Oftalmologista em Osasco - Clínica Fares

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médico oftalmologista em osasco

Oftalmologia é na Clínica Fares, agende já sua consulta e surpreenda-se!

A oftalmologia é uma especialidade da medicina que estuda e trata as doenças
relacionadas à visão, à refração e aos olhos e seus anexos.

Acuidade Visual – Pressão Ocular – Teste de Cores

Cirurgias

Cirurgia Refrativa

A cirurgia refrativa é uma cirurgia ocular feita com o objetivo de melhorar o estado refrativo do olho e diminuir ou eliminar o uso de óculos e lentes de contato. Permite a correção dos graus de miopia, astigmatismo e hipermetropia. É um procedimento considerado simples, que dispensa a necessidade de internação. Não há uso de anestesia, bastam algumas gotas de colírio anestésico.


Indicações

A cirurgia é indicada a partir dos 18 anos desde que não haja variação maior que meio grau no período de um ano. Após os 40 anos, deve-se considerar a correção apenas da miopia sendo necessário o uso de óculos para hipermetropia. Há contraindicação no caso de doenças oculares infecciosas como conjuntivite, blefarite, ceratite, úlcera de córnea e ceratocone e em casos de gravidez.


Tratamento

Há duas técnicas cirúrgicas para a Refrativa: LASIK e PRK. Na técnica de LASIK o cirurgião usa um aparelho especial com lâmina de corte para confeccionar um flap na córnea. O flap é uma aba da córnea que fica solta enquanto uma pequena parte continua presa na córnea. Essa aba é levantada pelo cirurgião e o laser é aplicado na parte interna da córnea abaixo do flap. Na técnica de PRK não precisa fazer o flap. O cirurgião usa uma escova própria ou espátula para retirar apenas as camadas mais superficiais da córnea. O laser, então, é aplicado diretamente sobre a córnea. A escolha da técnica depende de avaliação feita pelo médico oftalmologista, pois alguns pacientes podem responder melhor a determinado procedimento.


Pré e pós

Na LASIK não há o uso de lente de contatos no pós-operatório. Na PRK é preciso usar lentes de contatos por 5 a 7 dias. O tempo de recuperação visual na LASIK é geralmente de 2 dias a uma semana. No PRK é de geralmente uma a 6 semanas. No dia da cirurgia o ideal é fazer uma refeição leve e tomar todos os medicamentos que eventualmente forem prescritos como antibióticos. Nada de maquiagem nos olhos ou acessório volumoso no cabelo para não interferir no posicionamento de sua cabeça.

 

Catarata

A catarata é definida como qualquer opacificação do cristalino que atrapalhe a entrada de luz nos olhos, acarretando diminuição da visão. As alterações podem levar desde pequenas distorções visuais até a cegueira. A catarata pode ser congênita (presente no nascimento), a secundária (aparece secundariamente por causa de fatores como uveítes, tumores malignos intraoculares, glaucoma ou descolamento de retina, por exemplo) e a catarata senil (relacionadas à idade).


Indicações

Aproximadamente 85% das cataratas são classificadas como senis com maior incidência na população acima de 50 anos. Nesses casos, não é considerada uma doença, mas sim um processo normal de envelhecimento. Com a moderna técnica da cirurgia da catarata não é necessário mis esperar que a catarata “amadureça” como se afirmava antes. A doença pode levar anos para se desenvolver e o momento de remover é quando a pessoa nota que a qualidade de vida é prejudicada como dificuldade à leitura, trabalhos manuais, em dirigir, assistir a TV, cinema etc.


Tratamento

O tratamento clínico, como prescrição de óculos, tem efeito transitório. O tratamento farmacológico é utilizado em alguns países da Europa e por alguns oftalmologistas brasileiros. Entretanto não há efetividade comprovada. A correção cirúrgica é a única opção para recuperação da capacidade visual do portador de catarata senil.


Pré e pós

A cirurgia da catarata atualmente é feita rotineiramente com anestesia local de forma ambulatorial, ou seja, sem precisar de internação. A recuperação visual após a cirurgia da catarata é relativamente rápida. Uma semana após a cirurgia a visão já costuma estar melhor do que antes da operação. A visão estabiliza por volta de 4 semanas após a cirurgia quando então serão provavelmente receitados óculos se for o caso.

 

Pterígio

Também conhecida “como carne no olho”, o pterígio é uma lesão que cresce sobre a córnea e que pode se manter pequena ou crescer podendo até interferir na visão. O pterígio se localiza com mais frequência sobre o ângulo nasal do olho, mas também pode aparecer no ângulo externo.


