pediatria - Clinica Fares

O que devo fazer se meu bebê está com cólica?

20 de junho de 2018

Quando o choro do bebê não desaparece após as outras causas serem descartada pode ser cólica do lactente. Isto é, se a criança para de chorar após receber alimentos ou trocar as fraldas é sinal de que não era cólica a causa de sua reação. Não se conhece com a exatidão as causas da cólica. Acredita-se que estejam envolvidos na sua geração fatores ligados ao ambiente, incluindo o status biopsicossocial da família. Também podem influenciar seu aparecimento a imaturidade do sistema nervoso central, intolerância à lactose, anormalidades em hormônios gastrintestinais, alteração da motilidade e na colonização do intestino.

A criança pode usar algum medicamento ?

Considerando-se que a colonização do tubo digestivo é diferente nas crianças com cólica, vem sendo investigado o papel dos probióticos no seu tratamento. Até o presente, foi demonstrado que apenas um tipo específico de probiótico (não todos) pode reduzir a duração diária do choro e acelerar a resolução da cólica do lactente. Os demais medicamentos como: remédio para gases e dor não tem eficácia conhecida.

O que pode ser feito ?

  • Pegar o bebê no colo (pode

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18 de junho de 2018

O câncer surge a partir da proliferação celular descontrolada de uma única célula. Alguns fatores já são conhecidos como causa desta doença durante a vida adulta e tudo começa na infância. Esses fatores são chamados de fatores de risco carcinogênicos e evitá-los representa a base da prevenção. Nos Estados Unidos da América (EUA) em 2014, foi estimado que 42% dos cânceres em adultos com 30 anos ou mais, foram atribuíveis a fatores de risco potencialmente modificáveis, muitas vezes, durante a infância. Primeiramente o mais importante é levar a criança sempre ao pediatra , este especialista é o profissional adequado para identificar e orientar sobre os fatores de risco .

Como proteger o seu filho

  • Não expor a criança e o adolescente a fumaça do tabaco e prevenir o tabagismo em adolescentes;
  • Prevenir e agir na obesidade infantil. A obesidade na criança parece estar associada ao aumento do risco para vários tipos de câncer na idade adulta (esôfago, tireoide, vesícula, mama, cólon, renal);
  • Dieta: as escolhas alimentares são muito importantes, considerando que alguns alimentos podem ajudar a proteger o corpo contra a doença, outros podem aumentar o risco de desenvol

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14 de junho de 2018

A constipação intestinal compreende evacuações em frequência menor do que três vezes por semana, percebendo-se o aumento da consistência das fezes, que tornam-se ressecadas e duras. Há casos em que a criança evacua diariamente de forma incompleta, fezes muito ressecadas, em cíbalos (“bolinhas duras” como fezes de cabrito), com muito esforço e dor, que são igualmente classificados como constipação intestinal. Algumas crianças permanecem muitos dias sem evacuar e eliminam fezes extremamente volumosas e calibrosas denominadas fecalomas, que, por vezes, determinam entupimento do vaso sanitário. A insegurança, desconforto e dor para completar o ato evacuatório geram em muitas crianças um comportamento denominado como retentivo. Elas se recusam a sentar no vaso sanitário ou pinico e acabam por expelir as fezes em lugares diferentes, como atrás de cortinas ou portas. As fezes muito duras podem, por vezes, machucar o ânus e determinar fissuras, com consequente dor e sangramento. O tratamento, muitas vezes, será associado com medicação laxativa aliada a dieta, com maior teor de fibras, o que inclui frutas, grãos, leguminosas, hortaliças e cereais. Alguns farelos como de trigo ou aveia podem ser adicionados como auxiliares. Para cri

6 de junho de 2018

Uma pequena picadinha no calcanhar do seu bebê detecta precocemente diversas doenças que podem prejudicar o seu desenvolvimento. O teste é obrigatório e deve ser realizado após as primeiras 48h de vida.

Como o teste do pezinho é realizado?

