risco de morte, em alguns casos. A disfagia pode acometer pessoas de qualquer idade, desde recém-nascidos até idosos, e as causas podem variar desde prematuridade até doenças neurológicas, como AVC, Alzheimer, Parkinson, ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e alterações estruturais em região de cabeça e pescoço (como câncer de cabeça e pescoço, mutilações e/ou ferimentos por armas, entre outros). A disfagia pode gerar uma sensação de alimento parado na garganta, coceira, falta de ar ao engolir

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8 de novembro de 2017

Grande parte das perdas auditivas acontece gradualmente ao longo dos anos, por isso podem passar despercebidas. E como descobrir se você tem perda auditiva? Lendo as perguntas a seguir, você pode ter uma resposta:

  • Às vezes você não percebe sons que os outros ouvem, como os pássaros cantando?
  • Tem impressão de que as pessoas estão com a voz abafada ou murmurando?
  • Tem zumbido nas orelhas?
  • Gosta do volume da TV mais “alto” do que outras pessoas com quem você vive?
  • Pede para repetirem o conteúdo sobre uma reunião que você acabou de participar?
  • Quando está no telefone tem dificuldades para ouvir?
  • Tem complicações para acompanhar uma conversa em uma sala com várias pessoas?
  • Você teve/tem grande exposição a ruídos no trabalho?
  • Às vezes não ouve o celular tocando?
  • Pede para as pessoas repetirem o que falam?
  • Acha mais fácil entender vozes masculinas do que as femininas?

Das perguntas acima, se você respondeu pelo menos três, talvez tenha algum tipo de perda auditiva. Para ter certeza, procure um médico otorrinolaringologista que é responsável por cuidar de qualquer tipo de deficiência auditiva e seus tratamentos, que podem ser medicamentoso, cirúrgico ou com uso de apare

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28 de setembro de 2017

Você já parou para pensar o quanto usa sua voz durante o dia? Em casa, no trabalho,  trânsito, mercado, com os amigos, filhos e animais, no celular mandando áudio no WhatsApp e, às vezes, até sozinho.

A voz não gasta e nem tem data de validade, mas, se a usarmos de forma errada podemos ter sérios problemas e até perdê-la.

Você sabe como a voz é produzida?

Em nossa garganta, na laringe, paralelo ao chão, existe uma estrutura chamada prega vocal; é um músculo em formato de “V” recoberto por um fino tecido mucoso que fica em posição aberta quando respiramos e se fecha quando falamos.

Para ter uma ideia, a prega vocal de um homem, durante a fala, chega a

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