pediatria - Clinica Fares

Caxumba: você sabe como se contrai?

13 de setembro de 2018

Inchaço e dores no rosto, indicam a doença causada por um vírus chamado Paramyxovírus, situada nas glândulas salivares, a caxumba – também é conhecida como papeira ou parotidite. Geralmente, o vírus da caxumba atinge crianças, mas pode afetar os adultos. Contudo, para evitá-la, existe a vacina contra a doença que é dada aos 12 e 15 meses de vida, inclusive é gratuita em UBS (Unidade Básica de Saúde).

Quanto tempo dura?

A princípio, a caxumba não apresenta sintomas, tanto que o intervalo entre a infecção e o surgimento dos primeiros sintomas, duram em torno de duas ou três semanas. Por ser uma doença que tem começo, meio e fim, sua a evolução e o tempo de duração variam de acordo com cada organismo.

Como acontece a contaminação?

Por ser uma doença viral, a caxumba é bem mais frequente no inverno, pois as pessoas ficam em lugares fechados para se mantiver longe do frio, com menos circulação de ar. Com isso, gera mais chances da transmissão do vírus da caxumba. Inclusive, quando a pessoa está contaminada, ela pode transmitir o vírus para outros por meio da saliva ao falar, espirrar ou

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4 de setembro de 2018

A fibrose cística é uma doença hereditária conhecida como mucoviscidose que provoca produção de secreções espessas nos pulmões e trato digestivo, atingindo, principalmente crianças. Acontece que a fibrose cística afeta o desempenho de algumas glândulas do corpo, inclusive as exócrinas. Estas glândulas produzem uma secreção diferente (pegajosa e espessa) que afetam a função glandular. O muco espesso gera acúmulo de bactérias nas vias respiratórias, assim pode causar infecções, inchaço e inflamações. Além disso, a fibrose cística pode também atrapalhar o trato digestivo e pâncreas, impedindo que as enzimas digestivas cheguem ao intestino. Estas enzimas são importantes para o aproveitamento dos nutrientes dos alimentos e essenciais para a saúde. Os sinais da fibrose cística dependem do local do corpo mais afetado: Entre os sintomas mais comuns estão:

  • Chiado no peito
  • Falta de ar
  • Tosse freqüente
  • Pólipos nasais (tecido de dentro do nariz inflamado)
  • Peso abaixo da média
  • Infecções pulmonares (ex. pneumonias e bronquites)
  • Fezes com mau-cheiro, gordurosas e volumosas
  • Prisão de ventre
  • Pele de sabor salgada (sal no suor)

Diagnóstico Na maiori

27 de agosto de 2018

É um dos grandes problemas crescentes no Brasil e no mundo atual, em todas as faixas etárias, atingindo todas as classes sociais. A obesidade e sobrepeso afetam 30% das crianças brasileiras. A obesidade infantil tende a se estender para a vida, cerca de 60 a 70% das crianças que chegam a adolescência obesas, serão obesas pelo resto da vida. A obesidade mórbida em crianças é uma realidade comum hoje em dia, em que os pais costumam negar- “os pais não percebem”.  A família é quem determina a obesidade da criança, e é um problema de todos os membros e a falta de uma rotina tende a ser um fator agravante. Segue aqui uma lista das complicações mais comuns da obesidade infantil:

Curto prazo

Asma, apneia do sono, problemas ortopédicos, disfunção do fígado devido ao acúmulo de gordura, inflamação e pedras na vesícula, acne, assaduras, dermatites, enxaqueca, depressão,

9 de agosto de 2018

No inverno, a baixa umidade do ar pode trazer riscos à saúde das crianças. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, alguns cuidados devem ser tomados quando a umidade relativa do ar atinge 30%. Inclusive, porque este tempo seco pode gerar doenças respiratórias ou agravar doenças que já existem. Com isso, se tivermos alguns cuidados, é possível evitar esse tipo de problema nos pequenos. Selecionei alguns cuidados para cuidar do seu filho no tempo seco: 1 –Dê bastante água para a criança. A água é uma substância essencial para o organismo e bom funcionamento do corpo humano desde a infância, pois é indispensável para a hidratação e evitar problemas respiratórios. Segundo o site Bebê Abril, é indicado:

  • Crianças de 6 a 12 meses: em média 800 ml a 1 litro de água por dia;
  • Crianças de 1 a 3 anos: em média 1,3 litros;
  • Crianças de 4 aos 8 anos: em média 1,7 litros.

Para as crianças maiores, pode ser interessante deixar uma garrafinha na mochila, para beber água sempre que estiver com sede. 2 – Durante o tempo seco, a pele da criança também pode ficar ressecad

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20 de junho de 2018

Quando o choro do bebê não desaparece após as outras causas serem descartada pode ser cólica do lactente. Isto é, se a criança para de chorar após receber alimentos ou trocar as fraldas é sinal de que não era cólica a causa de sua reação. Não se conhece com a exatidão as causas da cólica. Acredita-se que estejam envolvidos na sua geração fatores ligados ao ambiente, incluindo o status biopsicossocial da família. Também podem influenciar seu aparecimento a imaturidade do sistema nervoso central, intolerância à lactose, anormalidades em hormônios gastrintestinais, alteração da motilidade e na colonização do intestino.

A criança pode usar algum medicamento ?

Considerando-se que a colonização do tubo digestivo é diferente nas crianças com cólica, vem sendo investigado o papel dos probióticos no seu tratamento. Até o presente, foi demonstrado que apenas um tipo específico de probiótico (não todos) pode reduzir a duração diária do choro e acelerar a resolução da cólica do lactente. Os demais medicamentos como: remédio para gases e dor não tem eficácia conhecida.

