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Como prevenir na infância o câncer do adulto

18 de junho de 2018

O câncer surge a partir da proliferação celular descontrolada de uma única célula. Alguns fatores já são conhecidos como causa desta doença durante a vida adulta e tudo começa na infância. Esses fatores são chamados de fatores de risco carcinogênicos e evitá-los representa a base da prevenção. Nos Estados Unidos da América (EUA) em 2014, foi estimado que 42% dos cânceres em adultos com 30 anos ou mais, foram atribuíveis a fatores de risco potencialmente modificáveis, muitas vezes, durante a infância. Primeiramente o mais importante é levar a criança sempre ao pediatra , este especialista é o profissional adequado para identificar e orientar sobre os fatores de risco .

Como proteger o seu filho

  • Não expor a criança e o adolescente a fumaça do tabaco e prevenir o tabagismo em adolescentes;
  • Prevenir e agir na obesidade infantil. A obesidade na criança parece estar associada ao aumento do risco para vários tipos de câncer na idade adulta (esôfago, tireoide, vesícula, mama, cólon, renal);
  • Dieta: as escolhas alimentares são muito importantes, considerando que alguns alimentos podem ajudar a proteger o corpo contra a doença, outros podem aumentar o risco de desenvol

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14 de junho de 2018

A constipação intestinal compreende evacuações em frequência menor do que três vezes por semana, percebendo-se o aumento da consistência das fezes, que tornam-se ressecadas e duras. Há casos em que a criança evacua diariamente de forma incompleta, fezes muito ressecadas, em cíbalos (“bolinhas duras” como fezes de cabrito), com muito esforço e dor, que são igualmente classificados como constipação intestinal. Algumas crianças permanecem muitos dias sem evacuar e eliminam fezes extremamente volumosas e calibrosas denominadas fecalomas, que, por vezes, determinam entupimento do vaso sanitário. A insegurança, desconforto e dor para completar o ato evacuatório geram em muitas crianças um comportamento denominado como retentivo. Elas se recusam a sentar no vaso sanitário ou pinico e acabam por expelir as fezes em lugares diferentes, como atrás de cortinas ou portas. As fezes muito duras podem, por vezes, machucar o ânus e determinar fissuras, com consequente dor e sangramento. O tratamento, muitas vezes, será associado com medicação laxativa aliada a dieta, com maior teor de fibras, o que inclui frutas, grãos, leguminosas, hortaliças e cereais. Alguns farelos como de trigo ou aveia podem ser adicionados como auxiliares. Para cri

6 de junho de 2018

Uma pequena picadinha no calcanhar do seu bebê detecta precocemente diversas doenças que podem prejudicar o seu desenvolvimento. O teste é obrigatório e deve ser realizado após as primeiras 48h de vida.

Como o teste do pezinho é realizado?

O teste é realizado no pezinho, mais especificamente no calcanhar, através de uma picadinha onde é colhido uma amostra de sangue do recém-nascido.

Por que no calcanhar? Porque é uma região com grande fluxo de sangue, com muitos vasos sanguíneos, o que facilita a retirada do sangue.

Normalmente, o resultado do teste pode ficar pronto em até 30 dias, mas tudo depend

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10 de abril de 2018

Para quem achava que adolescência estava longe, um belo engano. Ela aparece, de maneira um pouco diferente, entre 1 ano e meio, e 3 anos.

E sua principal causa?

O desenvolvimento normal. É nesse momento que a criança percebe-se como indivíduo, com desejos e opiniões próprias. Quer tomar suas decisões, mas tem dificuldade, pois muitas vezes, não se faz compreendido ou a verbalização é diferente do pensamento (ainda tem pouco vocabulário e memórias).

Como acontece?