O teste é realizado no pezinho, mais especificamente no calcanhar, através de uma picadinha onde é colhido uma amostra de sangue do recém-nascido.

Por que no calcanhar? Porque é uma região com grande fluxo de sangue, com muitos vasos sanguíneos, o que facilita a retirada do sangue.

Normalmente, o resultado do teste pode ficar pronto em até 30 dias, mas tudo depend

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9 de maio de 2018

Funchicória é uma mistura em pó que tem na sua fórmula folhas de chicórea (uma erva), raiz de ruibarbo e flores de funcho. Tem também a sacarina (adoçante artificial), que causa o sabor adocicado ao remédio. Não existe nenhum estudo científico que comprove a eficácia da funchicórea contra as cólicas, mas funciona como um “remédio psicológico aos pais”; a família oferece o remédio para a criança com cólica e fica tranquila, pois há a sensação de que algo já tinha sido feito. O sabor adocicado tira a atenção do bebê da dor para o gosto prazeroso do doce e assim o bebê se acalmava momentaneamente. A funchicória se apresenta em pó fitoterápico, que deve ser dissolvido em água e o bebê sugar a chupeta mergulhada nessa água: Crianças com idade até 1 mês – 1 medida de 4/4 horas.  De 1 mês a 2 meses – 1 medida de 3/3 horas.  De 2 meses a 6 meses – 2 medidas de 4/4 horas.  A medida de referência é a própria tampa do frasco. O conteúdo da medida da tampa deverá ser adicionado em 40 ml de água filtrada e administrado através de uma mamadeira ou embebida na chupeta. Apesar de poder ser tomado sem prescrição médica, é sempre bom ouvir a orientação do médico

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17 de abril de 2018

Quem está prestes a ter o segundo filho ou tem esse planejamento, sempre pensa no mais velho e como será a reação. Por isso, é preciso entender que o ciúmes é inevitável e faz parte do processo de aceitação, ou seja, é um sentimento normal (e esperado) sendo necessária paciência, amor e carinho para lidar com a reação do recém promovido: irmão mais velho. E cada família vai encontrar sua maneira, no entanto, algumas dicas podem contribuir nessa fase:

  • Converse bastante sobre a rotina do bebê e da importância da colaboração do irmão mais velho;
  • Deixe ajudar na decoração do quarto, escolha do nome etc;
  • Não vincule o irmão mais novo à alguém para brincar, pois não é isso que acontecerá no começo;
  • Mantenha a rotina da criança o máximo possível;
  • Reforce a relação com os demais membros da família, pois a mamãe precisará de ajuda e é importante que a criança já se sinta acolhida com outras figuras.
  • Prepare-o para o recebimento de visitas (poucas, tá?) com presentes para o irmão e, se possível, mostre aqueles que recebeu quando nasceu;
  • Faça uma “troca de presentes” entre os irmãos: escolha algo que sabe que ele deseja e diga que o irmã

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10 de abril de 2018

Para quem achava que adolescência estava longe, um belo engano. Ela aparece, de maneira um pouco diferente, entre 1 ano e meio, e 3 anos.

E sua principal causa?

O desenvolvimento normal. É nesse momento que a criança percebe-se como indivíduo, com desejos e opiniões próprias. Quer tomar suas decisões, mas tem dificuldade, pois muitas vezes, não se faz compreendido ou a verbalização é diferente do pensamento (ainda tem pouco vocabulário e memórias).

Como acontece?

