pediatria - Clinica Fares

Desenvolvimento da linguagem: fala do recém-nascido até o 3º mês de vida

21 de março de 2018

Depois de toda a gestação e parto, chegou o momento de curtir o bebê. Além de todos os medos e inseguranças normais dessa fase, os pais pensam: será que meu bebê, tão pequenino, já é capaz de estabelecer alguma forma de comunicação comigo? A resposta é sim. Desde o nascimento, o bebê se comunica, principalmente com os pais, que são as pessoas mais próximas. De acordo com estudos, do nascimento até o primeiro mês de vida, os recém-nascidos são capazes de se comunicarem através do choro, mas nessa fase ainda o choro é igual para tudo, sendo ainda uma resposta biológica a dor e a fome. O bebê é capaz de reagir a sons fortes se assustando, à luz e a voz de seus pais, se acalmando quando escuta a voz da mãe. Nessa fase o bebê já produz vocalizações, mas ainda sem intenção comunicativa e de uma maneira esporádica. O bebê também tem a habilidade de imitar expressões faciais de seus pais e de fazer contato visual quando o rosto dos pais está dentro de seu campo de visão, entre 20/30 cm. Portanto, durante a amamentação (seja ela natural – em seio materno – ou artificial – na mamadeira) o recém-nascido já é capaz de manter contato visual com a mãe, olhando nos olhos dela. Já por volta dos 2/3 meses, o <

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21 de março de 2018

Antes de falar dos 1000 dias, precisamos pensar no período pré- gestacional. Hábitos saudáveis sejam eles alimentares, atividades físicas, abandono de vícios (cigarro, álcool etc) são fundamentais, mesmo que não se planeje uma gestação. Agora, se a gestação está nos seus planos, o cuidado deve ser redobrado, álcool deve ser banido dos hábitos, pois já está comprovado que no início da gravidez todos os órgãos do bebê são suscetíveis aos efeitos do álcool e também porque o sistema nervoso está se formando. A alimentação deve ser o mais in natura possível e o corpo precisa se movimentar. Além disso, para preparar o sistema nervoso da criança, é importante que se inicie o uso de ácido fólico. A saúde do papai também tem que estar “ok”, pois algumas doenças paternas podem influenciar na saúde da criança.

Lá vem a notícia

O bebê vem aí! Caso a programação não tenha acontecido, os 1000 dias ainda estão começando e dá tempo para que a gestação e os anos seguintes sejam saudáveis. Ainda é tempo de modificar a alimentação (prepará-la é uma boa dica) e mexer o corpo – se for na á

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14 de março de 2018

Chamamos de Hipertireoidismo a produção de hormônios em excesso pela tireoide, com aceleração do metabolismo e de todos os sistemas orgânicos. A doença de Graves, causada por anticorpos que estimulam a produção dos hormônios tireoidianos, é a causa mais comum de hipertireoidismo em crianças e adolescentes, contabilizando 96 % dos casos. Pacientes com síndrome de Down apresentam maior risco para doença de Graves. Os sintomas clássicos de hipertireoidismo são:

  • Aumento do tamanho da glândula tireóide (bócio);
  • Tremor fino, perceptível especialmente nas mãos quando se estende os dedos;
  • Olhar fixo, brilhante e com as pálpebras retraídas;
  • Coração acelerado e palpitações;
  • Perda de peso involuntária mesmo com a ingestão de alimentos aumentada;
  • Pele fina, quente e com aumento do suor;
  • Diminuição da força muscular, perceptível principalmente na musculatura proximal, que torna mais difícil subir escadas ou levantar de assentos próximos ao chão;
  • Evacuações frequente e, em alguns casos, diarreia;
  • Orbitopatia, que é a inflamação dos tecidos que envolvem o globo ocular;
  • Aumento da velocidade de crescimento;
  • A

9 de março de 2018

Vamos para mais uma dica de boas práticas na hora da alimentação da criança.

