psicologia - Clinica Fares

Como solucionar conflitos entre crianças

25 de outubro de 2017

Infelizmente existem crianças que apresentam uma falta de empatia, demonstrando um comportamento de agressividade hostil, com meta de causar danos ou prejudicar o outro, seja física ou verbalmente. Quando há uma criança causando sofrimento a seu filho, é preciso observar o comportamento do mesmo e conversar com ele para tentar entender o que está passando, conhecer seus sentimentos e em qual contexto ocorre esta interação, para que ele possa se abrir de forma segura. Deve haver também um reforço positivo toda vez que seu filho se abrir, o parabenizando por ter a coragem de contar, pois a maioria das crianças sente medo ou vergonha de expor esta situação. Conversar com o amiguinho numa tentativa de defesa e tentar resolver o problema entre eles tratando-o com respeito e empatia pode funcionar ou não, isso vai depender do amiguinho. Pois deve ser levada em consideração a dinâmica familiar, porque algumas famílias podem ser muito fechadas. Mas se houver uma abertura, os responsáveis também podem conversar entre si para que orientem a criança sobre o comportamento desadaptado que está apresentando na escola e que as ações sofrem consequências que, neste contexto, são negativas. Inclusive se o caso acontecer na escola, é sempre fundamental envolver os professores e coordenadores para que eles possam também ajudar

25 de setembro de 2017

  O TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é um dos principais transtornos do desenvolvimento infantil com um impacto importante nas esferas do neurodesenvolvimento e nas interações psicossociais. De acordo com estudos epidemiológicos, há uma alta prevalência, assumindo uma estimativa de 3% a 6% das crianças na idade escolar, repercutindo na formação da identidade relacionada ao sentido de competência e autoestima. Em grande parte, o TDAH associa-se a outras questões como as dificuldades de aprendizagem, os transtornos de humor, de ansiedade e vários problemas comportamentais. Isso gera desafios diagnósticos, que só podem ser abordados dentro de uma perspectiva interdisciplinar. Sendo assim, seu diagnóstico, apoia-se na combinação cuidadosa da observação, dos dados da história clínica e das repercussões dos sintomas na vida do indivíduo. Os sintomas de desatenção incluem a desorganização, distração por estímulos irrelevantes, dificuldade em sustentar a atenção por um tempo longo e de alternar o estímulo atentivo entre duas ou mais tarefas, perdas de objetos com frequência, comprometimento em memorizar e, principalmente, em recordar informações já aprendidas. Os sintomas de hiperatividade/impulsividade abrangem a agitação psicomotora, movimentos de

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6 de setembro de 2017

  Quando você sente uma dor de dente vai ao dentista. E quando tem um problema no coração vai ao cardiologista, certo?   Mas, quando tem uma dor na alma, um desconforto emocional, um incômodo onde não se sabe bem o que é e nem mesmo o que está sentindo?   É neste momento que o psicólogo pode ajudá-lo a entender e resolver os conflitos afetivos e emocionais. Ao contrário do que a maioria pensa, ir ao psicólogo não é para louco, até porque “louco” é o indivíduo com perda total ou parcial do contato com a realidade e vive intensamente as fantasias produzidas em sua mentee acredita ser real. Já o paciente que vai ao psicólogo, vive e relata seus desconfortos e conflitos reais.   O trabalho do psicólogo fica ainda mais completo quando percebe o sofrimento do paciente com os sintomas e isso o limita a realizar suas atividades diárias. Nesses caso, há um trabalho conjunto com o psiquiatra e o uso de medicamentos para melhora dos sintomas, utilizados para trabalhar melhorar o comportamento. Quando o paciente percebe o restabelecimento de seus sintomas, consegue pensar de forma mais clara e perceber quais eram os indícios que tanto o afligiam.   Algumas pessoas não vão ao psicólogo por falta dessa informação, outros alegam falta de recurso financeiro e, somado a isso, nossa q

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