pediatria - Clinica Fares

4º mandamento da boa alimentação infantil: defina um tempo para a criança comer

1 de fevereiro de 2018

Vamos continuar a lista dos 10 mandamentos da boa alimentação infantil. Agora, é a quarta dica! Acompanhe toda semana.

3 – Oferecer os alimentos com calma e dedicação, mas não por muito tempo

Com a rotina, muitas vezes, sobrecarregada não é incomum que as crianças entrem desde muito cedo na rotina corrida dos adultos. Quando a refeição da criança precisa ser rápida demais, as substituições por alimentos de mais fácil aceitação são comuns e perigosas. Se for demorada demais, a criança lança mão de comportamentos de recusa para se “livrar” mais rápido daquele momento, muitas vezes, estressante.

Dica

Estabeleça cerca de 20 a 30 minutos de refeição. Sendo 20 a 30 minutos para a refeição salgada e 10 minutos para a sobremesa (fruta) se houver. Não desista antes e não ultrapasse esse intervalo. Isso ajuda a não sobrecarregar a criança nem a família com o momento da refeição. A refeição é para ser prazer, um momento de saúde, mas também de convivência, alegria e aprendizado. Qualquer dúvida procure por seu pediatra! Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento d

25 de janeiro de 2018

Na sequência dos 10 mandamentos, vamos continuar com a terceira dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

3º Escolher o local adequado para comer

Bebês e crianças pequenas raramente param para comer espontaneamente e a preocupação das famílias em ver o prato vazio é tão grande que qualquer lugar está valendo (carro, sala, quarto, elevador) desde que o bebê aceite tudo. Muitas crianças andam pela sala com os pais atrás, tentando dar alimento. O que fazer: o objetivo a médio e longo prazo é que a criança aprenda a comer sozinha e sentada à mesa. Então é assim que deve ser desde sempre. Se possível, escolha cadeiras que possam ser usadas direto á mesa evitando os cadeirões e evite que a criança saia da mesa para brincar ou fazer outras atividades antes que termine a refeição. Quem dedica tempo nesse início não precisa se preocupar com isso mais tarde. Criamos os 10 mandamentos para uma boa alimentação infantil, não perca as próximas publicações, cada semana, um novo mandamento! Veja o 1º mandamento aqui e o segundo aqui

18 de janeiro de 2018

Dando continuidade aos 10 mandamentos, vamos seguir com a segunda dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

2º Não recorrer a distrações

A ansiedade pelo “prato vazio a qualquer custo” leva os pais a apelaram para várias distrações, jogos, celulares, vídeos, telas que ajudam a distrair a criança enquanto sua refeição é “empurrada” muitas vezes em quantidade e qualidade diferentes de suas necessidades. Este é o início do Mindless Eating ou seja, comer sem atenção, fortemente associado à obesidade. Quem não presta atenção ao que come, come mais, não sente sabor e odor; e prejudica a sensação de saciedade. Hoje, o Mindless Eating vem sendo combatido pela tendência “Mindfull” que prega atenção plena às nossas atitudes, incluindo ao comer, ou seja, “Mindfull eating”. É na infância que esse problema deve ser prevenido com uma atitude: desligar as telas durante as refeições.

O que fazer?

Deixe que o bebê interaja com o próprio alimento enquanto come. Podem ser usados pedaços de alimentos inteiros ou amassados para que o bebê sinta textura, odor e sabor ou use uma colher para que ele mexa na comida livremente. A bagunça com a comida é inevitá

11 de janeiro de 2018

Algumas das queixas mais frequentes nos consultórios são do tipo: “meu filho não come”, “só gosta de guloseimas”, “meu filho está muito magro”, “meu filho está acima do peso, mas nem come tanto assim”. Enfim, os hábitos alimentares são tão importantes que merecem papel de destaque e dicas para família fazer da refeição um momento de prazer e de saúde:

1º mandamento

O objetivo não é o prato vazio, mas a relação com a comida!