9º mandamento: jamais substitua alimentos que a criança recusa por alimentos que ela gosta

Se a criança descobre uma maneira de fazer o cuidador trocar o alimento oferecido pelo alimento que ela gosta, a tendência é que ela repita esse comportamento. Na tentativa desesperada de que a criança coma, os cuidadores acabam aceitando que ela coma qualquer coisa, desde que coma. Isso é um erro. Nossas atitudes reforçam as atitudes inadequadas das crianças e são nossas atitudes que podem tornar a alimentação infantil adequada. Algumas crianças choram, outras fazem birra, outras param de comer e assim por diante. É importante lembrar que esses comportamentos fazem parte do desenvolvimento infantil e não há maldade ou manipulação nisso. Eles apenas tentam e cabe a nós manter nossas regras com firmeza e carinho com o intuito de educar e não de agradar. Se houver incoerência em nossas atitudes, ficamos reféns daqueles comportamentos que nós mesmos criamos nas crianças. O que fazer: estabeleça as regras, como número de refeições, tipos de alimentos, tempo para as refeições; de preferência tenha um plano alimentar a ser seguido

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1 de março de 2018

Continuando a lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos a próxima dica!

8º mandamento – Sempre introduza novos alimentos

Desde cedo os pais tendem a separar os alimentos entre os que a criança “gosta” e os que “não gosta”. E na rotina corrida dos adultos, a opção por alimentos que a criança “gosta” e por isso mesmo aceita mais rápido, acaba virando um ato repetido diariamente. Entretanto, estudos mostram que as crianças podem aprender a aceitar alimentos, muitas vezes, após a vigésima tentativa de oferta. Insista! Além disso, a variedade no cardápio nos primeiros anos de vida reduz a possibilidade de seletividade alimentar e neofobia alimentar no futuro. O que fazer: não desista de um alimento se você achar que a criança não gostou na primeira oferta. Ofereça uma vez ao mês, sem forçar, pelo menos até o final do segundo ano de vida. Se houver rejeição muito evidente, como náuseas ou vômitos espere mais. Às vezes, após seis meses a criança pode aceitar um alimento inicialmente recusado. Ofereça pelo menos um alimento novo uma vez por semana desde a introdução alimentar. Isso ajuda a variar o cardápio e a aceitação da criança pode surpreender. Ofereça o alimento novo sempr

23 de fevereiro de 2018

A cardiologia pediátrica é fundamental na pesquisa de cardiopatias congênitas e seu acompanhamento. Contudo, tenho notado a demanda crescente por outros âmbitos dessa especialidade. A avaliação para aptidão física, realização de atividades e até mesmo recreativas, tem sido muito valorizada, uma vez que, o aumento de relatos de mortes, aparentemente, sem causas, em pátios escolares, escolas de natação e futebol, tem sido frequente. Queixas de cansaço, dispneia, dor torácica, pré-síncope, por vezes, não valorizadas durante a realização de atividades corriqueiras das crianças, revelam em investigações cardiológicas sua origem em más formações valvares, arteriovenosas, arritmias, dentre outras causas. Saliento ainda, a comorbidade destacada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, como destaque das doenças emergentes no século XXI: a obesidade. A modernidade contemporânea, o estilo de vida da “nova infância” fez com que a obesidade, hipercolesterolêmica e hipertensão se ratificassem como mazelas também da faixa etária pediátrica, antes atribuída apenas aos adultos. As crianças, principalmente,

22 de fevereiro de 2018

Na sequência da lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos a mais uma dica!