A criança passa a ter comportamento opositivo às solicitações dos pais, como se fosse desafiador contrariar. Berra e esperneia diante de qualquer contrariedade, fala não para tudo resistindo à qualquer orientação. Há crianças que demonstram essas características mais intensamente que outras. Quando essas situações acontecem, o ideal é sempre disciplinar a criança após a birra, conversando, nunca usando força física para não haver associação negativa. Mas, e se a criança usar força (bater) quando estiver descontente? Cabe ao adulto contê-la, abaixar em sua altura dizendo entender a braveza, porém reprovando a atitude, fazendo assim uma desconexão entre frustração e agressividade. Por vezes, a criança usa a autoagressão como tentativa de comoç

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3 de abril de 2018

O crescimento/desenvolvimento das crianças é notório. Basta ficarmos um mês sem ver um sobrinho para soltar a fatídica frase “nossa! Como ele cresceu!” Mas vale lembrar que esse crescimento NÃO é linear, havendo momentos em que há uma aceleração de marcos do desenvolvimento (rolar, sentar, engatinhar). É comum nesses momentos, designados de saltos, que podem durar dias à semanas, que o bebê fique mais irritado, mais choroso, com alteração de sono e apetite. Isso acontece, pois eles também estranham suas novas habilidades, o que causa insegurança sobre o que são capazes de fazer. Dessa forma, eles buscam apegar-se em quem confiam, principalmente mães e avós. O ponto crítico desses momentos de salto é a AMAMENTAÇÃO. A criança precisa de mais energia, pois o gasto é maior, então buscam alimentar-se em intervalos menores que os habituais. Dessa forma, muitas mães se perguntam se o seu leite está sendo insuficiente. A resposta é NÃO! Seu bebê apenas está gastando mais e por isso precisa ganhar ainda mais energia. Outro fator que chama a atenção é que aquele bebê que dormia a noite toda, pode passar a ter o sono mais agitado devido à esse excesso de energia. Mas acalmem-se, esses momentos são limita

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29 de março de 2018

A tão esperada festinha de um ano chegou! E com isso novas conquistas e habilidades são adquiridas pelo bebê. É a partir dos 12 meses que seu filho vai começar a se soltar para dar os primeiros passinhos sozinho, sem apoio e então começar a andar. Com esse idade, eles aprendem a comer sozinhos com a colher. Muitas vezes, erram o caminho da boca, derrubam a comida, mas faz parte do aprendizado. Uma criança de 1 ano já deve comer exatamente o que os pais comem, sem alteração na consistência, ou seja, não deve mais amassar, bater ou triturar o alimento. A habilidade motora fina está mais desenvolvida, gostam de atividades de encaixe, de fazer barulho com peças, de pôr e tirar objetos de um lugar para o outro, de arrremessar coisas e já conseguem ficar em atividades mais calmas por alguns minutos. O bebê já entende melhor a separação, então fica mais choroso ao se separar dos pais, e é um bom momento para trabalhar esse distanciamento, ensinando-o a se tornar mais independente. Com 12 meses a fala do bebê passa a ter intenção comunicativa, não tem mais caráter de experimentação, como nas fases anteriores. Começa a onomatopeias e é muito ativo em situações comunicativas, respondendo, com balbucios, em situações de conversação. No decorrer dos 12 aos 18 meses aco

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27 de março de 2018

É a avaliação da gestante pelo médico pediatra, a partir das 32 semanas de gestação (orientação da SBP desde 2014). Esta avaliação é um direito, seja via o SUS – Sistema Único de Saúde, seja via reembolso de convênio. Nesta consulta, o pediatra avalia exames gestacionais, conversa com os pais a respeito da expectativa com a chegada do bebê, o planejamento dos primeiros dias. Neste momento, também, discute-se sobre os fatores emocionais com o nascimento e, fundamentalmente, fala-se sobre as dúvidas trazidas pelos pais. Normalmente, os temas mais abordados são: situações do parto para a mãe e o recém-nascido, amamentação, higiene, sono, informações de internet, “palpites” de amigos/familiares. Muitas vezes, esquecemos durante a gestação, de discutir esses temas corriqueiros, enfrentando algumas dificuldades quando sua criança está nos seus braços, apresentando inúmeras dúvidas e não sabendo a quem recorrer para um melhor direcionamento. A importância dessa consulta é já conhecer o pediatra antes do nascimento, para que a família se identifique com o profissional, crie vínculo, saiba em quem confiar desde os primeiros momentos do bebê. Além disso, caso haja qualquer intercorrência na maternidade, os pais

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