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Desenvolvimento da linguagem: fala do bebê com 6 mês de vida

23 de março de 2018

O tempo passou, seu bebezinho está crescendo, está com 6 (seis) meses, agora ele já sabe sentar, já conhece os suquinhos, as frutinhas, as papinhas, já segura os objetos que quer e quando quer, já passa os objetos de uma mão para a outra e já derruba os objetos com intenção. Nessa fase o bebê já entende a inflexão e tons de voz e é capaz de rir ou chorar dependendo da forma como falamos com ele. Quanto à fala, nessa fase há um rápido aumento nas combinações de vogais e consoantes, brincando com os sons que já é capaz de produzir. Até então, o que era uma vocalização vira  balbucio e passa a ter repetição de sílabas, e de sílabas diferenciadas, como “mamapá”. O balbucio é muito importante, pois é o início do desenvolvimento de linguagem oral do bebê. Nessa fase, eles experimentam todos os sons e imitam sons que nós fazemos, por isso brincadeira que exploram sons nessa fase são muito importantes. Com seis meses a criança se interessa muito por cores e texturas, então durante a brincadeira, ofereça muitos objetos os quais ele possa tocar, sentir e seguir com os olhos, colocar na boca e interagir, sempre usando a fala como apoio. Livros com muitas cores e desenhos grandes também são bem vindos nessa fase. Lembre-se, essas informações são parâmetros de normalidade padro

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21 de março de 2018

Depois de toda a gestação e parto, chegou o momento de curtir o bebê. Além de todos os medos e inseguranças normais dessa fase, os pais pensam: será que meu bebê, tão pequenino, já é capaz de estabelecer alguma forma de comunicação comigo? A resposta é sim. Desde o nascimento, o bebê se comunica, principalmente com os pais, que são as pessoas mais próximas. De acordo com estudos, do nascimento até o primeiro mês de vida, os recém-nascidos são capazes de se comunicarem através do choro, mas nessa fase ainda o choro é igual para tudo, sendo ainda uma resposta biológica a dor e a fome. O bebê é capaz de reagir a sons fortes se assustando, à luz e a voz de seus pais, se acalmando quando escuta a voz da mãe. Nessa fase o bebê já produz vocalizações, mas ainda sem intenção comunicativa e de uma maneira esporádica. O bebê também tem a habilidade de imitar expressões faciais de seus pais e de fazer contato visual quando o rosto dos pais está dentro de seu campo de visão, entre 20/30 cm. Portanto, durante a amamentação (seja ela natural – em seio materno – ou artificial – na mamadeira) o recém-nascido já é capaz de manter contato visual com a mãe, olhando nos olhos dela. Já por volta dos 2/3 meses, o <

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19 de março de 2018

Como a linguagem se desenvolve? O que podemos perceber desde o nascimento sobre a linguagem dos nossos pequenos? Ao nascer, eles já são capazes de se comunicar? Quando devo me preocupar se o comportamento linguístico está fora ou não do esperado para a idade? Estas e algumas outras dúvidas são normais ao nos depararmos com um bebê. O comportamento linguístico varia e não existe fórmula mágica para fazermos nossos pequeninos falarem. Porém, alguns estudos conseguem traçar os comportamentos padrões para cada faixa de desenvolvimento, mas veja só, são parâmetros, não necessariamente seu filho tem que estar exatamente igual, mas uma variação muito grande é preocupante. Nessa série de texto irie abordar o desenvolvimento dos pequenos em cada faixa de desenvolvimento e como podemos melhor estimulá-los. Vale lembrar que estar perto, presente e oferecer brinquedos, muitas vezes, não favorece o desenvolvimento. Temos que estar presente de corpo e alma para nossos filhos, interagir, ouvi-los, nos fazer presente e nos conectar com eles. Procure seu fonoaudiólogo de confiança para uma avaliação com sua criança!

