Arquivos Neurologia - Clinica Fares

Entendendo a Esclerose Múltipla

30 de agosto de 2018

Baseado na  Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (A.B.E.M.), trata-se de uma doença neurológica, crônica e autoimune. Apesar de inúmeros estudos mundias sobre a Esclerose Múltipla (E.M.) não se pode atribuir uma causa específica, pois toda doença auto-imune que produz ou reconhece erroneamente Antígenos, como “não pertencentes as nossas proteínas, aminoácidos, Príons etc. Sabe-se que a doença que acontece quando as células de defesa do organismo acometem o sistema nervoso central (sistema piramidal, cerebelar, sensitivo,óptico etc, propiciando falta de força muscular, incoordenação motora, anestesias respectivamente, e que, por isso denomina-se múltipla. No Brasil, temos cerca de  35 mil portadores de esclerose múltipla , sendo a maioria jovem, mulheres entre 20 e 40 anos.

A esclerose múltipla pode se manifestar através de diversos sintomas:

Fadiga

Um dos sintomas mais comuns da esclerose múltipla é a fadiga. Surge como cansaço intenso quando a pessoa faz algum esforço físico ou se expõe ao calor, na verdade trata-se de falta de força muscular , incoordenação motora e falta de sensibilidade próprio sensitiva.

Alteraç

24 de julho de 2018

A poliomielite (P.I.) conhecida como paralisia infantil, ameaça o Brasil novamente. No entanto, temos a obrigação de evitar seu retorno e tomar os devidos cuidados, alertar os amigos e familiares, para que isso não aconteça e fiquemos protegidos. Para que isso seja possível, é interessante entender sobre a doença, e assim, compartilhar essa ideia de proteção.

O que é a poliomielite?

Uma doença viral infecciosa causada pelo poliovírus e atinge, na maioria das vezes, crianças de até quatro anos; não descartando a possibilidade de atingir adultos. A poliomielite, geralmente, afeta o intestino, mas pode surgir na corrente sanguínea e em alguns casos afetar o sistema nervoso na ponta anterior da medula espinal, de forma, geralmente, assimétrica. A poliomielite em 1% dos seus casos pode agir nas estruturas do sistema nervoso ao longo do corpo e como consequência haver perda do movimento dos membros inferiores (pernas). Há de se evidenciar que só há comprometimento motor, por isso, muitas vezes, é chamada de DOENÇA DO NEURÔNIO MOTOR. Em alguns casos, pode atingir músculos respiratórios, sendo letal.

Como acontece a contaminação?

O vírus da poliomielite é transmitido de uma pessoa para outra pessoa por m

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19 de abril de 2018

A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença degenerativa dos neurônios motores que começam a paralisar os músculos do corpo. Gradativamente, o paciente perde a capacidade de movimentar os membros inferiores (pernas) e superiores (braços), respirar e falar. A patologia pode ser confundida com outras doenças ou passar despercebida, pois seu diagnóstico, na maioria das vezes é demorado. Entretanto, normalmente, afeta mais a população feminina. Alguns sintomas mais visíveis da ELA é a dificuldade para caminhar, falar, engolir, fadiga, visão desfocada e fazer força com as mãos. São poucos os casos da doença ser hereditária. Sua evolução acontece de forma individualizada, ou seja, varia de paciente para paciente. Dar apoio a esses pacientes é fundamental para continuarem acreditando na vida. O tratamento para ELA é multidisciplinar e inclui, principalmente, a neurologia, fisioterapia, fisioterapia ocupacional, psicologia e fonoaudiologia. Dr. Rodrigo Alves Pereira Neurologista e Membro do Corpo Clínico da Clínica Fares CRM 78835

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4 de abril de 2018

Parkinson é uma doença neurodegenerativa que afeta milhares de brasileiros, atingindo todas as classes socioeconômicas, com discreta predominância no sexo masculino. A incidência aumenta com a idade, sendo mais comum em indivíduos acima de 60 anos. O diagnóstico é clínico e os sintomas variam de pessoa para pessoa. A doença é lenta e progressiva. Geralmente, problemas motores como a lentificação de movimentos e os tremores no repouso são percebidos no início do quadro. Rigidez e desequilíbrios também podem ser observados. A fala vai ficando mais baixa, a face menos expressiva. A letra pode mudar de tamanho e tornar-se pequena. O paciente começa a não sentir o cheiro dos alimentos e ter alterações nos hábitos intestinais, ficando com o intestino preso. E a depressão acomete muitos pacientes. Outros sintomas, como tonturas, distúrbios no sono e dificuldades para deglutir são vistos no curso da doença. Nos estágios finais a doença de Parkinson pode levar a demência. É causada devido a morte de células cerebrais que produzem um neurotransmissor chamado dopamina (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas), que possui como uma de suas funções o controle dos movimentos. Aproximadamente, 15 e 20% dos pacientes com doença de Parkinson têm parentes que aprese

10 de janeiro de 2018

O AVCi– Acidente Vascular Cerebral Isquêmico– é caracterizado pela falta de suprimento sanguíneo em uma parte do cérebro. Sem sangue, os neurônios presentes nessa região não tem acesso a nutrientes e oxigênio, e podem acabar morrendo. Cerca de 70.000 brasileiros, por ano, são vítimas da doença, que também é uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. Ele pode acontecer para qualquer um, em qualquer idade. A incidência aumenta com a idade, sendo que 2/3 ocorrem em pessoas com mais de 65 anos e acomete um pouco mais os homens do que as mulheres, sendo maior em afrodescendentes do que em brancos. Dentre os fatores de risco, existem os chamados modificáveis, relacionados principalmente ao estilo e hábitos de vida; e os não modificáveis, que englobam doenças concomitantes que podem predispor ao AVC, além de fatores genéticos. O AVC afeta a todos: sobreviventes e familiares, amigos e comunidades. Entretanto, é uma doença que pode ser prevenida. Entre os fatores de risco para o AVC, temos vários que são potencialmente modificáveis, dentre eles se destacam:

