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10º mandamento: Jamais usar alimentos como castigo ou recompensa

15 de março de 2018

Continuando nossa lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos ao 10º:

10º mandamento da boa alimentação infantil: Jamais usar alimentos como castigo ou recompensa

A famosa frase “se não comer o brócolis, não vai ter sobremesa” nunca foi tão perigosa. A criança nunca deve ser premiada por fazer aquilo que nada mais é do que sua obrigação social e biológica. Além disso, a sobremesa, quando presente, pelo menos no dia a dia, não deveria passar de uma fruta. E quando a criança se força a comer algo que ela odeia para ganhar algo que ela gosta, estamos apenas ensinando-a a odiar mais o primeiro e valorizar mais o segundo. No futuro, como adulta, não é preciso pensar muito para saber qual será a escolha alimentar espontânea dessa pessoa. O que fazer: defina o cardápio, com opções saudáveis, incluindo a sobremesa, daquela refeição e respeite a aceitação da criança. Não mude a sobremesa conforme a aceitação da criança. Se ela não aceitar aquela refeição, espere a próxima sem culpa e sem preocupação. Dúvidas procure por seu pediatra! Você também pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo:

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9 de março de 2018

Vamos para mais uma dica de boas práticas na hora da alimentação da criança.

9º mandamento: jamais substitua alimentos que a criança recusa por alimentos que ela gosta

Se a criança descobre uma maneira de fazer o cuidador trocar o alimento oferecido pelo alimento que ela gosta, a tendência é que ela repita esse comportamento. Na tentativa desesperada de que a criança coma, os cuidadores acabam aceitando que ela coma qualquer coisa, desde que coma. Isso é um erro. Nossas atitudes reforçam as atitudes inadequadas das crianças e são nossas atitudes que podem tornar a alimentação infantil adequada. Algumas crianças choram, outras fazem birra, outras param de comer e assim por diante. É importante lembrar que esses comportamentos fazem parte do desenvolvimento infantil e não há maldade ou manipulação nisso. Eles apenas tentam e cabe a nós manter nossas regras com firmeza e carinho com o intuito de educar e não de agradar. Se houver incoerência em nossas atitudes, ficamos reféns daqueles comportamentos que nós mesmos criamos nas crianças. O que fazer: estabeleça as regras, como número de refeições, tipos de alimentos, tempo para as refeições; de preferência tenha um plano alimentar a ser seguido

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2 de março de 2018

O jejum intermitente não trabalha a qualidade alimentar, e sim, mostra quando a pessoa deve realizar as refeições que são em dias alternados. Nesta dieta, diferente das convencionais que priorizam comer de 3 em 3 horas, pode se alimentar quando der fome, não há necessidade de realizar refeições de 5 à 6 refeições ao dia. Existem vários métodos do jejum, de 16 horas, 24 horas, 36 horas; dieta 5:2 e dieta do guerreiro, mas antes de iniciar o jejum é necessário adaptar uma dieta adequada, acrescentando mais legumes, frutas e legumes, pois não existe milagre para o emagrecimento. Esta “mudança de hábito” não deve ser feita aleatoriamente por qualquer pessoa. Antes disso, é importante consultar um nutricionista, pois será feito uma série de avaliações para realizar uma dieta personalizada.

E atividade física, pode fazer?

É necessário adaptar o organismo a nova mudança alimentar. A prática de atividade física precisa ser avaliada por um cardiologista, pois muitas doenças não apresentam sintomas e com isso não terá um tratamento adequado com a dieta e nem atividade física. Crianças, gestantes, idosos e pacientes que apresentem qualquer doença não devem realizar o jejum intermitente.

1 de março de 2018

Continuando a lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos a próxima dica!

