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Aprenda como evitar a síndrome do viajante

2 de janeiro de 2018

A falta de movimentação e o estreitamento das veias devido a longos períodos sentado em um carro, ônibus, trem ou avião, letificam o retorno de sangue para o coração.

Além disso, acontece o aumenta da pressão venosa das pernas que possibilita a formação de coágulo (trombo) que se formado nas veias profundas das pernas podem se deslocar e se fixar nas artérias pulmonares, causando um embolia pulmonar, que é uma doença tromboembólica (síndrome do viajante).

A frequência é maior em pessoas que tenham varizes ou aquelas que já apresentaram algum episódio de prévio de trombose ou obesos, pois eles te uma dificuldade maior no retorno venoso (quantidade de sangue que chega ao coração).

Fatores que aumentam os riscos de trombose são:

10 de novembro de 2017

O Balão intragástrico é uma das opções disponíveis para o tratamento do sobrepeso e obesidade. Consiste em uma prótese de silicone preenchido com cerca de 400 a 700 mL de soro fisiológico e um corante. Ele é implantado no estômago por endoscopia, portanto sem cirurgia ou cortes. Os pacientes que podem implantar o balão intragástrico são aqueles com IMC (Índice de Massa Corpórea) maior ou igual a 27, que já tentaram dieta e medicação para emagrecer, sem sucesso. O procedimento é contraindicado em algumas situações específicas como, por exemplo, pacientes com cirurgias gástricas, úlceras ativas, extensas hérnias de hiato, etc. Ele age ocupando espaço no estômago (cerca de 1/3 do órgão) permitindo a saciedade precoce após a ingestão de pequenas quantidades de comida, ou seja, o paciente se sentirá “satisfeito” mesmo fazendo pequenas refeições. Os estudos mostram que a média de perda de peso é entre 10 a 20% do peso total, porém esse resultado vai depender da idade, metabolismo e principalmente da disciplina do paciente em seguir as orientações da equipe multidisciplinar que é composta por nutricionista, educador físico e se necessário um psicólogo. Esse acompanhamento é essencial porque apenas a implantação do balão não garante um bom resultado. Temos atualmente dois principais modelos de balão

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3 de novembro de 2017

As chances das varizes aparecerem novamente depois de uma cirurgia variam de 7 a 65% de acordo com estudos médicos. Os motivos mais comuns são fatores genéticos, isto é, herdar essa tendência de algum familiar. Quando isso acontece, significa que temos alterações nas válvulas presentes dentro das veias. Desta forma quando tratamos uma veia varicosa seja em cirurgia, radiofrequência, etc tratamos apenas as doentes e não significa que as veias normais não possam vir a se tornarem defeituosas no futuro, visto que elas possuem a mesma carga genética. Outras situações também influenciam, como alterações hormonais, uso de hormônios, ficar em pé parado ou sentado por muito tempo, sedentarismo e gravidez. Além disso, a não retirada das fontes de refluxo venoso na cirurgia que já foi realizada, impactam no retorno das veias doentes precocemente. Com tudo, é importante manter o contato com o cirurgião vascular, pois é o especialista que vai acompanhar o paciente para identificar a volta das varizes a serem tratadas e evitar complicações, como o escurecimento da pele. Vale lembrar que o exame de ultrassom Doppler deve ser sempre realizado. Pois, ele identifica todas as veias com problemas e ajuda o cirurgião vascular identificar quais precisam ser retirad

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23 de outubro de 2017

As úlceras estão entre as queixas mais ouvidas diariamente pelo cirurgião vascular, incomodando e preocupando inúmeras pessoas. Um fato interessante é a quantidade de mitos envolvendo as úlceras. Por exemplo, a ideia de que a ferida será resolvida apenas com curativo. Este pensamento está totalmente errado e será demonstrado posteriormente. Inicialmente, úlcera acontece quando há perda da integridade do tecido acometido, ou seja, forma ferida. Esta alteração pode ocorrer em qualquer parte do corpo, sendo as úlceras de pele as responsáveis pelo agendamento de consulta com o cirurgião vascular. Podem ocorrer em qualquer localização do corpo, atingindo tamanhos e profundidades variadas. As suas causas também são diversas, podendo ter origem em doenças dermatológicas, ou seja, doenças de pele, doenças autoimunes (como lúpus), acometimento neurológico e, principalmente, vasculares. Concentrando no âmbito da vascularização, podem ser definidos três tipos de úlceras: venosa, arterial e hipertensiva. Úlcera venosa é a mais famosa de todas e a mais comum, acometendo geralmente as pernas, associada a problemas de vasos cansados, sendo estes vasos as famosas varizes. A úlcera arterial ocorre devido à dificuldade de o sangue chegar ao local, ou seja, o va

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