15 de março de 2018

Continuando nossa lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos ao 10º:

10º mandamento da boa alimentação infantil: Jamais usar alimentos como castigo ou recompensa

A famosa frase “se não comer o brócolis, não vai ter sobremesa” nunca foi tão perigosa. A criança nunca deve ser premiada por fazer aquilo que nada mais é do que sua obrigação social e biológica. Além disso, a sobremesa, quando presente, pelo menos no dia a dia, não deveria passar de uma fruta. E quando a criança se força a comer algo que ela odeia para ganhar algo que ela gosta, estamos apenas ensinando-a a odiar mais o primeiro e valorizar mais o segundo. No futuro, como adulta, não é preciso pensar muito para saber qual será a escolha alimentar espontânea dessa pessoa. O que fazer: defina o cardápio, com opções saudáveis, incluindo a sobremesa, daquela refeição e respeite a aceitação da criança. Não mude a sobremesa conforme a aceitação da criança. Se ela não aceitar aquela refeição, espere a próxima sem culpa e sem preocupação. Dúvidas procure por seu pediatra! Você também pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo:

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9 de março de 2018

Vamos para mais uma dica de boas práticas na hora da alimentação da criança.

9º mandamento: jamais substitua alimentos que a criança recusa por alimentos que ela gosta

Se a criança descobre uma maneira de fazer o cuidador trocar o alimento oferecido pelo alimento que ela gosta, a tendência é que ela repita esse comportamento. Na tentativa desesperada de que a criança coma, os cuidadores acabam aceitando que ela coma qualquer coisa, desde que coma. Isso é um erro. Nossas atitudes reforçam as atitudes inadequadas das crianças e são nossas atitudes que podem tornar a alimentação infantil adequada. Algumas crianças choram, outras fazem birra, outras param de comer e assim por diante. É importante lembrar que esses comportamentos fazem parte do desenvolvimento infantil e não há maldade ou manipulação nisso. Eles apenas tentam e cabe a nós manter nossas regras com firmeza e carinho com o intuito de educar e não de agradar. Se houver incoerência em nossas atitudes, ficamos reféns daqueles comportamentos que nós mesmos criamos nas crianças. O que fazer: estabeleça as regras, como número de refeições, tipos de alimentos, tempo para as refeições; de preferência tenha um plano alimentar a ser seguido

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1 de março de 2018

Continuando a lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos a próxima dica!

8º mandamento – Sempre introduza novos alimentos

Desde cedo os pais tendem a separar os alimentos entre os que a criança “gosta” e os que “não gosta”. E na rotina corrida dos adultos, a opção por alimentos que a criança “gosta” e por isso mesmo aceita mais rápido, acaba virando um ato repetido diariamente. Entretanto, estudos mostram que as crianças podem aprender a aceitar alimentos, muitas vezes, após a vigésima tentativa de oferta. Insista! Além disso, a variedade no cardápio nos primeiros anos de vida reduz a possibilidade de seletividade alimentar e neofobia alimentar no futuro. O que fazer: não desista de um alimento se você achar que a criança não gostou na primeira oferta. Ofereça uma vez ao mês, sem forçar, pelo menos até o final do segundo ano de vida. Se houver rejeição muito evidente, como náuseas ou vômitos espere mais. Às vezes, após seis meses a criança pode aceitar um alimento inicialmente recusado. Ofereça pelo menos um alimento novo uma vez por semana desde a introdução alimentar. Isso ajuda a variar o cardápio e a aceitação da criança pode surpreender. Ofereça o alimento novo sempr