A criança passa a ter comportamento opositivo às solicitações dos pais, como se fosse desafiador contrariar. Berra e esperneia diante de qualquer contrariedade, fala não para tudo resistindo à qualquer orientação. Há crianças que demonstram essas características mais intensamente que outras. Quando essas situações acontecem, o ideal é sempre disciplinar a criança após a birra, conversando, nunca usando força física para não haver associação negativa. Mas, e se a criança usar força (bater) quando estiver descontente? Cabe ao adulto contê-la, abaixar em sua altura dizendo entender a braveza, porém reprovando a atitude, fazendo assim uma desconexão entre frustração e agressividade. Por vezes, a criança usa a autoagressão como tentativa de comoç

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5 de abril de 2018

É possível notar que há um aumento recente na incidência de problemas comportamentais e de aprendizagem como um todo em crianças e adolescentes. Isso reflete no aumento do número de queixas escolares e convocação de pais e responsáveis junto às Instituições de ensino. A presença de problemas comportamentais representam alto risco para o baixo rendimento escolar e é um importante alerta para identificação de questões emocionais mal elaboradas e possíveis  transtornos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em quatro famílias tem pelo menos um membro que sofre de um transtorno mental ou comportamental. A identificação precoce de transtornos mentais e comportamentais é fundamental para melhor direcionamento do tratamento adequado. Na fase escolar, o diagnóstico orienta pais e professores para a melhor prática junto à criança e ao adolescente. Um transtorno ou distúrbio que não é identificado e tratado pode gerar ansiedade na criança, cobranças excessivas por parte dos responsáveis e aumento da incidência de outras psicopatologias associadas, como por exemplo, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Quadros Depressivos, Reação Aguda ao Estresse, entre outras. De modo geral, os problemas de aprendizagem podem impactar na vida soc

29 de março de 2018

A tão esperada festinha de um ano chegou! E com isso novas conquistas e habilidades são adquiridas pelo bebê. É a partir dos 12 meses que seu filho vai começar a se soltar para dar os primeiros passinhos sozinho, sem apoio e então começar a andar. Com esse idade, eles aprendem a comer sozinhos com a colher. Muitas vezes, erram o caminho da boca, derrubam a comida, mas faz parte do aprendizado. Uma criança de 1 ano já deve comer exatamente o que os pais comem, sem alteração na consistência, ou seja, não deve mais amassar, bater ou triturar o alimento. A habilidade motora fina está mais desenvolvida, gostam de atividades de encaixe, de fazer barulho com peças, de pôr e tirar objetos de um lugar para o outro, de arrremessar coisas e já conseguem ficar em atividades mais calmas por alguns minutos. O bebê já entende melhor a separação, então fica mais choroso ao se separar dos pais, e é um bom momento para trabalhar esse distanciamento, ensinando-o a se tornar mais independente. Com 12 meses a fala do bebê passa a ter intenção comunicativa, não tem mais caráter de experimentação, como nas fases anteriores. Começa a onomatopeias e é muito ativo em situações comunicativas, respondendo, com balbucios, em situações de conversação. No decorrer dos 12 aos 18 meses aco

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28 de março de 2018

Todo papai e mamãe espera ansioso  pelos primeiros passinhos e pelas primeiras gracinhas do bebê. É com 9/10 meses que o bebê começa a aprender essas novas habilidades. Nesta fase, o bebê já é capaz de engatinhar e, muitas vezes, de se levantar, ficar em pé com apoio, dar os primeiros passinhos segurando em algo, subir escadas engatinhando e consegue sentar e levantar sem ajuda. O bebê já sabe pôr e tirar objetos de dentro de uma caixa, gosta de dar e pegar as coisas, sabe empilhar, derrubar e  jogar bola. Os sons produzidos pela criança nessa faixa de desenvolvimento são aqueles baseados no idioma falado em casa. Ela já é capaz de apontar para aquilo que deseja e combina os gestos com som. Consegue emitir sons feitos por outras pessoas e imita gestos com “tchau”, “mandar beijo”, “piscar o olho” e entende o não, apesar de, muitas vezes, não obedecer. Lembre-se, essas informações são parâmetros de normalidade padronizado por estudos, mas um desvio muito grande desse padrão necessita de uma avaliação. Caso seu filho seja prematuro, é esperado um atraso nesse padrão, levamos sempre em conta a idade corrigida! Gostou desse texto? Quer saber mais? Então continue nos