Indicações

Quem trabalha ao ar livre ou está exposto ao sol, vento e poeira têm mais chance de desenvolver o pterígio. A doença é mais frequente em pessoas que passam muito tempo ao ar livre em especial durante o verão. A exposição prolongada à luz solar, sobretudo aos raios ultravioletas, e a irritação crônica do olho devido a condições ambientais secas e poeira parecem desempenhar um papel importante no surgimento da doença.


Tratamento

A única forma de tratamento da doença, seja qual for o grau em que se encontra, é o procedimento cirúrgico que, dependendo da técnica, poderá impedir a reincidência. Mas o pterígio pode voltar a ocorrer naqueles que fazem a cirurgia e que se submetem à exposição solar excessiva e ainda em quem não utiliza adequadamente os medicamentos após o procedimento.


Pré e pós

O pré e o pós-operatório exigem os procedimentos normais como qualquer outra cirurgia. O tempo de recuperação dos pacientes é curto tanto que a pessoa precisa apenas de cinco dias de afastamento do trabalho. Mas, para isso, é necessário que o paciente siga corretamente as recomendações médicas.]

 

Xantelasma

Xantelasma é o acúmulo de gordura nas pálpebras. É caracterizado por placas amarelo-alaranjadas alongadas e macias geralmente próximas ao canto interno dos olhos que variam de 2 a 30 mm de comprimento. Podem estar relacionados com alterações dos lipídeos sanguíneos, mas também podem ser decorrentes apenas de alterações locais do metabolismo das gorduras.


Indicações

O problema é encontrado frequentemente em pacientes de meia-idade e ocorre mais em mulheres que apresentam distúrbios hepáticos ou biliares.


Tratamento

O principal tratamento é a remoção cirúrgica das lesões cutâneas. A cicatriz resultante da cirurgia depende da localização do xanteloma. Sugerimos que a pessoa que vá realizar a plástica das pálpebras sempre seja avaliada por um clínico geral de confiança para elucidar a causa do xantelasma porque ela pode denotar, entre outras razões, a insuficiência do fígado (que é a dificuldade para metabolizar lipídios).


Pré e pós

A recuperação da cirurgia depende da complexidade da mesma e de fatores individuais. De forma geral, o paciente fica em repouso absoluto por pelo menos 2 dias e, aos poucos, à medida em que se recupera da plástica das pálpebras, pode retorna lentamente às suas atividades normais. A cabeça deverá ser mantida sempre elevada por pelo menos 5-7 dias para ajudar a diminuir o inchaço. Alguns cuidados específicos podem envolver o uso de colírio, óculos escuros, chapéus e compressas com solução de soro fisiológico. Além disso, deve-se evitar esforços por pelo menos 2 semanas.

 

Blefaroplastia

É a cirurgia para a correção de deformidades das pálpebras que, geralmente, são deformidades adquiridas com o envelhecimento facial, pela perda da elasticidade da pele (ritidose ou rugas), por causa da queda dos tecidos (como pele, músculos, gordura) ou também podem ser anomalias do crescimento, deformidades adquiridas por traumatismo ou outras doenças.


Indicações

O diagnóstico é feito pelo médico com base nas queixas específicas do paciente. Nesses casos, somente o exame clínico já é suficiente para chegarmos a uma conclusão. Mas é importante ressaltar que, em alguns casos, há a necessidade de uma avaliação da visão feita por um oftalmologista com o objetivo de definir alterações do campo visual, além de excluir outros problemas associados. Também é importante observar que, em muitos casos, a alteração que motiva a consulta, embora pareça, não é apenas na pálpebra. É bem comum que a sobrancelha também esteja “caída” fazendo com que a deformidade palpebral pareça maior. Nesses casos é importante tratar ambas as regiões para a correta solução do problema.


Tratamento

Como em toda a cirurgia estética, a indicação de tratamento deve partir da vontade do próprio paciente, ou seja, o tratamento das deformidades estéticas só deve ser feito por autoindicação. O papel do cirurgião plástico é explicar se os anseios do paciente são reais e que tipo de tratamento é mais indicado para o caso, além de mostrar que esse é um tratamento médico com todas as suas características, limitações e riscos. Uma avaliação clínica e laboratorial pré-operatória é fundamental para estabelecer se o paciente está em boas condições para se submeter ao procedimento.


