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E quando o irmão chega?

17 de abril de 2018

Quem está prestes a ter o segundo filho ou tem esse planejamento, sempre pensa no mais velho e como será a reação. Por isso, é preciso entender que o ciúmes é inevitável e faz parte do processo de aceitação, ou seja, é um sentimento normal (e esperado) sendo necessária paciência, amor e carinho para lidar com a reação do recém promovido: irmão mais velho. E cada família vai encontrar sua maneira, no entanto, algumas dicas podem contribuir nessa fase:

  • Converse bastante sobre a rotina do bebê e da importância da colaboração do irmão mais velho;
  • Deixe ajudar na decoração do quarto, escolha do nome etc;
  • Não vincule o irmão mais novo à alguém para brincar, pois não é isso que acontecerá no começo;
  • Mantenha a rotina da criança o máximo possível;
  • Reforce a relação com os demais membros da família, pois a mamãe precisará de ajuda e é importante que a criança já se sinta acolhida com outras figuras.
  • Prepare-o para o recebimento de visitas (poucas, tá?) com presentes para o irmão e, se possível, mostre aqueles que recebeu quando nasceu;
  • Faça uma “troca de presentes” entre os irmãos: escolha algo que sabe que ele deseja e diga que o irmã

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3 de abril de 2018

O crescimento/desenvolvimento das crianças é notório. Basta ficarmos um mês sem ver um sobrinho para soltar a fatídica frase “nossa! Como ele cresceu!” Mas vale lembrar que esse crescimento NÃO é linear, havendo momentos em que há uma aceleração de marcos do desenvolvimento (rolar, sentar, engatinhar). É comum nesses momentos, designados de saltos, que podem durar dias à semanas, que o bebê fique mais irritado, mais choroso, com alteração de sono e apetite. Isso acontece, pois eles também estranham suas novas habilidades, o que causa insegurança sobre o que são capazes de fazer. Dessa forma, eles buscam apegar-se em quem confiam, principalmente mães e avós. O ponto crítico desses momentos de salto é a AMAMENTAÇÃO. A criança precisa de mais energia, pois o gasto é maior, então buscam alimentar-se em intervalos menores que os habituais. Dessa forma, muitas mães se perguntam se o seu leite está sendo insuficiente. A resposta é NÃO! Seu bebê apenas está gastando mais e por isso precisa ganhar ainda mais energia. Outro fator que chama a atenção é que aquele bebê que dormia a noite toda, pode passar a ter o sono mais agitado devido à esse excesso de energia. Mas acalmem-se, esses momentos são limita

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29 de março de 2018

A tão esperada festinha de um ano chegou! E com isso novas conquistas e habilidades são adquiridas pelo bebê. É a partir dos 12 meses que seu filho vai começar a se soltar para dar os primeiros passinhos sozinho, sem apoio e então começar a andar. Com esse idade, eles aprendem a comer sozinhos com a colher. Muitas vezes, erram o caminho da boca, derrubam a comida, mas faz parte do aprendizado. Uma criança de 1 ano já deve comer exatamente o que os pais comem, sem alteração na consistência, ou seja, não deve mais amassar, bater ou triturar o alimento. A habilidade motora fina está mais desenvolvida, gostam de atividades de encaixe, de fazer barulho com peças, de pôr e tirar objetos de um lugar para o outro, de arrremessar coisas e já conseguem ficar em atividades mais calmas por alguns minutos. O bebê já entende melhor a separação, então fica mais choroso ao se separar dos pais, e é um bom momento para trabalhar esse distanciamento, ensinando-o a se tornar mais independente. Com 12 meses a fala do bebê passa a ter intenção comunicativa, não tem mais caráter de experimentação, como nas fases anteriores. Começa a onomatopeias e é muito ativo em situações comunicativas, respondendo, com balbucios, em situações de conversação. No decorrer dos 12 aos 18 meses aco

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21 de março de 2018

Depois de toda a gestação e parto, chegou o momento de curtir o bebê. Além de todos os medos e inseguranças normais dessa fase, os pais pensam: será que meu bebê, tão pequenino, já é capaz de estabelecer alguma forma de comunicação comigo? A resposta é sim. Desde o nascimento, o bebê se comunica, principalmente com os pais, que são as pessoas mais próximas. De acordo com estudos, do nascimento até o primeiro mês de vida, os recém-nascidos são capazes de se comunicarem através do choro, mas nessa fase ainda o choro é igual para tudo, sendo ainda uma resposta biológica a dor e a fome. O bebê é capaz de reagir a sons fortes se assustando, à luz e a voz de seus pais, se acalmando quando escuta a voz da mãe. Nessa fase o bebê já produz vocalizações, mas ainda sem intenção comunicativa e de uma maneira esporádica. O bebê também tem a habilidade de imitar expressões faciais de seus pais e de fazer contato visual quando o rosto dos pais está dentro de seu campo de visão, entre 20/30 cm. Portanto, durante a amamentação (seja ela natural – em seio materno – ou artificial – na mamadeira) o recém-nascido já é capaz de manter contato visual com a mãe, olhando nos olhos dela. Já por volta dos 2/3 meses, o <

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