27 de março de 2018

É a avaliação da gestante pelo médico pediatra, a partir das 32 semanas de gestação (orientação da SBP desde 2014). Esta avaliação é um direito, seja via o SUS – Sistema Único de Saúde, seja via reembolso de convênio. Nesta consulta, o pediatra avalia exames gestacionais, conversa com os pais a respeito da expectativa com a chegada do bebê, o planejamento dos primeiros dias. Neste momento, também, discute-se sobre os fatores emocionais com o nascimento e, fundamentalmente, fala-se sobre as dúvidas trazidas pelos pais. Normalmente, os temas mais abordados são: situações do parto para a mãe e o recém-nascido, amamentação, higiene, sono, informações de internet, “palpites” de amigos/familiares. Muitas vezes, esquecemos durante a gestação, de discutir esses temas corriqueiros, enfrentando algumas dificuldades quando sua criança está nos seus braços, apresentando inúmeras dúvidas e não sabendo a quem recorrer para um melhor direcionamento. A importância dessa consulta é já conhecer o pediatra antes do nascimento, para que a família se identifique com o profissional, crie vínculo, saiba em quem confiar desde os primeiros momentos do bebê. Além disso, caso haja qualquer intercorrência na maternidade, os pais

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23 de março de 2018

O tempo passou, seu bebezinho está crescendo, está com 6 (seis) meses, agora ele já sabe sentar, já conhece os suquinhos, as frutinhas, as papinhas, já segura os objetos que quer e quando quer, já passa os objetos de uma mão para a outra e já derruba os objetos com intenção. Nessa fase o bebê já entende a inflexão e tons de voz e é capaz de rir ou chorar dependendo da forma como falamos com ele. Quanto à fala, nessa fase há um rápido aumento nas combinações de vogais e consoantes, brincando com os sons que já é capaz de produzir. Até então, o que era uma vocalização vira  balbucio e passa a ter repetição de sílabas, e de sílabas diferenciadas, como “mamapá”. O balbucio é muito importante, pois é o início do desenvolvimento de linguagem oral do bebê. Nessa fase, eles experimentam todos os sons e imitam sons que nós fazemos, por isso brincadeira que exploram sons nessa fase são muito importantes. Com seis meses a criança se interessa muito por cores e texturas, então durante a brincadeira, ofereça muitos objetos os quais ele possa tocar, sentir e seguir com os olhos, colocar na boca e interagir, sempre usando a fala como apoio. Livros com muitas cores e desenhos grandes também são bem vindos nessa fase. Lembre-se, essas informações são parâmetros de normalidade padro

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21 de março de 2018

Depois de toda a gestação e parto, chegou o momento de curtir o bebê. Além de todos os medos e inseguranças normais dessa fase, os pais pensam: será que meu bebê, tão pequenino, já é capaz de estabelecer alguma forma de comunicação comigo? A resposta é sim. Desde o nascimento, o bebê se comunica, principalmente com os pais, que são as pessoas mais próximas. De acordo com estudos, do nascimento até o primeiro mês de vida, os recém-nascidos são capazes de se comunicarem através do choro, mas nessa fase ainda o choro é igual para tudo, sendo ainda uma resposta biológica a dor e a fome. O bebê é capaz de reagir a sons fortes se assustando, à luz e a voz de seus pais, se acalmando quando escuta a voz da mãe. Nessa fase o bebê já produz vocalizações, mas ainda sem intenção comunicativa e de uma maneira esporádica. O bebê também tem a habilidade de imitar expressões faciais de seus pais e de fazer contato visual quando o rosto dos pais está dentro de seu campo de visão, entre 20/30 cm. Portanto, durante a amamentação (seja ela natural – em seio materno – ou artificial – na mamadeira) o recém-nascido já é capaz de manter contato visual com a mãe, olhando nos olhos dela. Já por volta dos 2/3 meses, o <

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