Pré e pós

O paciente fica com um pequeno curativo (um esparadrapo de papel nos pontos) que são retirados de 4 a 6 dias. Os cuidados pós-operatórios variam de acordo a magnitude dos procedimentos efetuados. Sempre haverá um inchaço maior nos primeiros 2 dias que gradativamente irá diminuir. Em geral, 7 a 10 dias é o tempo suficiente para o paciente retornar às suas atividades normais. É importante dizer que as alterações de cicatrização e acomodação dos tecidos em seu novo local seguem por mais algum tempo e que pelo menos 3 meses são necessários para se observar o resultado final.

 

Cirurgia (Injeção) de Avastin

O Avastin é um antiangiogênico (ou seja, impede a formação de novos vasos sanguíneos doentes) que bloqueia a neovascularização intraocular, que é o surgimento de vasos sanguíneos dentro do olho capazes de provocar a perda da visão.


Indicações

O tratamento é indicado para pacientes com degeneração macular relacionada à idade, oclusão venosa da retina, retinopatia diabética com edema de mácula, retinopatia diabética com proliferação neovascular e outros edemas maculares.


Tratamento

A melhora da acuidade visual não é o objetivo principal, devendo-se pensar na estabilização do quadro, evitando maiores perdas. Também podem ser aplicadas antes da vitrectomia (técnica cirúrgica de remoção do corpo vítreo) para diminuir os riscos de complicações. O procedimento é rápido e indolor. O Avastin é aplicado no vítreo (gel que preenche o olho) por uma injeção através da esclera (parte branca do olho). A anestesia é através do uso de colírio e não requer uso de curativo.


Pré e pós

O paciente volta às suas atividades normais logo após a injeção e deve repetir os exames de retinografia e angiofluoresceinografia em 5 semanas.

Exames

Check-up Rotina Adulto

Inclui consulta e os exames de Tonometria e Biomicroscopia.


oftalmo2Indicações

Indicado para pacientes com mais de 13 anos, nosso check-up é importante para detectar possíveis doenças oculares. No exame de Biomicroscopia, um microscópio é utilizado para avaliar cada célula do olho possibilitando a verificação de pequenos detalhes como córnea, conjuntiva, esclera, cristalino, nervo óptico, íris, retina, entre outros.


Como é feito

Os exames são realizados em consulta com médico oftalmologista. Há necessidade de dilatar a pupila, portanto, é importante você levar um acompanhante.

 

Check-Up – Rotina Infantil

oftalmo3

Inclui consulta e os exames de Tonometria e Biomicroscopia.

 

Indicações

Indicado para pacientes com mais de 13 anos, nosso check-up é importante para detectar possíveis doenças oculares. No exame de Biomicroscopia, um microscópio é utilizado para avaliar cada célula do olho possibilitando a verificação de pequenos detalhes como córnea, conjuntiva, esclera, cristalino, nervo óptico, íris, retina, entre outros.


Como é feito

Os exames são realizados em consulta com médico oftalmologista. Há necessidade de dilatar a pupila, portanto, é importante você levar um acompanhante.

 

Retinografia

oftalmo4O exame fotografa em alta resolução regiões do fundo do olho como retina, nervo óptico, coroide e vasos sanguíneos.

 

Indicações

É eficiente no diagnóstico e no acompanhamento de doenças que afetam todas essas estruturas. O paciente deve comparecer com acompanhante porque será realizada a dilatação da pupila.


Como é feito

Pode ser realizada por meio de dois métodos diferentes: a Retinografia Simples ou a Fluorescente (também chamada de Angiofluoresceinografia), onde é administrado um contraste para possibilitar o estudo da circulação sanguínea e de doenças das diversas camadas do fundo do olho.

Biometria Ocular

oftalmo5A Biometria é o exame capaz de realizar a medição de todas as estruturas intraoculares assim como a medida da melhor lente intraocular a ser implantada na cirurgia da catarata, aquela que é capaz de permitir uma melhor visão ao paciente sem depender necessariamente do uso de óculos.

 


Indicações

É o principal exame oftalmológico para calcular o grau da lente intraocular implantada na cirurgia de catarata. Antes do exame, é necessário usar um colírio anestésico.


Como é feito

As técnicas podem ser de contato e não contato. Entre as de contato está a técnica de imersão para diminuir possíveis erros na medição. Atualmente a técnica de não contato utiliza aparelhos de última geração, o que permite determinar o valor da lente intraocular que será implantada na cirurgia de catarata.