  • tabagismo
  • hipertensão
  • diabet

12 de dezembro de 2017

Imagine acordar pela manhã e perceber que metade de seu rosto esta paralisado. Sim, isto pode acontecer, se chama paralisia facial e é mais comum do que a maioria das pessoas imagina. A paralisa facial é uma reação á inflamação do nervo facial e em 75% dos casos, as causas são desconhecidas. Apesar das causas não serem claras, a ocorrência é maior em pacientes diabéticos e em mulheres grávidas. Também chamada de paralisia de Bell, a paralisia facial não tem correlação com o AVC, pois não acomete o encéfalo. Evidências crescentes sugerem que uma reativação do vírus herpes simples tipo 1 ou de uma infecção do vírus varicela zoster no gânglio geniculado pode lesionar o nervo facial, sendo responsável pela paralisia facial, pelo menos em alguns casos. Outras causas, porém menos frequentes de paralisia facial incluem: doença de Lyme, Aids, sarcoidose, meningites e tumores. A incidência é de 20 a 30 casos em cada 100.000 pessoas, o que não é tão raro. Com uma inspeção bem feita e a realização de um exame neurológico, já é possível fazer o diagnóstico. A fraqueza facial frequentemente é precedida ou acompanhada por dor na região da orelha. Esta fraqueza costuma se instalar de modo abrupto, podendo progredir em horas ou mesmo em um dia. Pode haver a parali

25 de setembro de 2017

  O TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é um dos principais transtornos do desenvolvimento infantil com um impacto importante nas esferas do neurodesenvolvimento e nas interações psicossociais. De acordo com estudos epidemiológicos, há uma alta prevalência, assumindo uma estimativa de 3% a 6% das crianças na idade escolar, repercutindo na formação da identidade relacionada ao sentido de competência e autoestima. Em grande parte, o TDAH associa-se a outras questões como as dificuldades de aprendizagem, os transtornos de humor, de ansiedade e vários problemas comportamentais. Isso gera desafios diagnósticos, que só podem ser abordados dentro de uma perspectiva interdisciplinar. Sendo assim, seu diagnóstico, apoia-se na combinação cuidadosa da observação, dos dados da história clínica e das repercussões dos sintomas na vida do indivíduo. Os sintomas de desatenção incluem a desorganização, distração por estímulos irrelevantes, dificuldade em sustentar a atenção por um tempo longo e de alternar o estímulo atentivo entre duas ou mais tarefas, perdas de objetos com frequência, comprometimento em memorizar e, principalmente, em recordar informações já aprendidas. Os sintomas de hiperatividade/impulsividade abrangem a agitação psicomotora, movimentos de

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17 de agosto de 2017

Nos últimos anos, muitos estudos têm sendo realizados para investigar a perda de memória em idosos. Existe uma atenção especial em uma área específica, ainda nebulosa, que se tenta diferenciar qual é o declínio de memória considerado normal para o envelhecimento e qual já pode ser considerado um processo de demência inicial. Estudos com idosos (mais de 60 anos) realizados na América do Norte e Europa mostraram que 11 a 17% já possuíam alterações de memória significativas, apesar de ainda estarem sem prejuízos funcionais, ou seja, realizando suas atividades do dia a dia sem grandes dificuldades.   A chamada memória episódica (memória de longo prazo para eventos recentes) é geralmente a mais precocemente comprometida em processos de demências iniciais. Nestes pacientes, costuma haver a queixa de não saber onde guarda objetos, esquecer compromissos ou de dar recados, podendo haver inclusive ocasiões potencialmente perigosas, como esquecer o fogão ligado. Os familiares relatam que o paciente fica mais repetitivo, pergunta as mesmas coisas e repete as mesmas histórias. Outros fatores, como má qualidade do sono, doenças cerebrais, infecções, estresse, ansiedade, depressão, alimentação inadequada e perda de vitaminas também podem causar alterações e declínios de memória. Desta forma, a

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31 de março de 2016

O ronco causashutterstock_149296487 várias situações incômodas como a cefaleia, sonolência diurna, dificuldade de concentração e até alterações cardíacas. Ele torna “vítimas” apenas aqueles obrigados a dormir com esse barulho. De acordo com a Associação Brasileira do Sono, pelo menos três em cada dez brasileiros sofrem com o problema. Um cansaço ao acordar, dor de cabeça e irritação ao longo do dia são apenas dos sinais que o distúrbio provoca. Geralmente, um ronco frequente mostra que algo não vai nada bem no organismo.  

21 de março de 2016

A Cirurgia refrativa  é uma das cirurgia dos olhos mais conhecidas, o procedimento é bem simples: serve pare remodelar suavemente a superfície da córnea modificacirurgia_refrativando, assim, sua curvatura para corrigir os erros refrativos bem conhecidos como, por exemplo, a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Ela dispensa a necessidade de ficar internado e é indicada quando o paciente quer diminuir a dependência do uso de óculos ou lentes de contato.

Quando a cirurgia é bem-indicada, de acordo com o caso do paciente, e realizada com equipamentos de qualidade e por profissionais gabaritados, as chances de complicações durante e pós o procedimento são mínimas.

O pós-operatório é indolor e a recuperação é rápida, serão prescritos colírios e outros medicamentos como anti-inflamatórios, a serem utilizados sob estrita orientação médica.

   

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