Arquivos neurologista - Clinica Fares

Entendendo a Esclerose Múltipla

30 de agosto de 2018

Baseado na  Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (A.B.E.M.), trata-se de uma doença neurológica, crônica e autoimune. Apesar de inúmeros estudos mundias sobre a Esclerose Múltipla (E.M.) não se pode atribuir uma causa específica, pois toda doença auto-imune que produz ou reconhece erroneamente Antígenos, como “não pertencentes as nossas proteínas, aminoácidos, Príons etc. Sabe-se que a doença que acontece quando as células de defesa do organismo acometem o sistema nervoso central (sistema piramidal, cerebelar, sensitivo,óptico etc, propiciando falta de força muscular, incoordenação motora, anestesias respectivamente, e que, por isso denomina-se múltipla. No Brasil, temos cerca de  35 mil portadores de esclerose múltipla , sendo a maioria jovem, mulheres entre 20 e 40 anos.

A esclerose múltipla pode se manifestar através de diversos sintomas:

Fadiga

Um dos sintomas mais comuns da esclerose múltipla é a fadiga. Surge como cansaço intenso quando a pessoa faz algum esforço físico ou se expõe ao calor, na verdade trata-se de falta de força muscular , incoordenação motora e falta de sensibilidade próprio sensitiva.

Alteraç

10 de janeiro de 2018

O AVCi– Acidente Vascular Cerebral Isquêmico– é caracterizado pela falta de suprimento sanguíneo em uma parte do cérebro. Sem sangue, os neurônios presentes nessa região não tem acesso a nutrientes e oxigênio, e podem acabar morrendo. Cerca de 70.000 brasileiros, por ano, são vítimas da doença, que também é uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. Ele pode acontecer para qualquer um, em qualquer idade. A incidência aumenta com a idade, sendo que 2/3 ocorrem em pessoas com mais de 65 anos e acomete um pouco mais os homens do que as mulheres, sendo maior em afrodescendentes do que em brancos. Dentre os fatores de risco, existem os chamados modificáveis, relacionados principalmente ao estilo e hábitos de vida; e os não modificáveis, que englobam doenças concomitantes que podem predispor ao AVC, além de fatores genéticos. O AVC afeta a todos: sobreviventes e familiares, amigos e comunidades. Entretanto, é uma doença que pode ser prevenida. Entre os fatores de risco para o AVC, temos vários que são potencialmente modificáveis, dentre eles se destacam:

  • tabagismo
  • hipertensão
  • diabet

12 de dezembro de 2017

Imagine acordar pela manhã e perceber que metade de seu rosto esta paralisado. Sim, isto pode acontecer, se chama paralisia facial e é mais comum do que a maioria das pessoas imagina. A paralisa facial é uma reação á inflamação do nervo facial e em 75% dos casos, as causas são desconhecidas. Apesar das causas não serem claras, a ocorrência é maior em pacientes diabéticos e em mulheres grávidas. Também chamada de paralisia de Bell, a paralisia facial não tem correlação com o AVC, pois não acomete o encéfalo. Evidências crescentes sugerem que uma reativação do vírus herpes simples tipo 1 ou de uma infecção do vírus varicela zoster no gânglio geniculado pode lesionar o nervo facial, sendo responsável pela paralisia facial, pelo menos em alguns casos. Outras causas, porém menos frequentes de paralisia facial incluem: doença de Lyme, Aids, sarcoidose, meningites e tumores. A incidência é de 20 a 30 casos em cada 100.000 pessoas, o que não é tão raro. Com uma inspeção bem feita e a realização de um exame neurológico, já é possível fazer o diagnóstico. A fraqueza facial frequentemente é precedida ou acompanhada por dor na região da orelha. Esta fraqueza costuma se instalar de modo abrupto, podendo progredir em horas ou mesmo em um dia. Pode haver a parali

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