8º mandamento – Sempre introduza novos alimentos

Desde cedo os pais tendem a separar os alimentos entre os que a criança “gosta” e os que “não gosta”. E na rotina corrida dos adultos, a opção por alimentos que a criança “gosta” e por isso mesmo aceita mais rápido, acaba virando um ato repetido diariamente. Entretanto, estudos mostram que as crianças podem aprender a aceitar alimentos, muitas vezes, após a vigésima tentativa de oferta. Insista! Além disso, a variedade no cardápio nos primeiros anos de vida reduz a possibilidade de seletividade alimentar e neofobia alimentar no futuro. O que fazer: não desista de um alimento se você achar que a criança não gostou na primeira oferta. Ofereça uma vez ao mês, sem forçar, pelo menos até o final do segundo ano de vida. Se houver rejeição muito evidente, como náuseas ou vômitos espere mais. Às vezes, após seis meses a criança pode aceitar um alimento inicialmente recusado. Ofereça pelo menos um alimento novo uma vez por semana desde a introdução alimentar. Isso ajuda a variar o cardápio e a aceitação da criança pode surpreender. Ofereça o alimento novo sempr

12 de fevereiro de 2018

Carnaval chegou trazendo muita animação e alegria. Para tudo sair melhor do que o esperado, preparei uma lista de dicas para você aproveitar sem culpa. Então na hora da folia, lembre-se: 1- Leve frutas de preferência da estação: ameixa, goiaba, mamão, abacate, pera, manga etc; 2- Abuse bastante da água. Inclusive, se você gostar de cerveja é importante aumentar ainda mais o consumo de água, pois a bebida causa desidratação; 3- Evite refrigerante, prefira suco natural ou de polpa com adoçante e água de coco. 4- Antes de sair casa programe-se bem. Não fique longo período em jejum, leve pequenos lanches, castanhas, barras de cereais, frutas secas etc; 5- Para ter energia e disposição, o ideal é consumir carboidratos, porém prefira os integrais; 6- Aumente o consumo de proteína, a mesma é responsável pela saciedade. 7- Cuidado especial para quem vai comer na rua: a higiene do local e manipulação dos alimentos é de extrema importância, principalmente, com o armazenamento dos alimentos. Uma boa opção para fonte de energia é o açaí com frutas, mas sem os acréscimos (leite condensado, leite em pó etc); 8- Aumentar o consumo de saladas. Mas c

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8 de fevereiro de 2018

Prosseguindo com os 10 mandamentos, vamos a quinta dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

5º Deixe seus filhos comerem  sozinhos

Muitos pais se incomodam com a bagunça que a criança pode fazer ao se alimentar sozinha e acabam não dando a elas a oportunidade de tentar no momento certo. Isso pode levar a uma resistência por parte da criança para comer sozinha no futuro. Não é raro mães de crianças de 5 – 6 anos queixarem-se de que os filhos não conseguem comer sozinhos. Mas muitas vezes eles apenas têm alguém que faz por eles e não aprendem a tentar. O que fazer: desde a primeira refeição da vida do bebê, deixe que ele interaja com os alimentos, com as mãos ou com colheres. Isso vai despertar seu interesse por novas conquistas. É importante dar autonomia.  Evitar a bagunça não é mais importante do que deixar o bebê livre para aprender. Qualquer dúvida procure por seu pediatra, pois é quem melhor poderá lhe orientar. Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento da boa alimentação infantil

7 de fevereiro de 2018

Quem acompanha os blocos de rua, participa dos desfiles nas escolas ou até mesmo corre atrás do trio elétrico não deve descuidar da alimentação. Tem que lembrar que esse descuido pode gerar desgaste físico e baixar a imunidade, portanto recarregar as energias faz parte dessa festa. Não pule refeições, faça de 5-6 por dia:  

  • No café da manhã, opte por sucos naturais, iogurtes desnatados, pães integrais, leites e laticínios magros;
  • Leve com você alimentos práticos, eles podem ser consumidos no meio da folia (frutas, barras de cereais, frutas desidratadas e biscoitos integrais)
  • Se não der tempo para uma refeição mais elaborada, a opção são os lanches. Escolha lanches leves e evite frituras. Sanduíches naturais com pães integrais, salada e fonte de proteína magra, como peito de peru e frango. Observe apenas se são feitos na hora e as condições de armazenamento.
  • Cuidado com o risco de intoxicação alimentar. Evite maionese e itens que estragam rápido, como, o ovo.
  • Nunca esqueça da hidratação. Vale sorvete de frutas, água de coco e até bebidas isotônicas. Lembre-se não abuse do álcool.
  • Se consumir bebidas alcoólicas, intercalar, sempre, com água.

