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Bijuterias: Por que elas dão alergia?

8 de janeiro de 2018

Brincos, pulseiras e anéis que chamamos bijuterias podem parecer ouro ou prata, mas na realidade são produzidos com uma mistura de metais que chamamos de “liga metálica”. O principal componente das ligas metálicas é o metal níquel, que está entre os principais causadores de alergias. Quanto mais “baratinha” a bijuteria, mais níquel entrou na sua composição e quanto maior a quantidade de níquel no brinco, pulseira, qualquer peça de metal, maior a chance de alergia. Difícil encontrar alguém que não tenha algum grau de sensibilidade a esse metal. Algumas pessoas são tão sensíveis que até o metal dos botões de calças e moedas nos bolsos, podem desencadear alergia. O ideal para quem já tentou usar bijuteria e apresentou irritação – pele vermelha, inchada, coçando – é optar por peças de aço cirúrgico ou joias de ouro e prata, que tem menor risco de provocar irritações. Alguns falam em proteger as peças com uma camada de esmalte. Isso não é recomendado, pois esmalte contém corante e tolueno, substâncias que podem irritar. Nunca tentar usar medicações caseiras, pois a pele já está sensibilizada e pode ficar ainda mais irritada. No momento da crise, a principal medida é suspender o uso de qualquer bijuteria e procurar o

7 de dezembro de 2017

Dezembro está sendo um mês quente. Inclusive, a partir do dia 21, já é verão, uma agradável época do ano, bastante aguardada por todos. Período de férias, viagem, mas também de muita alergia. Nesta época acontece o consumo de alimentos fora de hábitos do indivíduo, há um maior contato com insetos e um calor excessivo que predispõe as dermatites alérgicas. O suor em maior quantidade facilita a absorção de produtos químicos em contato com a pele aumentando reações à bijuteria, perfumes e diversos produtos. As alergias a picada de insetos trazem grandes transtornos e podem ser evitados com vacinas. É importante neste período o uso de roupas leves, de preferência algodão e utilizar protetor solar indicado por um alergista. Na alergia alimentar uma boa orientação pelo médico especialista, levando em conta o histórico do paciente, sua pré-disposição e recomendação, para não haver surpresas que possam comprometer a viagem de férias. Na dúvida, consultar um alergista. Isabel Cristina Moreira Porto Alergista CRM 68004  

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5 de dezembro de 2017

Comer é algo natural. O ser humano precisa do alimento para sobreviver e isto pode ser bem agradável.  Saborear um bom prato é  prazeroso, no entanto, nem sempre a alimentação é tão simples quanto parece. Para cerca de 5% da população comer pode ser um verdadeiro desafio, por causa de um problema chamado “alergia alimentar”. É mais comum em crianças do que adultos, mas pode se manifestar em qualquer época da vida. Os alimentos que mais causam alergia são: leite de vaca, ovo, frutos do mar, amendoim e trigo.

Como diferenciar alergia de intolerância alimentar

Na alergia alimentar o organismo estimula o sistema imunológico de forma exagerada quando entra em contato com  determinada substância presente no alimento, produzindo, então, uma série de sintomas generalizados pelo corpo. Estes sintomas na maioria das vezes são imediatos, nas primeiras horas apos a ingestão do alimento causador. Já na intolerância alimentar, que é bem mais comum do que a alergia, o organismo tem dificuldade de digerir determinadas substâncias, causando sintomas específicos, principalmente no sistema gastrointestinal. A intolerância alimentar não costuma colocar a vida das pessoas em risco, já a alergia sim. Um ex

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15 de dezembro de 2016

Como diferenciar intolerância à lactose de alergia à proteína do leite de vaca?

A intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) são doenças diferentes, apesar de muito confundidas no dia a dia.

shutterstock_207795133As pessoas com intolerância à lactose não produzem quantidades suficientes de uma enzima (chamada lactase) capaz de digerir a lactose, que é o açúcar do leite.

Já a APLV (alergia à proteína do leite de vaca) é uma reação do sistema imunológico, que age de forma exagerada quando entra em contato com proteínas do leite (ex: caseína, alfalactoalbumina, betalactoglobina). Portanto, a expressão “alergia à lactose” não é adequada, pois alergia é uma reação às proteínas e a lactose não é proteína, é um tipo de açúcar.

A intolerância à lactose não é tão comum em bebês, acomete mais crianças maiores, adolescente e adultos, inclusive de forma temporária após episódios de diarréia prolongada.

Os sintomas são apenas intestinais, como diarréia, vômitos, distensão abdominal (barriga estufada) e ocorrem cerca de meia hora a duas horas após a inge

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