ginecologia - Clinica Fares

Você já ouviu falar sobre o exame Estudo Urodinâmico?

4 de janeiro de 2018

O que é o Estudo Urodinâmico?

É um exame que possibilita identificar problemas relacionados à micção, como: retenção urinária (dificuldade de urinar), incontinência urinária (perda de urina), urgência miccional (ao sentir vontade de urinar e não aguentar chegar até o banheiro), além de ser um exame pré-operatório para correções de distopia genitais (queda do útero, a famosa “bexiga arriada”ou “bexiga baixa”), pois pode identificar incontinência urinária oculta, que é a perda de urina que iria aparecer após a cirurgia e poderia ser identificado com a urodinâmica, para ser corrigido o problema no mesmo ato cirúrgico.

Qual médico realiza o exame?

Normalmente, Urologistas e Uroginecologistas.

Como é realizado?

É necessário introdução de duas pequenas sondas na uretra (canal por onde sai a urina). Por uma das sondas é introduzido soro fisiológico para encher a bexiga, enquanto a segunda sonda analisa no computador o comportamento da bexiga durante o enchimento e esvaziamento. Além disso, é realizado a introduçã

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18 de dezembro de 2017

O que são?

Náuseas e vômitos são tão frequentes no início da gravidez que muitas vezes são utilizados como símbolos que expressam a gestação. Ocorrem principalmente no primeiro trimestre, sendo prevalente em mais de três quartos de todas as gestantes, o que significa aproximadamente 3 milhões de brasileiras anualmente. Em cerca de um terço das vezes, o quadro clínico é tão intenso que chega a afetar o trabalho e a vida social da gestante. Normalmente, o também chamado “mal-estar matinal”, caracterizado por náuseas, vômitos, indisposição matinal e sialorréia (salivação), começa entre a primeira e a segunda semana de atraso menstrual e pode durar até o fim do terceiro mês de gravidez. No entanto, cerca de 20% das mulheres sentem náuseas e vômitos por um longo período de tempo e 2% desse grupo sofrem até o final da gravidez.

O que é hiperêmese gravídica?

Um número pequeno, que varia de 0,3 a 3% de todas as mulheres grávidas, experimenta uma forma mais grave da doença, que é a hiperêmese gravídica (HG), também conhecida como “vômitos perniciosos da gravidez”. A HG é caracterizada por náuseas e vômitos prolongados e frequentes, que ocasionam desidratação, distúrbio eletrolítico (perda de sais minerais) e diminuição de peso. A gestante não percebe melhora no quadro nem mesmo com uso de medi

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4 de dezembro de 2017

A candidíase é causada por um fungo chamado Cândida, provocando infecções vaginais que são bem comuns na gravidez. Os sintomas mais recorrentes são uma secreção vaginal densa, branca e grumosa; coceira, ardor ou vermelhidão na região da vagina e do ânus; dor nas relações sexuais e ardência ao urinar. Não use nenhum medicamento no local sem antes ter falado com o ginecologista/obstetra. Se a candidíase for identificada durante a gravidez, seu médico receitará algum tratamento adequado para seu estágio de gravidez, o que amenizará a coceira e a irritação na área. A infecção por cândida na mãe não prejudica o bebê, mas precisa ser tratada para evitar complicações. A infecção por cândida em recém-nascidos provoca feridinhas brancas na cavidade oral do bebê (o chamado sapinho), e o problema pode, por sua vez, ser transmitido para os seios da mãe. Para prevenir, costumo indicar o uso de calcinhas de algodão ao invés das de tecido sintético, evitando-se roupas íntimas apertadas, leggins e jeans skinny com frequência. Não faça prática de duchas vaginais e desodorantes íntimos. E claro, para qualquer circunstância, converse sempre com seu médico!

30 de outubro de 2017

Incontinência urinária é toda perda de urina, que pode acontecer em qualquer idade ou sexo; isso mesmo, qualquer idade, pois existem várias causas para essa patologia. No Brasil, a estimativa é de que 10 milhões de pessoas apresentam essa condição, porém, infelizmente, muitos pacientes tem vergonha de falar desse assunto para amigos, familiares e até para os médicos, consequentemente, convivem com o problema em silêncio e em casos graves, até isolamento social e domiciliar, pois a incontinência urinária traz prejuízo na qualidade de vida em vários aspecto. Quais são os principais tipos de incontinência?