Quando o objetivo é ver o prato vazio, ou seja, fazer a criança aceitar tudo o que está sendo oferecido, “vale tudo” para que a criança coma: distração, trocas, barganhas, ameaças etc. Mas esse caminho não respeita os sinais da criança e impede que ela desenvolva suas próprias impressões sobre o alimento. Quando a criança tem sua fome e sua saciedade respeitadas, quando tem a oportunidade de aprender a comer sozinha e de experimentar novos alimentos, quando a criança não é forçada a comer e aprende a comer quando está com fome e não comer quando está satisfeita é possível estabelecer uma relação mais prazerosa e consciente. Aceite que o prato nem sempre estará vazio, e isso é respeito, não tem nada a ver com desempenho materno ou falta de cuidado. Outro erro é confundir a curiosidade do bebê com vontade

27 de dezembro de 2017

O hipotireoidismo é uma disfunção na tireóide caracterizada por baixa produção dos hormônios tireoidianos (HT) T3 e T4. Pode surgir ainda dentro do útero e se manifestar já no recém-nascido (RN), ou ser adquirida em qualquer fase da vida. Os HT atuam em praticamente todos os tecidos do organismo e na manutenção do metabolismo basal. São verdadeiros fatores de crescimento e, na sua deficiência, o crescimento da criança é prejudicado, mesmo que a produção de hormônio de crescimento seja normal. Os HT interferem no metabolismo dos carboidratos e lipídios. Baixa produção de HT acarreta aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos. O HT é essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso central (SNC), e a deficiência não tratada, nos recém-nascidos, pode levar a atraso intenso e definitivo no desenvolvimento neuropsicomotor. Os sinais mais precoces de hipotireoidismo no recém-nascido são: icterícia prolongada ou recorrente, atraso na queda do funículo umbilical e hérnia umbilical. O choro é rouco e os sons emitidos são graves. Nos primeiros meses, outros sinais tornam-se presentes: dificuldade alimentar, ganho de peso insuficiente, respiração ruidosa, congestão nasal, distúrbios respiratórios, obstipação, letargia, pele seca, fria, pálida e com livedo reticularis. Entretanto, esses sinais nem sempre são evidentes,

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11 de dezembro de 2017

A febre amarela mais uma vez é motivo de preocupação na sociedade. Os números da doença são grandes e devemos estar atentos para evitar a contaminação, inclusive entre gestantes, bebês e crianças.

Gestantes

A melhor maneira de evitar a febre amarela é através da vacinação. No entanto, mamães em qualquer período de gestação, apenas, poderão tomar a vacina se moram em locais próximos de onde ocorreu a confirmação de circulação do vírus e não ter recebido contraindicação à vacina. Isso porque, acredita-se que na gravidez os casos de febre amarela sejam mais delicados. Mas a escolha da aplicação da vacina ou não será avaliada junto ao médico obstetra. Contudo, alguns cuidados para evitar a patologia podem ser tomados, como:

  • Evitar viagens para áreas de risco;
  • Se viajar ou viver em regiões afetadas consultar o médico sempre;
  • Se viajar ou viver em regiões afetadas e quer engravidar é recomendado esperar no mínimo um mês após a vacina;
  • Uso de repelente;
  • Uso de tela na janela para evitar a entrada de insetos e uso de roupas com manga longa.

Agora, entre as mães que estão amamentando, a vacina é contra indicada para bebês com menos de seis meses, caso seja impossível, como em viagens inadiáveis ou epid

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22 de novembro de 2017

A doença que é infecciosa febril de causa viral é transmitida por meio de mosquitos que tem dois ciclos de transmissão, o silvestre (FAS) e o urbano (FAU). Na mata (silvestre) os mosquitos gêneros Haemagogus e Sabethes são os que proliferam o vírus ao acometer os macacos (eles agem como hospedeiros do vírus) ou atacam seres humanos não vacinados que adentram seus habitat naturais, que normalmente, são áreas de matas. Na cidade (urbano) a doença é transmitida pelo mesmo mosquito que transmite a dengue, o Aedes Aegypti; vive em locais que apresentam água parada. Apesar disso, o vírus é o mesmo e desde 1942 não se tem registro de casos de febre amarela urbana no Brasil. Estudos apontam que as épocas que mais têm ocorrências da doença são entre dezembro e maio. Nestes meses de maior incidência de chuvas, há aumento de mosquitos que favorece a circulação do vírus. Apenas entre dezembro e agosto de 2017 , segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 777 casos e 261 mortes recorrentes a febre amarela. Quais os sinais de febre amarela: O diagnóstico da doença pode ser realizado através da identificação de seus sintomas que podem ser confundidos até com uma gripe: Fase inicial • febre com calafrios • mal-estar • dor de cabeça • dores musculares fortes • cansaço • vôm

