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Cólicas menstruais: 4 sinais que merecem atenção

20 de julho de 2018

Até que ponto as cólicas menstruais são normais? ⠀ As cólicas menstruais são dores na parte baixa do abdome e representam as contrações do útero durante o período menstrual. É normal começar a sentir um desconforto nos 2 dias que antecedem a menstruação e aumentar a intensidade da dor com o início do sangramento. ⠀ Algumas mulheres fazem uso de analgésicos simples ou anti espasmódicos (Buscopan, Novalgina, Tylenol, Ponstan®) ou compressas mornas para alívio dos sintomas. Até aqui está tudo bem. Preste atenção caso ocorram alguns dos seguintes sinais. 1 – Cólicas que não aliviam com as medicações citadas – há necessidade de ir ao hospital para uso de remédios venosos; 2-  Cólicas que interferem na sua rotina – faltar ao trabalho ou à escola, deixar de ir a eventos sociais ou sair de casa quando está menstruando; ⠀ 3-  Dor para evacuar ou diarreia durante a menstruação; ⠀ 4-  Sensação de desmaio, náuseas ou vômitos associados à dor da cólica menstrual. ⠀ Fique atenta! Casos apresente algum dos sinais de alerta procure um Médico Ginecologista e passe por avaliação – Pode haver algo de errado com seu organismo. Não há razões para

1 de junho de 2018

O que você considera fundamental para sua higiene íntima? Já pensou em mudar alguns hábitos e melhorar sua saúde? ⠀ A vulva e a vagina são órgãos expostos a diversas agressões, portanto, devemos cuidar com delicadeza. Veja algumas dicas de como fazer isso: ⠀ 1- A vulva (região externa do genital feminino) deve ser higienizada com sabonetes adequados, afinal seu pH não é o mesmo da pele. Após o banho habitue-se a hidrata-la com óleos corporais ou hidratantes neutros. ⠀ 2- A vagina é o órgão interno (canal que permite o intercurso sexual) formado por uma mucosa produtora de fluídos. Portanto, a vagina não é seca e ao longo do dia produz uma secreção translúcida e sem cheiro. Este conteúdo não pode ter cheiro ruim ou provocar ardência ou coceira – ele varia ao longo do mês devido à estimulação hormonal, aumenta discretamente de quantidade e consistência. ⠀ 3- Não é indicado utilizar sabonetes em barra para higiene da vulva – opte por sabonetes íntimos ou líquidos. ⠀ 4- Não há necessidade de higienizar a vagina – a realização de duchas vaginais retira toda proteção natural da mucosa propiciando o desenvolvimento de corrimentos patológicos. ⠀ 5- O uso de protetores diários não é contraindicado. 6- Habitue-se a dormir sem roupa íntima – é saudável manter a r

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30 de abril de 2018
Em dias de sol e feriado, diversas brasileiras costumam visitar praias e frequentar piscinas, porém não se atentam aos cuidados com a higiene íntima.
Isto porque o calor e o aumento da umidade são facilitadores para a proliferação de agentes microscópicos, como bactérias e fungos, que causam odores e corrimentos.
Agora, você vai conhecer cinco cuidados, essenciais para manter a saúde íntima:
1-   Biquíni molhado – Uma atitude perigosa que pode causar problemas de saúde é ficar com o mesmo biquíni molhado por muito tempo. O ideal é lavar com água corrente e sabão neutro para eliminar os vestígios químicos da água da piscina ou sal do mar, já que é uma peça que está em contato direto com a região da vagina.
 2-   Tempo – o certo é não utilizar o biquíni/ maiô molhado por longos períodos. E nunca reutilizar sem antes lavar e secar bem.
 3-   Areia – Remova toda a areia da praia que ficou presa na roupa de banho/biquíni, porque ela pode irritar a vulva (um dos órgãos genitais externos do aparelho genital feminino), lave e seque bem.
 4-   Banho – Depois do dia de “praia” qua

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13 de abril de 2018

O hiperandrogenismo é caracterizado por sinais e sintomas que resultam de um nível elevado de androgénos (hormônios masculinos) no sangue. Seus sintomas mais comuns são: aumento excessivo de pelos faciais e corpóreos (hirsutismo), acne ou queda capilar do tipo masculina (alopecia androgênica), podendo causar também disfunção ovulatória com infertilidade durante a vida reprodutiva. Entre as causas principais estão a síndrome dos ovários policísticos, hiperplasia adrenal congênita ou algum tumor adrenal, câncer de ovário, adenoma de hipófise, além de medicamentos esteroides. Por isso, verifique sempre os níveis de hormônios androgênicos presentes em seu corpo, pois em alguns casos de hiperandrogenismo não há alterações no exame físico. Procure por seu ginecologista e tire suas dúvidas! Dra. Ludmila Bercaire Ginecologia, Obstetrícia Reprodução Humana e Membro do Corpo Clínico da Clínica Fares CRM 145773  

20 de janeiro de 2016

Por Redação Pais e mães costumam se assustar quando percebem que seus filhos e filhas já estão bem crescidinhos e aparecem os primeiros sinais de puberdade, uma fase onde o corpo das crianças começa a mudar e vai ficando cada vez mais parecido com um corpo de um adulto. Geralmente, a puberdade tem início em meninas entre 8 e 13 anos de idade, e em meninos com idade entre 9 e 14 anos. O problema é que os sinais da puberdade precoce acontecem bem antes desse período e podem acarretar alguns problemas. Pais e mães, atenção: nas meninas, o principal sinal da puberdade precoce é a telarca, ou seja, o aparecimento do broto mamário, geralmente percebido como adolescenciaprecoce um pequeno “caroço” atrás do mamilo, que pode ser doloroso ou não. Nos meninos, o que deve chamar a atenção são o aparecimento de pelos , além do desenvolvimento genital. Nas meninas, essa precocidade pode ainda resultar na primeira menstruação de forma muito precoce, o que acaba se tornando um problemão no desenvolvimento físico  e psicológico. Essa menstruação precoce pode

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