  • Incontinência urinária de esforço: perda de urina ao espirrar, tossir, pegar peso, fazer exercícios ou qualquer esforço.
  • Incontinência por urgência: vontade súbita de urinar, que pode ou não haver vazamento de urina antes de chegar ao banheiro.
  • Incontinência urinária mista: associação de mais de um tipo de incontinência.
  • Incontinência por transbordamento: Perda de urina por gotejamento ou vazamento por permanecer com a bexiga muito cheia.
  • Incontinência funcional: perda urinária por incapacidade física ou intelectual de se deslocar até o banheiro.

Há um conceito popular de que quem tem incontinência, t

5 de outubro de 2017

A doença começa quando uma célula, na grande maioria das vezes, nos ductos mamários ou das glândulas mamárias, que são os “tubos” que carregam o leite até o mamilo e as glândulas que as fabricam, passa a ter um crescimento fora de controle. Essas células passam também a ter um comportamento invasivo e agressivo. É muito mais frequente nas mulheres, mas também pode ocorrer nos homens.  Nós sabemos que existe um conjunto de fatores que envolvem uma combinação do próprio organismo da pessoa e o estilo de vida. Ingestão de álcool, sobrepeso, sedentarismo, nuliparidade (mulher que não teve gestação), não a amamentação, uso de contraceptivos orais e a terapia hormonal após a menopausa, são alguns dos fatores de risco que, hoje, a ciência definiu como certos. Muitos destes fatores de risco são possíveis mudando o estilo de vida. Existem outros que dependem  do próprio organismo, como algumas mutações genéticas, histórico na família de câncer, entre outros.

Idade de maior risco

Existe uma relação direta entre idade e desenvolvimento do câncer de mama. Quanto maior a idade, mais o risco. Sabemos que boa parte dos casos são diagnosticados em mulheres com mais de 55 anos. Por causa disso, a partir dos 40 anos, a mulher já deve ter a opção de iniciar o rastreio. Se você tem 45 ano

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4 de outubro de 2017

A visita ao especialista é fundamental para todas as mulheres; na prevenção de doenças, controle de natalidade e tratamento das “surpresas” que a população feminina com vida sexual ativa ou não pode ser submetida. A periodicidade das consultas, bem como dos exames, devem ser individualizadas de acordo com cada caso e respectiva idade:

Pré-Adolescentes ou adolescentes

A puberdade nas meninas pode iniciar entre os oito e os 14 anos; é uma fase de intensas mudanças físicas e psicológicas. As consultas nessa idade servem para aconselhamento quanto às mudanças que ocorrerão no corpo, orientações em relação à higiene íntima, tratamento/controle de alguns sinais e sintomas que se iniciam com as alterações hormonais intensas, como acne, cólica, irregularidade menstrual, irritabilidade, transpiração excessiva e odor corporal. São recomendadas consultas anuais com ênfase em acompanhamento do desenvolvimento.

Adultas

A idade adulta começa com 18 e termina aos 60 anos. Pode ser subdividida entre adultas jovens (18-21 anos), adultas (21-45 anos) e meia idade (45-60 anos). É a fase da vida que boa parte das mulheres tem relação sexual e os cuidados mudam. Corrimentos, contracepção, alterações menstruais, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez e início dos sintomas da menopausa são as princip

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15 de setembro de 2017

O termo médico para a conhecida “bexiga caída, bexiga baixa, bola na vagina, útero arriado ou útero baixo” é distopia ou prolapso genital, que é a queda pelo canal vaginal de qualquer órgão pélvico, como bexiga, uretra, útero, intestino e/ou reto. Mas por que isso acontece? Isto ocorre após um enfraquecimento dos músculos e ligamentos que formam o assoalho (ou pavimento) pélvico. Esse assoalho é responsável por sustentar os órgãos dentro da pelve, porém, quando há uma fragilidade, os órgãos se insinuam (“caem”) pelo canal vaginal, aparecendo às famosas “bola na vagina”. Essa fragilidade pode acontecer dependendo da idade da paciente, do número de partos vaginais, tamanho e peso do recém-nascido, número de gravidez, história de obesidade, menopausa, cirurgias vaginais prévias e desordens do colágeno (que tem forte ligação com a genética da paciente) Atenção! É muito importante não confundir com a incontinência urinária (perda de urina), pois são duas doenças distintas, com tratamentos diferentes e que podem ou não estar associadas. Existem distopias sem perda de urina e perdas de urina sem distopias!

