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3º Mandamento da boa alimentação infantil: Escolher o local adequado para comer

25 de janeiro de 2018

Na sequência dos 10 mandamentos, vamos continuar com a terceira dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

3º Escolher o local adequado para comer

Bebês e crianças pequenas raramente param para comer espontaneamente e a preocupação das famílias em ver o prato vazio é tão grande que qualquer lugar está valendo (carro, sala, quarto, elevador) desde que o bebê aceite tudo. Muitas crianças andam pela sala com os pais atrás, tentando dar alimento. O que fazer: o objetivo a médio e longo prazo é que a criança aprenda a comer sozinha e sentada à mesa. Então é assim que deve ser desde sempre. Se possível, escolha cadeiras que possam ser usadas direto á mesa evitando os cadeirões e evite que a criança saia da mesa para brincar ou fazer outras atividades antes que termine a refeição. Quem dedica tempo nesse início não precisa se preocupar com isso mais tarde. Criamos os 10 mandamentos para uma boa alimentação infantil, não perca as próximas publicações, cada semana, um novo mandamento! Veja o 1º mandamento aqui e o segundo aqui

18 de janeiro de 2018

Dando continuidade aos 10 mandamentos, vamos seguir com a segunda dica para a alimentação infantil ser saudável e sem stress.

2º Não recorrer a distrações

A ansiedade pelo “prato vazio a qualquer custo” leva os pais a apelaram para várias distrações, jogos, celulares, vídeos, telas que ajudam a distrair a criança enquanto sua refeição é “empurrada” muitas vezes em quantidade e qualidade diferentes de suas necessidades. Este é o início do Mindless Eating ou seja, comer sem atenção, fortemente associado à obesidade. Quem não presta atenção ao que come, come mais, não sente sabor e odor; e prejudica a sensação de saciedade. Hoje, o Mindless Eating vem sendo combatido pela tendência “Mindfull” que prega atenção plena às nossas atitudes, incluindo ao comer, ou seja, “Mindfull eating”. É na infância que esse problema deve ser prevenido com uma atitude: desligar as telas durante as refeições.

O que fazer?

Deixe que o bebê interaja com o próprio alimento enquanto come. Podem ser usados pedaços de alimentos inteiros ou amassados para que o bebê sinta textura, odor e sabor ou use uma colher para que ele mexa na comida livremente. A bagunça com a comida é inevitá

11 de janeiro de 2018

Algumas das queixas mais frequentes nos consultórios são do tipo: “meu filho não come”, “só gosta de guloseimas”, “meu filho está muito magro”, “meu filho está acima do peso, mas nem come tanto assim”. Enfim, os hábitos alimentares são tão importantes que merecem papel de destaque e dicas para família fazer da refeição um momento de prazer e de saúde:

1º mandamento

O objetivo não é o prato vazio, mas a relação com a comida!

Quando o objetivo é ver o prato vazio, ou seja, fazer a criança aceitar tudo o que está sendo oferecido, “vale tudo” para que a criança coma: distração, trocas, barganhas, ameaças etc. Mas esse caminho não respeita os sinais da criança e impede que ela desenvolva suas próprias impressões sobre o alimento. Quando a criança tem sua fome e sua saciedade respeitadas, quando tem a oportunidade de aprender a comer sozinha e de experimentar novos alimentos, quando a criança não é forçada a comer e aprende a comer quando está com fome e não comer quando está satisfeita é possível estabelecer uma relação mais prazerosa e consciente. Aceite que o prato nem sempre estará vazio, e isso é respeito, não tem nada a ver com desempenho materno ou falta de cuidado. Outro erro é confundir a curiosidade do bebê com vontade

7 de setembro de 2017

A bronquiolite viral é uma doença que vem atingindo cada vez mais crianças de até dois anos. Ela é uma inflamação dos menores tubos que, dentro dos pulmões, levam o ar aos alvéolos, onde ocorre a troca de oxigênio por gás carbônico. Transmitida pelo ar, por meio do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), seu maior índice ocorre em épocas de baixa temperatura, nas estações de outono e inverno. Isso acontece porque nessa época é normal ficarmos mais aglomerados em ambiente fechado, sem circulação de ar, gerando maior proliferação das bactérias. Para um adulto o VSR nada mais é do que um resfriado, mas no organismo de bebês e crianças, esse vírus ocasiona insuficiência respiratória, ou seja, dificuldade para respirar. Com o aumento de casos de bebês e crianças infectados pelo vírus, os responsáveis devem redobrar os cuidados, pois a contaminação acontece, principalmente, por beijo e toque com as mãos. Também é possível contrair por meio de objetos compartilhados, como utensílios de cozinha, toalhas ou brinquedos. O VSR é um dos principais responsáveis pelas infecções respiratórias em crianças menores de dois anos, sendo o causador de até 75% dos casos de bronquiolites.  Não existe um tratamento específico para a doença, cada caso deve ser analisado pelo pediatra e ele  indicará