O que pode ser feito ?

  • Pegar o bebê no colo (pode

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18 de junho de 2018

O câncer surge a partir da proliferação celular descontrolada de uma única célula. Alguns fatores já são conhecidos como causa desta doença durante a vida adulta e tudo começa na infância. Esses fatores são chamados de fatores de risco carcinogênicos e evitá-los representa a base da prevenção. Nos Estados Unidos da América (EUA) em 2014, foi estimado que 42% dos cânceres em adultos com 30 anos ou mais, foram atribuíveis a fatores de risco potencialmente modificáveis, muitas vezes, durante a infância. Primeiramente o mais importante é levar a criança sempre ao pediatra , este especialista é o profissional adequado para identificar e orientar sobre os fatores de risco .

Como proteger o seu filho

  • Não expor a criança e o adolescente a fumaça do tabaco e prevenir o tabagismo em adolescentes;
  • Prevenir e agir na obesidade infantil. A obesidade na criança parece estar associada ao aumento do risco para vários tipos de câncer na idade adulta (esôfago, tireoide, vesícula, mama, cólon, renal);
  • Dieta: as escolhas alimentares são muito importantes, considerando que alguns alimentos podem ajudar a proteger o corpo contra a doença, outros podem aumentar o risco de desenvol

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14 de junho de 2018

A constipação intestinal compreende evacuações em frequência menor do que três vezes por semana, percebendo-se o aumento da consistência das fezes, que tornam-se ressecadas e duras. Há casos em que a criança evacua diariamente de forma incompleta, fezes muito ressecadas, em cíbalos (“bolinhas duras” como fezes de cabrito), com muito esforço e dor, que são igualmente classificados como constipação intestinal. Algumas crianças permanecem muitos dias sem evacuar e eliminam fezes extremamente volumosas e calibrosas denominadas fecalomas, que, por vezes, determinam entupimento do vaso sanitário. A insegurança, desconforto e dor para completar o ato evacuatório geram em muitas crianças um comportamento denominado como retentivo. Elas se recusam a sentar no vaso sanitário ou pinico e acabam por expelir as fezes em lugares diferentes, como atrás de cortinas ou portas. As fezes muito duras podem, por vezes, machucar o ânus e determinar fissuras, com consequente dor e sangramento. O tratamento, muitas vezes, será associado com medicação laxativa aliada a dieta, com maior teor de fibras, o que inclui frutas, grãos, leguminosas, hortaliças e cereais. Alguns farelos como de trigo ou aveia podem ser adicionados como auxiliares. Para cri

6 de junho de 2018

Uma pequena picadinha no calcanhar do seu bebê detecta precocemente diversas doenças que podem prejudicar o seu desenvolvimento. O teste é obrigatório e deve ser realizado após as primeiras 48h de vida.

Como o teste do pezinho é realizado?

O teste é realizado no pezinho, mais especificamente no calcanhar, através de uma picadinha onde é colhido uma amostra de sangue do recém-nascido.

Por que no calcanhar? Porque é uma região com grande fluxo de sangue, com muitos vasos sanguíneos, o que facilita a retirada do sangue.

Normalmente, o resultado do teste pode ficar pronto em até 30 dias, mas tudo depend

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9 de maio de 2018

Funchicória é uma mistura em pó que tem na sua fórmula folhas de chicórea (uma erva), raiz de ruibarbo e flores de funcho. Tem também a sacarina (adoçante artificial), que causa o sabor adocicado ao remédio. Não existe nenhum estudo científico que comprove a eficácia da funchicórea contra as cólicas, mas funciona como um “remédio psicológico aos pais”; a família oferece o remédio para a criança com cólica e fica tranquila, pois há a sensação de que algo já tinha sido feito. O sabor adocicado tira a atenção do bebê da dor para o gosto prazeroso do doce e assim o bebê se acalmava momentaneamente. A funchicória se apresenta em pó fitoterápico, que deve ser dissolvido em água e o bebê sugar a chupeta mergulhada nessa água: Crianças com idade até 1 mês – 1 medida de 4/4 horas.  De 1 mês a 2 meses – 1 medida de 3/3 horas.  De 2 meses a 6 meses – 2 medidas de 4/4 horas.  A medida de referência é a própria tampa do frasco. O conteúdo da medida da tampa deverá ser adicionado em 40 ml de água filtrada e administrado através de uma mamadeira ou embebida na chupeta. Apesar de poder ser tomado sem prescrição médica, é sempre bom ouvir a orientação do médico

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17 de abril de 2018

Quem está prestes a ter o segundo filho ou tem esse planejamento, sempre pensa no mais velho e como será a reação. Por isso, é preciso entender que o ciúmes é inevitável e faz parte do processo de aceitação, ou seja, é um sentimento normal (e esperado) sendo necessária paciência, amor e carinho para lidar com a reação do recém promovido: irmão mais velho. E cada família vai encontrar sua maneira, no entanto, algumas dicas podem contribuir nessa fase:

  • Converse bastante sobre a rotina do bebê e da importância da colaboração do irmão mais velho;
  • Deixe ajudar na decoração do quarto, escolha do nome etc;
  • Não vincule o irmão mais novo à alguém para brincar, pois não é isso que acontecerá no começo;
  • Mantenha a rotina da criança o máximo possível;
  • Reforce a relação com os demais membros da família, pois a mamãe precisará de ajuda e é importante que a criança já se sinta acolhida com outras figuras.
  • Prepare-o para o recebimento de visitas (poucas, tá?) com presentes para o irmão e, se possível, mostre aqueles que recebeu quando nasceu;
  • Faça uma “troca de presentes” entre os irmãos: escolha algo que sabe que ele deseja e diga que o irmã

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