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Halitose ou mau-hálito: quais suas causas e como evitar

16 de janeiro de 2018

O que é halitose ou mau hálito?

A halitose ou mau hálito é uma situação anormal do hálito que muda para um odor desagradável. Todavia, não é uma doença, mas é um sinal de que há alteração fisiológica, indicando que alguma coisa no organismo está desequilibrado. Segundo a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), pesquisas apontam que, pelo menos, 30% dos brasileiros (50 milhões de pessoas) têm esse problema. A ida ao médico, gastroenterologista, é importante para identificação do problema e orientação para o melhor tratamento.

Quais são suas causas?

Ainda, segundo a ABHA, há, em média, 60 causas diferentes para o problema. Estudos têm demonstrado que a halitose está relacionada a diminuição de produção de saliva. Assim situações, como longo tempo em jejum e após períodos de sono (dormir), onde ocorre diminuição da produção de saliva e aumento de mau-hálito. Apesar de 90% das suas causas se darem no ambiente bucal, a halitose é de cunho multifatorial e pode ter causas sistêmicas. Contudo, as causas podem envolver: estresse, problemas renais ou hepáticos, diabetes etc. Além de fatores da própria natureza humana, como alimentação errada, jejum longo, problemas em vias aéreas, placas bacterianas na lín

1 12 de janeiro de 2018

Definições

Dispneia é o termo usado para sensações respiratórias desconfortáveis. A literatura médica tem diversas definições, dentre elas, considera-se a percepção subjetiva de desconforto respiratório, qualitativamente distinto e que varia em intensidade. Pessoas sadias podem apresentar dispneia ao realizar grandes esforços, porém quando este achado clínico surge em meio a um esforço físico desproporcional à queixa, obrigatoriamente se inicia a investigação da causa. Pelo fato de ser uma queixa subjetiva, o paciente pode apresentar sensação de aperto no peito, sufocamento, falta de ar, incapacidade de encher o pulmão, dentre outras formas referidas. Sendo um sintoma relativamente comum, acomete milhões de pessoas com doenças pulmonares e cardiovasculares. Pode ser, por exemplo, a manifestação inicial de um infarto, tromboembolismo pulmonar, doença pulmonar obstrutiva crônica ou doenças intersticiais pulmonares. A proporção de pacientes que procuram o médico com esta queixa aumenta com a idade, sendo o pico de incidência entre os 55 e 69 anos de idade.

Durante a consulta

Informar ao médico sinais indiretos de classificação da dispneia. Por exemplo: Grau 0 – Dispneia em esforços extremos como correr ou subir escadas íngremes. Grau 1 –

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