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4º mandamento da boa alimentação infantil: defina um tempo para a criança comer

1 de fevereiro de 2018

Vamos continuar a lista dos 10 mandamentos da boa alimentação infantil. Agora, é a quarta dica! Acompanhe toda semana.

3 – Oferecer os alimentos com calma e dedicação, mas não por muito tempo

Com a rotina, muitas vezes, sobrecarregada não é incomum que as crianças entrem desde muito cedo na rotina corrida dos adultos. Quando a refeição da criança precisa ser rápida demais, as substituições por alimentos de mais fácil aceitação são comuns e perigosas. Se for demorada demais, a criança lança mão de comportamentos de recusa para se “livrar” mais rápido daquele momento, muitas vezes, estressante.

Dica

Estabeleça cerca de 20 a 30 minutos de refeição. Sendo 20 a 30 minutos para a refeição salgada e 10 minutos para a sobremesa (fruta) se houver. Não desista antes e não ultrapasse esse intervalo. Isso ajuda a não sobrecarregar a criança nem a família com o momento da refeição. A refeição é para ser prazer, um momento de saúde, mas também de convivência, alegria e aprendizado. Qualquer dúvida procure por seu pediatra! Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento d

24 de janeiro de 2018

Muita gente acredita que ter autoestima é apenas se achar bonito e estar satisfeito com sua aparência física. Se aceitar como você é fisicamente faz parte, porém a autoestima é muito mais do que estética e beleza. É um estado psicológico que inicia sua formação na infância e pode ser aumentada ou diminuída em diferentes momentos da vida. A autoestima é o juízo que fazemos de nós mesmos: O quanto nos apreciamos, valorizamos e ficamos satisfeitos em ser como somos, o que pode ser observado pelas atitudes para consigo. O autor Branden define autoestima como “A confiança em nossa capacidade para pensar e enfrentar os desafios da vida; a confiança em nosso direito de ser feliz; a sensação de sermos merecedores, dignos, qualificados para expressar nossas necessidades, desejos e desfrutar os resultados de nossos esforços”. Seus componentes são: sentimento de competência e valor pessoal. Pessoas com baixa autoestima tendem a ter necessidade exagerada de agradar os outros, necessidade de aprovação, pensamentos negativos sobre si mesmo, muita insegurança, inflexibilidade, dificuldade de expressar opiniões e vontades, mas principalmente, supervalorizam os demais e colocam-se numa posição inferior. Quando entendemos a autoestima como algo

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