 

Topografia de córnea

oftalmo6Conhecido como Ceratoscopia Computadorizada, é o exame que avalia a curvatura da córnea por meio da captação de imagens do olho.

Indicações

Auxilia na identificação do formato da córnea, no diagnóstico de doenças da córnea (como o ceratocone), de alterações causadas por trauma ou por pterígio (pequena membrana na superfície do olho que cresce na direção à córnea, popularmente chamada de “carne no olho”), no acompanhamento de suturas em transplantes de córnea ou cirurgias de catarata e na identificação de alterações induzidas por lentes de contato. Permite também o acompanhamento da evolução do astigmatismo.


Como é feito

O paciente é sentado em frente a uma máquina chamada Topógrafo e coloca os olhos no local indicado pelo médico. Em seguida, a máquina captura as imagens da córnea e as envia para um computador.

 

Ceratoscopia

oftalmo7O exame verifica qual é a curvatura da córnea.

O exame verifica qual é a curvatura da córnea.

Indicações

É realizado para diagnosticar principalmente o Ceratocone (distúrbio que afeta a córnea), mas também é indicado para os casos de astigmatismos irregulares, pré-operatórios de cirurgia refrativa e pós-operatório de transplante de córnea entre outros casos. Para a utilização de lentes de contato se recomenda monitorar a curvatura da córnea antes, durante e após o uso.


Como é feito

O exame é realizado com um equipamento no qual o paciente fica posicionado e olha para uma espiral iluminada. O equipamento irá medir exatamente qual a curvatura da córnea do paciente sendo possível o diagnóstico de diversas patologias. O exame é indolor e não há contato com os olhos do paciente.

 

Laser de Foto-coagulação

A fotocoagulação a laser é um tratamento de doenças de retina (menbrana que tem a função de transformar estímulo luminoso em imagens) com raios laser. Este metódo permite controlar as doenças da retina na maioria dos casos, evitando que evolua para algo mais grave como até mesmo a perca da visão.

 

Vitrectomia

A vitrectomia é um procedimento cirúrgico indicada para tratar doenças retinianas: descolamento da retina, vitreorretinopatia proliferativa, pucker macular, buraco macular, descolamento do vítreo (substância gelatinosa e transparente que preenche a parte interna do olho) e até mesmo complicações da cirurgia de catarata.

Doenças Oculares

Uveíte

Responsável pela nutrição dos olhos, a úvea fica em sua camada intermediária e tem contato com a porção externa (esclera) e a porção interna (retina e vítreo). Por isso, o processo inflamatório na úvea pode acometer todas as estruturas do globo ocular. Sem tratamento adequado essa condição é capaz de causar lesões oculares importantes podendo gerar complicações como a catarata, o glaucoma e o descolamento da retina.

Sintomas

Podem aparecer em qualquer idade desde o nascimento até a velhice e igualmente em ambos os sexos, mas são mais frequentes no adulto jovem que, em geral, apresenta exame positivo para a toxoplasmose. Olho vermelho e dor são sintomas comuns nos quadros de uveítes e de conjuntivites.


Tratamento

O tratamento depende da origem da uveíte, mas, basicamente, procura atenuar a inflamação e dor com o uso de anti-inflamatórios tópicos e colírios que causam relaxamento da musculatura da íris e do corpo ciliar (localizado atrás da íris). Além de amenizar a dor ocular, o efeito de dilatação pupilar impede aderências da íris ao cristalino. Se a inflamação tem origem em causa infecciosa (como sífilis, tuberculose, toxoplasmose e herpes), é preciso empregar uma medicação específica para combater estes micro-organismos. Se a causa é imunológica (autoimune) é recomendável o acompanhamento em conjunto com um reumatologista que cuidará da eventual imunossupressão sistêmica.


Recomendações

Nunca se automedique. Procure sempre um oftalmologista se os olhos estiverem vermelhos e doloridos. Nas uveítes, o diagnóstico precoce é importante para preservar a integridade da visão. Realize todos os exames que o médico solicitar para determinar a causa e respaldar o tratamento correto. Não use lentes de contato se o quadro de uveíte não estiver controlado.

 

Olho Seco

Uma anomalia na produção ou na qualidade da lágrima pode provocar o ressecamento da superfície do olho, da córnea e da conjuntiva. Essa condição é conhecida como a Síndrome do Olho Seco, que ataca especialmente mulheres mais velhas.


