Arquivos infantil - Clinica Fares

Desenvolvimento de linguagem infantil

19 de março de 2018

Como a linguagem se desenvolve? O que podemos perceber desde o nascimento sobre a linguagem dos nossos pequenos? Ao nascer, eles já são capazes de se comunicar? Quando devo me preocupar se o comportamento linguístico está fora ou não do esperado para a idade? Estas e algumas outras dúvidas são normais ao nos depararmos com um bebê. O comportamento linguístico varia e não existe fórmula mágica para fazermos nossos pequeninos falarem. Porém, alguns estudos conseguem traçar os comportamentos padrões para cada faixa de desenvolvimento, mas veja só, são parâmetros, não necessariamente seu filho tem que estar exatamente igual, mas uma variação muito grande é preocupante. Nessa série de texto irie abordar o desenvolvimento dos pequenos em cada faixa de desenvolvimento e como podemos melhor estimulá-los. Vale lembrar que estar perto, presente e oferecer brinquedos, muitas vezes, não favorece o desenvolvimento. Temos que estar presente de corpo e alma para nossos filhos, interagir, ouvi-los, nos fazer presente e nos conectar com eles. Procure seu fonoaudiólogo de confiança para uma avaliação com sua criança!

9 de março de 2018

Vamos para mais uma dica de boas práticas na hora da alimentação da criança.

9º mandamento: jamais substitua alimentos que a criança recusa por alimentos que ela gosta

Se a criança descobre uma maneira de fazer o cuidador trocar o alimento oferecido pelo alimento que ela gosta, a tendência é que ela repita esse comportamento. Na tentativa desesperada de que a criança coma, os cuidadores acabam aceitando que ela coma qualquer coisa, desde que coma. Isso é um erro. Nossas atitudes reforçam as atitudes inadequadas das crianças e são nossas atitudes que podem tornar a alimentação infantil adequada. Algumas crianças choram, outras fazem birra, outras param de comer e assim por diante. É importante lembrar que esses comportamentos fazem parte do desenvolvimento infantil e não há maldade ou manipulação nisso. Eles apenas tentam e cabe a nós manter nossas regras com firmeza e carinho com o intuito de educar e não de agradar. Se houver incoerência em nossas atitudes, ficamos reféns daqueles comportamentos que nós mesmos criamos nas crianças. O que fazer: estabeleça as regras, como número de refeições, tipos de alimentos, tempo para as refeições; de preferência tenha um plano alimentar a ser seguido

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1 de março de 2018

Continuando a lista dos mandamentos da boa alimentação infantil, vamos a próxima dica!

8º mandamento – Sempre introduza novos alimentos

Desde cedo os pais tendem a separar os alimentos entre os que a criança “gosta” e os que “não gosta”. E na rotina corrida dos adultos, a opção por alimentos que a criança “gosta” e por isso mesmo aceita mais rápido, acaba virando um ato repetido diariamente. Entretanto, estudos mostram que as crianças podem aprender a aceitar alimentos, muitas vezes, após a vigésima tentativa de oferta. Insista! Além disso, a variedade no cardápio nos primeiros anos de vida reduz a possibilidade de seletividade alimentar e neofobia alimentar no futuro. O que fazer: não desista de um alimento se você achar que a criança não gostou na primeira oferta. Ofereça uma vez ao mês, sem forçar, pelo menos até o final do segundo ano de vida. Se houver rejeição muito evidente, como náuseas ou vômitos espere mais. Às vezes, após seis meses a criança pode aceitar um alimento inicialmente recusado. Ofereça pelo menos um alimento novo uma vez por semana desde a introdução alimentar. Isso ajuda a variar o cardápio e a aceitação da criança pode surpreender. Ofereça o alimento novo sempr

10 de fevereiro de 2018

O carnaval está chegando e tem gente que aprende a curtir desde cedo. Mas como se organizar para aproveitar da melhor maneira possível? Em cidades de interior, ainda é comum o carnaval de clube e tem um horário diferenciado para as crianças, não sendo necessária a busca por algo mais direcionado. Em outras cidades, ou até nessas próprias, já temos os bloquinhos de carnaval voltados para crianças, que costumam ser longe da “muvuca” do “carnaval de adultos”, em ambiente mais abertos, com música infantil e muita fantasia (do pequeno ao vovô). Existe uma programação sobre esses blocos em sites de carnaval. E já sabe, saiu com criança tem que ter uma lancheirinha preparada. Leve lanches saudáveis e que você conhece a procedência, como frutas, castanhas e cenourinha. Abuse da água, sempre dando uma parada para “reabastecer”. Também tenha cuidado com a aplicação (e reaplicação) do protetor solar, lembrando que menores de seis meses não podem utilizá-los, apenas proteção de barreira com roupas compridas, porém frescas. Além do uso de ch

18 de janeiro de 2018

Dando continuidade aos 10 mandamentos, vamos seguir com a segunda dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

2º Não recorrer a distrações

A ansiedade pelo “prato vazio a qualquer custo” leva os pais a apelaram para várias distrações, jogos, celulares, vídeos, telas que ajudam a distrair a criança enquanto sua refeição é “empurrada” muitas vezes em quantidade e qualidade diferentes de suas necessidades. Este é o início do Mindless Eating ou seja, comer sem atenção, fortemente associado à obesidade. Quem não presta atenção ao que come, come mais, não sente sabor e odor; e prejudica a sensação de saciedade. Hoje, o Mindless Eating vem sendo combatido pela tendência “Mindfull” que prega atenção plena às nossas atitudes, incluindo ao comer, ou seja, “Mindfull eating”. É na infância que esse problema deve ser prevenido com uma atitude: desligar as telas durante as refeições.

O que fazer?

Deixe que o bebê interaja com o próprio alimento enquanto come. Podem ser usados pedaços de alimentos inteiros ou amassados para que o bebê sinta textura, odor e sabor ou use uma colher para que ele mexa na comida livremente. A bagunça com a comida é inevitá

11 de janeiro de 2018

Algumas das queixas mais frequentes nos consultórios são do tipo: “meu filho não come”, “só gosta de guloseimas”, “meu filho está muito magro”, “meu filho está acima do peso, mas nem come tanto assim”. Enfim, os hábitos alimentares são tão importantes que merecem papel de destaque e dicas para família fazer da refeição um momento de prazer e de saúde:

1º mandamento

O objetivo não é o prato vazio, mas a relação com a comida!

Quando o objetivo é ver o prato vazio, ou seja, fazer a criança aceitar tudo o que está sendo oferecido, “vale tudo” para que a criança coma: distração, trocas, barganhas, ameaças etc. Mas esse caminho não respeita os sinais da criança e impede que ela desenvolva suas próprias impressões sobre o alimento. Quando a criança tem sua fome e sua saciedade respeitadas, quando tem a oportunidade de aprender a comer sozinha e de experimentar novos alimentos, quando a criança não é forçada a comer e aprende a comer quando está com fome e não comer quando está satisfeita é possível estabelecer uma relação mais prazerosa e consciente. Aceite que o prato nem sempre estará vazio, e isso é respeito, não tem nada a ver com desempenho materno ou falta de cuidado. Outro erro é confundir a curiosidade do bebê com vontade

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