Após o carnaval

2 de fevereiro de 2018

O dia mundial contra o câncer está aí e será uma grande oportunidade para focarmos a atenção em nossas atitudes do dia a dia e na das pessoas que amamos.

Afinal, não é todo dia que falamos desse assunto e quebrar o tabu é o primeiro passo!

Primeiramente, pare o que você está fazendo e reflita: O que fizemos hoje para prevenir o câncer? E o que fizemos hoje para desenvolver o câncer? Parece algo simples de fazer, mas que na correria do nosso dia a dia acabamos por deixar de lado pequenas atitudes que fazem grande diferença em nosso futuro.

Dados científicos mostram cada vez mais uma forte evidência de que há associação em nossas escolhas de vida e o desenvolvimento do câncer.

Isto quer dizer, que na maioria dos casos, a doença está relacionada a não aplicar aquilo que sabemos que é o saudável: ter uma atenção especial na dieta, estar no seu peso adequado, não fumar, praticar atividade física regularmente, evitar consumo exagerado de álcool e fazer os exames preventivos indicados por seu médico.

Hoje, a ciência está cada vez mais desenvolvida e ano a ano, medicamentos novos surgem para o

25 de janeiro de 2018

Na sequência dos 10 mandamentos, vamos continuar com a terceira dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

3º Escolher o local adequado para comer

Bebês e crianças pequenas raramente param para comer espontaneamente e a preocupação das famílias em ver o prato vazio é tão grande que qualquer lugar está valendo (carro, sala, quarto, elevador) desde que o bebê aceite tudo. Muitas crianças andam pela sala com os pais atrás, tentando dar alimento. O que fazer: o objetivo a médio e longo prazo é que a criança aprenda a comer sozinha e sentada à mesa. Então é assim que deve ser desde sempre. Se possível, escolha cadeiras que possam ser usadas direto á mesa evitando os cadeirões e evite que a criança saia da mesa para brincar ou fazer outras atividades antes que termine a refeição. Quem dedica tempo nesse início não precisa se preocupar com isso mais tarde. Criamos os 10 mandamentos para uma boa alimentação infantil, não perca as próximas publicações, cada semana, um novo mandamento! Veja o 1º mandamento aqui e o segundo aqui

11 de janeiro de 2018

Algumas das queixas mais frequentes nos consultórios são do tipo: “meu filho não come”, “só gosta de guloseimas”, “meu filho está muito magro”, “meu filho está acima do peso, mas nem come tanto assim”. Enfim, os hábitos alimentares são tão importantes que merecem papel de destaque e dicas para família fazer da refeição um momento de prazer e de saúde:

1º mandamento

O objetivo não é o prato vazio, mas a relação com a comida!

Quando o objetivo é ver o prato vazio, ou seja, fazer a criança aceitar tudo o que está sendo oferecido, “vale tudo” para que a criança coma: distração, trocas, barganhas, ameaças etc. Mas esse caminho não respeita os sinais da criança e impede que ela desenvolva suas próprias impressões sobre o alimento. Quando a criança tem sua fome e sua saciedade respeitadas, quando tem a oportunidade de aprender a comer sozinha e de experimentar novos alimentos, quando a criança não é forçada a comer e aprende a comer quando está com fome e não comer quando está satisfeita é possível estabelecer uma relação mais prazerosa e consciente. Aceite que o prato nem sempre estará vazio, e isso é respeito, não tem nada a ver com desempenho materno ou falta de cuidado. Outro erro é confundir a curiosidade do bebê com vontade

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