Arquivos comportamento - Clinica Fares

A dificuldade escolar como um alerta para saúde infantil-juvenil

5 de abril de 2018

É possível notar que há um aumento recente na incidência de problemas comportamentais e de aprendizagem como um todo em crianças e adolescentes. Isso reflete no aumento do número de queixas escolares e convocação de pais e responsáveis junto às Instituições de ensino. A presença de problemas comportamentais representam alto risco para o baixo rendimento escolar e é um importante alerta para identificação de questões emocionais mal elaboradas e possíveis  transtornos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em quatro famílias tem pelo menos um membro que sofre de um transtorno mental ou comportamental. A identificação precoce de transtornos mentais e comportamentais é fundamental para melhor direcionamento do tratamento adequado. Na fase escolar, o diagnóstico orienta pais e professores para a melhor prática junto à criança e ao adolescente. Um transtorno ou distúrbio que não é identificado e tratado pode gerar ansiedade na criança, cobranças excessivas por parte dos responsáveis e aumento da incidência de outras psicopatologias associadas, como por exemplo, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Quadros Depressivos, Reação Aguda ao Estresse, entre outras. De modo geral, os problemas de aprendizagem podem impactar na vida soc

1 de fevereiro de 2018

Vamos continuar a lista dos 10 mandamentos da boa alimentação infantil. Agora, é a quarta dica! Acompanhe toda semana.

3 – Oferecer os alimentos com calma e dedicação, mas não por muito tempo

Com a rotina, muitas vezes, sobrecarregada não é incomum que as crianças entrem desde muito cedo na rotina corrida dos adultos. Quando a refeição da criança precisa ser rápida demais, as substituições por alimentos de mais fácil aceitação são comuns e perigosas. Se for demorada demais, a criança lança mão de comportamentos de recusa para se “livrar” mais rápido daquele momento, muitas vezes, estressante.

Dica

Estabeleça cerca de 20 a 30 minutos de refeição. Sendo 20 a 30 minutos para a refeição salgada e 10 minutos para a sobremesa (fruta) se houver. Não desista antes e não ultrapasse esse intervalo. Isso ajuda a não sobrecarregar a criança nem a família com o momento da refeição. A refeição é para ser prazer, um momento de saúde, mas também de convivência, alegria e aprendizado. Qualquer dúvida procure por seu pediatra! Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento d

24 de janeiro de 2018

Muita gente acredita que ter autoestima é apenas se achar bonito e estar satisfeito com sua aparência física. Se aceitar como você é fisicamente faz parte, porém a autoestima é muito mais do que estética e beleza. É um estado psicológico que inicia sua formação na infância e pode ser aumentada ou diminuída em diferentes momentos da vida. A autoestima é o juízo que fazemos de nós mesmos: O quanto nos apreciamos, valorizamos e ficamos satisfeitos em ser como somos, o que pode ser observado pelas atitudes para consigo. O autor Branden define autoestima como “A confiança em nossa capacidade para pensar e enfrentar os desafios da vida; a confiança em nosso direito de ser feliz; a sensação de sermos merecedores, dignos, qualificados para expressar nossas necessidades, desejos e desfrutar os resultados de nossos esforços”. Seus componentes são: sentimento de competência e valor pessoal. Pessoas com baixa autoestima tendem a ter necessidade exagerada de agradar os outros, necessidade de aprovação, pensamentos negativos sobre si mesmo, muita insegurança, inflexibilidade, dificuldade de expressar opiniões e vontades, mas principalmente, supervalorizam os demais e colocam-se numa posição inferior. Quando entendemos a autoestima como algo

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