23 de fevereiro de 2018

A cardiologia pediátrica é fundamental na pesquisa de cardiopatias congênitas e seu acompanhamento. Contudo, tenho notado a demanda crescente por outros âmbitos dessa especialidade. A avaliação para aptidão física, realização de atividades e até mesmo recreativas, tem sido muito valorizada, uma vez que, o aumento de relatos de mortes, aparentemente, sem causas, em pátios escolares, escolas de natação e futebol, tem sido frequente. Queixas de cansaço, dispneia, dor torácica, pré-síncope, por vezes, não valorizadas durante a realização de atividades corriqueiras das crianças, revelam em investigações cardiológicas sua origem em más formações valvares, arteriovenosas, arritmias, dentre outras causas. Saliento ainda, a comorbidade destacada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, como destaque das doenças emergentes no século XXI: a obesidade. A modernidade contemporânea, o estilo de vida da “nova infância” fez com que a obesidade, hipercolesterolêmica e hipertensão se ratificassem como mazelas também da faixa etária pediátrica, antes atribuída apenas aos adultos. As crianças, principalmente,

22 de fevereiro de 2018

Na sequência da lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos a mais uma dica!

7º mandamento – Organizar número e tempo para as refeições

Principalmente em situações em que a crianças “não comem”, qualquer oportunidade vira uma tentativa de fazer a criança comer e as ofertas ficam desorganizadas, menos saudáveis e, muitas vezes, excessivas. O que fazer: desde sempre, estabeleça 3 grandes refeições, ou seja, café da manhã, almoço e jantar e 2 lanches (um no meio da manhã e um no meia da tarde). Algumas crianças mantém o hábito de tomar leite antes de dormir e desde que haja escovação correta dos dentes antes de dormir e que essas mamadas não se repitam pela madrugada, esse leite noturno pode ser oferecido sem problemas. Não oferte alimentos entres esses horários estabelecidos. Isso evita que a criança crie o hábito de comer fora de hora de beliscar o tempo todo e de comer sempre que ligar a televisão. Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: 1º mandamento da boa alimentação infantil

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15 de fevereiro de 2018

Vamos dar sequência aos 10 mandamentos da boa alimentação infantil e é hora da sexta dica!

Ensinar seu filho a respeitar sua fome e saciedade

O simples ato de parar de oferecer alimentos quando a criança diz ou demonstra que não quer mais, já ajuda a não prejudicar as sensações de fome e saciedade tão preservadas nas crianças. Evitar a distração também ajuda. Quem presta atenção ao que come percebe melhor se já é suficiente. Mas além disso, conversar com a criança sobre esse conceito de forma lúdica e descontraída pode ajudar a construir uma relação melhor com as refeições. O que fazer: antes de começar a comer, ensine a criança a dimensionar sua fome. Escalas de fome e saciedade podem ser difíceis de aplicar em crianças, mas a ideia de “barriguinha cheia” e “barriguinha vazia” podem ser um bom início. Ensiná-los a comer devagar, mastigando mais e prestando atenção ao sabor também é uma dica importante. Uma ideia é perguntar em que parte da língua ele está sentindo esse ou aquele sabor. Incentive ainda a criança a associar sabores a cores ou texturas, além de divertido pode ser uma boa forma de iniciar o ato de comer com atenção plena. Você pode acompanhar as demais dicas clicando nos links abaixo: <

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10 de fevereiro de 2018

O carnaval está chegando e tem gente que aprende a curtir desde cedo. Mas como se organizar para aproveitar da melhor maneira possível? Em cidades de interior, ainda é comum o carnaval de clube e tem um horário diferenciado para as crianças, não sendo necessária a busca por algo mais direcionado. Em outras cidades, ou até nessas próprias, já temos os bloquinhos de carnaval voltados para crianças, que costumam ser longe da “muvuca” do “carnaval de adultos”, em ambiente mais abertos, com música infantil e muita fantasia (do pequeno ao vovô). Existe uma programação sobre esses blocos em sites de carnaval. E já sabe, saiu com criança tem que ter uma lancheirinha preparada. Leve lanches saudáveis e que você conhece a procedência, como frutas, castanhas e cenourinha. Abuse da água, sempre dando uma parada para “reabastecer”. Também tenha cuidado com a aplicação (e reaplicação) do protetor solar, lembrando que menores de seis meses não podem utilizá-los, apenas proteção de barreira com roupas compridas, porém frescas. Além do uso de ch

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