7º mandamento – Organizar número e tempo para as refeições

Principalmente em situações em que a crianças “não comem”, qualquer oportunidade vira uma tentativa de fazer a criança comer e as ofertas ficam desorganizadas, menos saudáveis e, muitas vezes, excessivas. O que fazer: desde sempre, estabeleça 3 grandes refeições, ou seja, café da manhã, almoço e jantar e 2 lanches (um no meio da manhã e um no meia da tarde). Algumas crianças mantém o hábito de tomar leite antes de dormir e desde que haja escovação correta dos dentes antes de dormir e que essas mamadas não se repitam pela madrugada, esse leite noturno pode ser oferecido sem problemas. Não oferte alimentos entres esses horários estabelecidos. Isso evita que a criança crie o hábito de comer fora de hora de beliscar o tempo todo e de comer sempre que ligar a televisão. Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento da boa alimentação infantil

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15 de fevereiro de 2018

Vamos dar sequência aos 10 mandamentos da boa alimentação infantil e é hora da sexta dica!

Ensinar seu filho a respeitar sua fome e saciedade

O simples ato de parar de oferecer alimentos quando a criança diz ou demonstra que não quer mais, já ajuda a não prejudicar as sensações de fome e saciedade tão preservadas nas crianças. Evitar a distração também ajuda. Quem presta atenção ao que come percebe melhor se já é suficiente. Mas além disso, conversar com a criança sobre esse conceito de forma lúdica e descontraída pode ajudar a construir uma relação melhor com as refeições. O que fazer: antes de começar a comer, ensine a criança a dimensionar sua fome. Escalas de fome e saciedade podem ser difíceis de aplicar em crianças, mas a ideia de “barriguinha cheia” e “barriguinha vazia” podem ser um bom início. Ensiná-los a comer devagar, mastigando mais e prestando atenção ao sabor também é uma dica importante. Uma ideia é perguntar em que parte da língua ele está sentindo esse ou aquele sabor. Incentive ainda a criança a associar sabores a cores ou texturas, além de divertido pode ser uma boa forma de iniciar o ato de comer com atenção plena. Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: <

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10 de fevereiro de 2018

O carnaval está chegando e tem gente que aprende a curtir desde cedo. Mas como se organizar para aproveitar da melhor maneira possível? Em cidades de interior, ainda é comum o carnaval de clube e tem um horário diferenciado para as crianças, não sendo necessária a busca por algo mais direcionado. Em outras cidades, ou até nessas próprias, já temos os bloquinhos de carnaval voltados para crianças, que costumam ser longe da “muvuca” do “carnaval de adultos”, em ambiente mais abertos, com música infantil e muita fantasia (do pequeno ao vovô). Existe uma programação sobre esses blocos em sites de carnaval. E já sabe, saiu com criança tem que ter uma lancheirinha preparada. Leve lanches saudáveis e que você conhece a procedência, como frutas, castanhas e cenourinha. Abuse da água, sempre dando uma parada para “reabastecer”. Também tenha cuidado com a aplicação (e reaplicação) do protetor solar, lembrando que menores de seis meses não podem utilizá-los, apenas proteção de barreira com roupas compridas, porém frescas. Além do uso de ch

8 de fevereiro de 2018

Prosseguindo com os 10 mandamentos, vamos a quinta dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

5º Deixe seus filhos comerem  sozinhos

Muitos pais se incomodam com a bagunça que a criança pode fazer ao se alimentar sozinha e acabam não dando a elas a oportunidade de tentar no momento certo. Isso pode levar a uma resistência por parte da criança para comer sozinha no futuro. Não é raro mães de crianças de 5 – 6 anos queixarem-se de que os filhos não conseguem comer sozinhos. Mas muitas vezes eles apenas têm alguém que faz por eles e não aprendem a tentar. O que fazer: desde a primeira refeição da vida do bebê, deixe que ele interaja com os alimentos, com as mãos ou com colheres. Isso vai despertar seu interesse por novas conquistas. É importante dar autonomia.  Evitar a bagunça não é mais importante do que deixar o bebê livre para aprender. Qualquer dúvida procure por seu pediatra, pois é quem melhor poderá lhe orientar. Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento da boa alimentação infantil

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