Qual é o tratamento

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14 de agosto de 2017

O mioma uterino é um tumor benigno que se desenvolve dentro do útero e sua origem ainda é desconhecida, apesar de existirem inúmeras teorias sobre esse tema. Sabe-se que o estrogênio e a progesterona influenciam o seu desenvolvimento, fato comprovado com a chegada da menopausa, onde com a queda natural desses hormônios, tais tumores diminuem de tamanho ou mesmo desaparecem. Os fatores que influenciam a mulher a ter miomas estão relacionados com a idade fértil, histórico familiar, origem étnica e obesidade. OS PRINCIPAIS SINTOMAS Apesar de acometerem até 65% das mulheres, a maioria não apresenta sintoma. Nos demais casos, as principais alterações geradas por tal tumor podem ser:

  • menstruação aumentada em fluxo e quantidade de dias chegando a levar à anemia;
  • cólicas menstruais fora do período menstrual;
  • sangramento irregulares fora do período menstrual;
  • dores pélvicas, lombares e abdominais;
  • dores na relação sexual
  • distúrbios urinários como micção mais frequente, cistite, infecção dos rins.

DIAGNÓSTICO Pode ser detectado no exame de toque ginecológico de rotina, pelo aumento do volume uterino, sendo que a ultrassonografia endovaginal o exame adequado para realizar tal diagnóstico, revelando

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25 de julho de 2017

O ferro desempenha um papel muito importante: é o responsável pelo transporte do oxigênio para as células e também contribui para a formação normal dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina, que ajudam a levar o oxigênio necessário às células do  bebê. Uma deficiência em ferro provoca cansaço, anemia, diminuição da atividade intelectual e maior suscetibilidade a infeções. Mulheres que ingerem quantidades adequadas de ferro ao longo da gravidez têm um risco menor de dar à luz a bebês com baixo peso ou prematuros, além de apresentarem taxas menores de mortalidade por hemorragia pós parto. Muitas mulheres começam a gestação já com níveis baixos de ferro no organismo e acabam não conseguindo elevar essa quantidade para suprir as necessidades do corpo somente com a comida. Diante disso, a partir dos três meses de gravidez, é recomendando a suplementação de entre 30 mg a 60 mg de ferro por dia. A menos que se tenha ou venha a ter anemia, essa quantia é geralmente suficiente. O problema dos suplementos de ferro é que eles podem irritar seu trato intestinal, provocando prisão de ventre, um sintoma comum em gestantes. Outros efeitos colaterais são náuseas e, em alguns casos, mas raramente, a  diarreia. Se você sentir esses incômodos, converse com seu médico ginecologista para dis

26 de dezembro de 2016

A colonoscopia é um exame endoscópico realizado através do canal anal utilizando um aparelho flexível com uma câmera em sua extremidade e que nos

permite avaliar a mucosa do Intestino Grosso (Cólons) e a porção final do Intestino delgado (Íleo terminal). É um exame indolor, realizado sob sedação

venosa e sempre preservando a intimidade do paciente.

O exame é extremamente importante para a definição diagnostica de algumas doenças intestinais, tais como: Divertículos, Colites, Pólipos, Sangramentos,

Tumores, etc. Entre as principais queixas que sinalizam para a realização do exame destacamos: Dores abdominais, alteração da frequência ou consistência

das fezes, presença de muco ou sangue nas fezes, suspeita de tumores ou pólipos intestinais.

Segundo protocolos internacionais toda a população do nosso meio, independente de ter sintomas, deve realizar esse exame após os 50 anos, devido

a nossa elevada incidência de câncer colorretal.

colonoscopiaDepois desse exame precisarei ficar repetindo ele com frequência? Não, normalmente não. Mas isso dependerá das alterações encontradas

nesse prim

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