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7 de setembro de 2017

A bronquiolite viral é uma doença que vem atingindo cada vez mais crianças de até dois anos. Ela é uma inflamação dos menores tubos que, dentro dos pulmões, levam o ar aos alvéolos, onde ocorre a troca de oxigênio por gás carbônico. Transmitida pelo ar, por meio do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), seu maior índice ocorre em épocas de baixa temperatura, nas estações de outono e inverno. Isso acontece porque nessa época é normal ficarmos mais aglomerados em ambiente fechado, sem circulação de ar, gerando maior proliferação das bactérias. Para um adulto o VSR nada mais é do que um resfriado, mas no organismo de bebês e crianças, esse vírus ocasiona insuficiência respiratória, ou seja, dificuldade para respirar. Com o aumento de casos de bebês e crianças infectados pelo vírus, os responsáveis devem redobrar os cuidados, pois a contaminação acontece, principalmente, por beijo e toque com as mãos. Também é possível contrair por meio de objetos compartilhados, como utensílios de cozinha, toalhas ou brinquedos. O VSR é um dos principais responsáveis pelas infecções respiratórias em crianças menores de dois anos, sendo o causador de até 75% dos casos de bronquiolites.  Não existe um tratamento específico para a doença, cada caso deve ser analisado pelo pediatra e ele  indicará

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25 de agosto de 2017

As consultas de rotina são sempre muito importantes, principalmente, nos primeiros dois anos de vida, por inúmeras razões. Dentre os motivos, está o desenvolvimento infantil. Se algo não estiver indo bem no seu crescimento, quanto antes iniciados os estímulos, melhor resposta e desempenho terá a criança. E ninguém melhor do que o pediatra para orientar e tirar dúvidas do que é esperado ou não para cada faixa etária. Até porque, às vezes, crianças demoram a realizar algum aprendizado, somente por falta de estímulo. Como, por exemplo, aquelas crianças que ficam muito tempo em carrinho ou andador – vão demorar mais para andar; as que ficam com chupeta o dia todo, as que os pais não cantam, não conversam e apontam tudo com o dedo e recebem sem pedir – irão demorar mais para falar. Desta forma, uma orientação, os pais não devem realizar as atividades quando as crianças já são capazes de fazê-las. Sinais de alerta em crianças menores de dois anos Para tirar suas dúvidas, converse com seu pediatra e veja na lista abaixo alguns sinais nas crianças com até dois anos merecedores de atenção: 2 meses – não segu

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9 de agosto de 2017

São aquelas manchas que nascemos com elas. São usualmente identificadas no período neonatal quando ainda somos bebê, sendo a mancha mongólica uma das mais frequentes. Ela resulta aparentemente de uma falha durante a formação da pele. A sua incidência em recém-nascidos varia dependendo da cor da pele, sendo mais frequente em negros, asiáticos e hispânicos. A região mais comum de ocorrência é a sacrococcígea, seguida pelas áreas glútea e lombar. No caso de lesões extensas, os flancos, ombros e os membros inferiores podem ser acometidos. A lesão é caracterizada por uma mancha de coloração azul acinzentada, geralmente de formato oval ou arredondado, medindo cerca de 10 centímetros. Esta mancha é uma alteração bem conhecida e benigna, não causando maior preocupação do ponto de vista clínico e desaparecendo até a idade adulta. A importância do reconhecimento dessa lesão está na orientação adequada a ser feita aos pais das crianças. Eles muitas vezes ficam apreensivos por esperarem que seus filhos não apresentem nenhuma imperfeição ao nascimento.     Dr. Fabricio Freitas Medico: Dr. Fabrício Freitas

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