Sintomas

O olho seco pode apresentar uma gama de sintomas que podem variar desde a ausência de sintomas até, em quadros graves, de grande sintomatologia. Os principais são secura, vermelhidão, coceira, ardor, sensação de corpo estranho e de “areia” nos olhos. Fotofobia, dificuldade de movimentar as pálpebras e maior produção de muco podem caracterizar ainda sinais da síndrome.


Tratamento

O tratamento é realizado com a aplicação de lágrimas artificiais, os lubrificantes oculares sob a forma de colírio ou pomada. Eles ajudam a aliviar os sintomas e, no geral, não costumam ter efeitos adversos. É indispensável, no entanto, identificar e controlar as causas do problema.


Recomendações

Pessoas com olho seco podem necessitar de cuidados especiais para adaptar-se ao uso de lentes de contato. Portadores precisam de acompanhamento oftalmológico mais frequente. Sem tratamento, podem ocorrer lesões na córnea que comprometem a qualidade da visão temporária ou definitivamente.

 

Terçol

É a infecção de uma pequena glândula da pálpebra, que pode ser interna ou externa conforme a glândula atingida. O terçol atinge a parte do olho que se conecta com os cílios ou a borda da pálpebra. Começa como um pequeno carocinho com vermelhidão na pálpebra e pode ficar um pouco dolorido.

Sintomas

Geralmente o terçol forma um pequeno nódulo que incha com um ponto purulento que por esse ponto mesmo vaza. O ponto, quando interno, só é visto se virarmos a pálpebra. Normalmente é de resolução espontânea, desaparecendo em poucos dias sem grandes problemas. No caso do terçol se tornar crônico ele evolui sem sinais de inflamação e pode deixar um nódulo indolor na pálpebra chamado calázio.da.


Tratamento

Na maioria dos casos, o terçol seca sozinho entre 3 e 5 dias, mas, em casos graves ou recorrentes, é preciso acompanhamento do oftalmologista. O tratamento pode incluir calor local com compressas, pomadas à base de antibiótico e corticosteroide, tudo com a devida orientação médica.


Recomendações

Manter as mãos sempre limpas é o melhor remédio para evitar a transmissão de vírus e bactérias. Lave as mãos várias vezes ao dia e evite passar o dedo no local em que apareceram lesões oculares.

 

Estrabismo

O estrabismo, popularmente chamado de “vesguice”, é um defeito visual no qual os olhos estão desalinhados e apontam para direções diferentes.


Sintomas

Um olho pode estar direcionado em linha reta, enquanto o outro está desviado para dentro, para fora, para cima ou para baixo. O olho desviado pode se endireitar ocasionalmente. Essa doença é uma condição comum entre crianças, mas também pode ocorrer em outra fase da vida.


Tratamento

O tratamento varia de acordo com a causa do estrabismo e pode envolver o reposicionamento dos músculos do olho, a remoção de uma catarata ou a correção de outros aspectos que provocam o desvio. Apenas um oftalmologista pode recomendar a terapia adequada. Alguns são corrigidos com o uso de óculos, outros com uso de óculos e cirurgia e há aqueles que são corrigidos apenas com a cirurgia. A cirurgia só é recomendada quando o desvio se mantém depois de corrigido o distúrbio que comprometia a visão. O tamanho do desvio é que determina se os músculos de apenas um ou dos dois olhos devem ser operados.


Recomendações

É mito acreditar que o estrabismo desaparece com o crescimento. Assim que o desvio ocular for notado nas crianças, elas devem ser encaminhadas para avaliação oftalmológica o quanto antes. O estrabismo pode ser tratado e corrigido em qualquer idade, mas os resultados são sempre melhores se o tratamento for seguido à risca e precocemente iniciado. Vale ressaltar que a falta de tratamento adequado pode reverter na perda total da visão do olho desviado.

 

Ceratocone

É uma doença ocular não inflamatória que afeta o formato e a espessura da córnea. Na doença, a córnea tende a assumir uma forma de cone (por isso o nome) que acarreta a percepção de imagens distorcidas. O principal sintoma é a visão borrada e distorcida tanto para longe quanto para perto. Algumas pessoas podem relatar diplopia (visão dupla) ou poliopia (percepção de várias imagens de um mesmo objeto), halos em torno das luzes, fotofobia (sensibilidade excessiva à luz) e ainda coceira.

Sintomas

A doença afeta homens e mulheres de forma igual e na grande maioria dos casos afeta os dois olhos. Na sua fase inicial, o ceratocone apresenta-se como um astigmatismo irregular que geralmente progride, o que obriga o paciente a substituir as lentes corretoras com frequência.


