Arquivos coração - Clinica Fares

Benefícios da cardiologia preventiva para o bem-estar

18 de outubro de 2017

A cardiologia preventiva é versátil e muito dinâmica. Sobretudo, atualmente, podemos usufruir dos recursos que a tecnologia na palma da mão nos oferece via smartphone. Por exemplo, existem aplicativos que permitem calcular a distância percorrida em metros, a contagem do número de passos, dentre outras possibilidades. Neste sentido, podemos estabelecer uma meta semanal de 150 minutos com uma caminhada diária de 30 minutos, cinco vezes por semana. Com hábitos de uma vida de maior longevidade aliado aos banhos de sol, poderemos contribuir para a construção de músculos da coluna e das pernas mais fortes. Além disso, as práticas diárias de pequenos exercícios de alongamento mantem a flexibilidade de nossos joelhos. Aprender a fazer boas escolhas na vida de um modo geral é essencial. Contudo, podemos optar entre subir os degraus de uma escada, ser carregados pelo elevador ou escadas rolantes. Musicoterapia, risoterapia e a prática assídua da meditação aliviam o estresse diário. Na segunda década da era digital vamos recordar que a primeira conexão deve ser com o nosso interior “conhece-te a ti mesmo” dizia Sócrates. Procure um médico cardiologista e tire suas dúvidas!

29 de setembro de 2017

Hoje, as doenças cardiovasculares são as principais causas de mortalidade em nosso país. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 17,5 milhões de pessoas morrem, no mundo, todos os anos vítimas de doenças cardiovasculares. Dentre as doenças que mais matam estão inclusas o infarto e o AVC (acidente vascular cerebral). Apesar de serem perigosas, essas doenças, podem ser extremamente preveníveis. Isto se haver um cuidado adequado com o coração. Para evitar as doenças cardiovasculares temos que ter uma vida saudável, que inclui os cinco passos: 1- Dizer não ao sedentarismo: O ideal é praticar atividades físicas regularmente, de três a cinco vezes por semana; podendo começar gradativamente, estabelecer metas realistas e escolher um exercício prazeroso; 2- Controlar os fatores de riscos de doenças cardiovasculares: controlar muito bem a hipertensão arterial; que é considerada normal quando mede“12 por 8”; 3- Ter cuidado absurdo para não ter diabetes. Os que já têm diabetes devem tratar de forma adequada com uma alimentação equilibrada, sem excesso de açúcar e carboidrato; 4- Controlar o colesterol total, já que ele é subdividido em LDL (colesterol ruim) e HDL (colesterol bom), que é um tipo

21 de setembro de 2017

O colesterol é um tipo de gordura encontrada em nosso organismo necessária para a formação das membranas celulares, produção de alguns hormônios, vitamina D e ácidos biliares, porém, o seu excesso é fator de risco ao organismo pelo possível desenvolvimento de aterosclerose. Grande parte do colesterol (70%) é produzido pelo fígado e somente 30% provém da dieta, principalmente de alimentos com gordura de origem animal. O colesterol total é subdividido em LDL (colesterol ruim) e HDL (colesterol bom). O LDL em excesso lesa os vasos sanguíneos, predispondo à formação de placas de gordura. O HDL remove o excesso de colesterol do sangue, levando-o para o fígado para ser eliminado. O aumento de Triglicérides (outro tipo de gordura), também é prejudicial e pode levar à pancreatite. O valor ideal de colesterol total é de 200 mg/dL, LDL: 100 mg/dL, HDL acima de 60 mg/dL e Triglicérides 150 mg/dL. Além de causas relacionadas à dieta rica em gorduras, ao sedentarismo, tabagismo, alterações de tiroide, diabete, a elevação das gorduras pode ter causa genética. Caso as mudanças de dieta e hábitos não surtam o efeito desejado, podem ser introduzidas medicações como as estatinas e fibratos. Atenção especial deve ser dada às crianças, pois os distúrbios do colesterol surgem na infância. E também é importante termos uma alimentação saudável, pouco g

3 de agosto de 2017

Os dentistas e os cardiologistas concordam que existe uma ligação muito forte com a saúde dentária e a saúde do coração. Recentemente, mais de 120 estudos médicos mostraram que a presença de bactérias específicas e suas combinações nos espaços entre os dentes e as gengivas pode explicar a aparente relação entre doença periodontal e síndrome coronariana aguda (SCA). O estudo também destacou que a doença das gengivas é, por si só, um fator de risco para a doença arterial coronariana. Dados de um estudo com mais de 50 mil pessoas apontaram que pessoas com menos dentes e mais doenças da gengiva apresentaram maior risco de AVC. Outros estudos indicam ligação direta entre as artérias entupidas nas pernas e a doença das gengivas. Essa ligação pode ser explicada de duas maneiras: a primeira, é que as bactérias presentes na gengiva são capazes de liberar toxinas enviadas diretamente para a corrente sanguínea e contribuem para a formação de placas de gorduras nas artérias.Esse entupimento pode levar o paciente a ter problemas sérios, tais como os coágulos, responsáveis por possíveis bloqueios do fluxo sanguíneo. A segunda é que essas bactérias estimulam o fígado a produzir altos níveis de proteínas ocasionando a inflamação de vasos sanguíneos. Essa inflamação possivelmente pode levar

8 de janeiro de 2016

Da Redação   Você é daqueles tipos de pessoas que, mal faz qualquer atividade simples, como descer alguns lances de escada, é já fica cansada como se tivesse corrido uma maratona? É bom ir atrás de um médico: por trás desse cansaço pode estar algo mais sério como um quadro de insuficiência cardíaca, por exemplo!   Vou explicar melhor. A insuficiência cardíaca é o comprometimento da capacidade do coração de suprir as necessidades do organismo.   É quando, é quando o bombeamento de sangue para os outros órgãos é prejudicado e muitos sintomas, como o cansaço frequente que citei, começam a surgir.   A insuficiência cardíaca é algo alarmante e quem atesta isso é a Organização Mundial da Saúde (OMS. O principal sintoma, como eu disse, é o cansaço após uma situação de esforço e, na fase avançada da doença, esse cansaço pode aparecer mesmo em repouso.   Inchaço nas pernas, aumento do volume abdominal e palpitações, entre muitos outros, são outros sinais bem comuns da insuficiência. O problema, naturalmente, costuma ser mais comum em pessoas idosas, mas pode acometer qualquer pessoa de qualquer faixa etária.   A explicação à insuficiência cardíaca ser maior em pacientes com mais de 65 anos é porque, na maioria das vezes, ela tem relação com outros problemas cardíacos como a velha e temida hipertensão

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