Tratamento

O diagnóstico definitivo é realizado com base nas características clínicas e com exames objetivos como a Topografia Computadorizada de Córnea e a Paquimetria Ultrassônica. O tratamento visa sempre proporcionar a melhor visão ao paciente assim como garantir seu conforto na utilização dos recursos que serão empregados e, principalmente, preservar a saúde da córnea. As alternativas de correção sempre são avaliadas na seguinte ordem: óculos, lentes de contato ou cirurgias.


Recomendações

O exame oftalmológico deve ser realizado anualmente ou mesmo mais frequentemente para monitorar a progressão da ceratocone.

 

Glaucoma

O glaucoma é uma doença causada pela lesão do nervo óptico relacionada à pressão ocular alta. Pode ser crônico ou agudo. Quando crônico é caracterizado pela perda da visão periférica (visão que permite perceber objetos ao nosso redor) por causa da lesão das fibras dos nervos que se originam na retina e formam o nervo óptico. Quando agudo acontece porque a pressão interna do olho torna-se extremamente alta e causa perda súbita e grave da visão.

Sintomas

Atinge com maior freqüência pessoas com mais de 40 anos de idade. O diagnóstico do glaucoma crônico só pode ser realizado pelo oftalmologista em um consultório médico. Geralmente este diagnóstico é feito através da medida da pressão intraocular (Tonometria), do exame nervo óptico (Fundoscopia), do exame da espessura da córnea (Paquimetria) e do exame de Campo Visual.


Tratamento

Depois de diagnosticado o glaucoma exige acompanhamento permanente com a realização de exames periódicos. A terapia se baseia na redução da pressão intraocular para que a lesão anatômica e funcional não progrida com medicações tópicas (colírios), aplicações de laser e, em alguns casos, cirurgia. Um tratamento inadequado ou falta de tratamento podem levar à cegueira.


Recomendações

O ideal é consultar regularmente o oftalmologista principalmente a partir dos 35 anos. O diagnóstico precoce da doença é fundamental para seu controle.

 

Conjuntivite

É a inflamação da conjuntiva, parte branca do olho. Há vários tipos de conjuntivite como a viral, bacteriana, alérgica, traumática, tóxica, química, entre outras. O tipo mais comum de conjuntivite é a infecciosa, que pode ser causada por um vírus ou bactéria. Espalha-se rapidamente, como a gripe, sendo transmitida através do ar em ambientes fechados.

Sintomas

Geralmente os sintomas começam com uma sensação de desconforto ocular, ardor, sensação de corpo estranho, lacrimejamento e olho vermelho. Não altera a visão, embora algumas pessoas podem se queixar de leve embaçamento por causa do acúmulo de lágrimas e de secreção sobre a córnea.


Tratamento

Algumas formas de conjuntivite podem apresentar sequelas ou a necessidade de um tratamento mais complexo. Por isso, é importante procurar atendimento oftalmológico ao primeiro sinal do problema. O importante é procurar o oftalmologista para confirmação do diagnóstico e indicação dos tratamentos mais adequados.


Recomendações

Devem-se lavar as mãos frequentemente, não usar lenço de pano, separar toalhas de rosto e banho e lençol e fronha, evitar piscinas e saunas.

Orçamento:

Contato/Horário de funcionamento

UNIDADE I

Av. Parada Pinto, nº 99 – Vila Nova
Cachoeirinha – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3851-4000

CLÍNICA
Segunda a sexta – 7h às 20h
Sábados – 7h às 18h

LABORATÓRIO
Segunda a sexta – 6h30 às 19h30
Sábados – 6h30 às 16h30
Domingo – 8h30 às 12h00
Feriado – 8h às 13h
 

UNIDADE II

Rua Barão do Rio Branco, nº 303
Santo Amaro – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3851-4000

CLÍNICA
Segunda a sexta – 7h às 19h
Sábados – 7h às 17h

LABORATÓRIO
Segunda a sexta – 7h às 19h
Sábados – 7h30 às 18h30
Domingo – 8h às 12h00
Feriado – 8h às 13h

UNIDADE III

Rua Antônio Agú, nº630
Centro – Osasco/SP
Telefone: (11) 3851-4000

CLÍNICA
Segunda a sexta – 7h às 20h
Sábados – 7h às 18h

LABORATÓRIO
Segunda a sexta – 6h30 às 19h00
Sábados – 7h30 às 18h00
Domingo – Fechado
Feriado – 8h às 13h

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