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25 de agosto de 2017

As consultas de rotina são sempre muito importantes, principalmente, nos primeiros dois anos de vida, por inúmeras razões. Dentre os motivos, está o desenvolvimento infantil. Se algo não estiver indo bem no seu crescimento, quanto antes iniciados os estímulos, melhor resposta e desempenho terá a criança. E ninguém melhor do que o pediatra para orientar e tirar dúvidas do que é esperado ou não para cada faixa etária. Até porque, às vezes, crianças demoram a realizar algum aprendizado, somente por falta de estímulo. Como, por exemplo, aquelas crianças que ficam muito tempo em carrinho ou andador – vão demorar mais para andar; as que ficam com chupeta o dia todo, as que os pais não cantam, não conversam e apontam tudo com o dedo e recebem sem pedir – irão demorar mais para falar. Desta forma, uma orientação, os pais não devem realizar as atividades quando as crianças já são capazes de fazê-las. Sinais de alerta em crianças menores de dois anos Para tirar suas dúvidas, converse com seu pediatra e veja na lista abaixo alguns sinais nas crianças com até dois anos merecedores de atenção: 2 meses – não segu

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9 de agosto de 2017

São aquelas manchas que nascemos com elas. São usualmente identificadas no período neonatal quando ainda somos bebê, sendo a mancha mongólica uma das mais frequentes. Ela resulta aparentemente de uma falha durante a formação da pele. A sua incidência em recém-nascidos varia dependendo da cor da pele, sendo mais frequente em negros, asiáticos e hispânicos. A região mais comum de ocorrência é a sacrococcígea, seguida pelas áreas glútea e lombar. No caso de lesões extensas, os flancos, ombros e os membros inferiores podem ser acometidos. A lesão é caracterizada por uma mancha de coloração azul acinzentada, geralmente de formato oval ou arredondado, medindo cerca de 10 centímetros. Esta mancha é uma alteração bem conhecida e benigna, não causando maior preocupação do ponto de vista clínico e desaparecendo até a idade adulta. A importância do reconhecimento dessa lesão está na orientação adequada a ser feita aos pais das crianças. Eles muitas vezes ficam apreensivos por esperarem que seus filhos não apresentem nenhuma imperfeição ao nascimento.     Dr. Fabricio Freitas Medico: Dr. Fabrício Freitas

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31 de maio de 2016

O xixi na cama pode ser um grande problema na vida dos pequenos. Não é nada mole a vida da criança que não consegue se controlar e acaba sempre fazendo xixi na cama. Essas crianças, na verdade, sofrem de um distúrbio chamado “enurese noturna”. O problema costuma afetar os pequenos a partir dos 5 anos de idade.  Esse distúrbio é mais frequente nos meninos do que nas meninas e as opções para tratar esse problema variam de acordo com as características e necessidades de cada criança. meninotristeclinicafaresA enurese noturna pode ocasionar sérios efeitos psicológicos que são agravados com a falta de informação dos pais e a dificuldade de lidar com esse problema, sobretudo quando a criança é punida por ter feito xixi na cama. A autoestima da criança pode ficar abalada, ficando mais irritada, triste e agressiva . Ao perceber que a criança com mais de cinco anos idade, ainda molha a cama à noite, procure ajuda médica na Clínica Fares.

11 de abril de 2016
O outono chegou e o inverno se aproxima, apesar de ainda estarmos vivendo um clima quente, as doenças desta época já começam a aparecer e preocupar a população brasileira. Os problemas mais comuns no outono e no inverno são as doenças respiratórias. Entre as mais frequentes estão a gripe e o resfriado, que costumam ser confundidas. A gripe é causada somente pelo vírus influenza , enquanto os resfriados, por muitos outros, como o rinovírus.  Estamos vivendo uma fase de alerta na saúde em relação aos avanços de casos de gripe causada pelo vírus H1N1. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para preservar a saúde. Evitar a contaminação pelo vírus H1N1 é mais simples do que parece .
 h1n1Dicas:
1- Lave as mãos com freqüência; 2- Carregue um álcool gel com você; 3- Evite contato com olhos, boca e nariz sempre que encostar em locais públicos como maçanetas, corrimãos, apoios do metrô e dos ônibus; 4- evite o contato com pessoas que contraíram o v

31 de março de 2016

O ronco causashutterstock_149296487 várias situações incômodas como a cefaleia, sonolência diurna, dificuldade de concentração e até alterações cardíacas. Ele torna “vítimas” apenas aqueles obrigados a dormir com esse barulho. De acordo com a Associação Brasileira do Sono, pelo menos três em cada dez brasileiros sofrem com o problema. Um cansaço ao acordar, dor de cabeça e irritação ao longo do dia são apenas dos sinais que o distúrbio provoca. Geralmente, um ronco frequente mostra que algo não vai nada bem no organismo.  

21 de março de 2016

A Cirurgia refrativa  é uma das cirurgia dos olhos mais conhecidas, o procedimento é bem simples: serve pare remodelar suavemente a superfície da córnea modificacirurgia_refrativando, assim, sua curvatura para corrigir os erros refrativos bem conhecidos como, por exemplo, a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Ela dispensa a necessidade de ficar internado e é indicada quando o paciente quer diminuir a dependência do uso de óculos ou lentes de contato.

Quando a cirurgia é bem-indicada, de acordo com o caso do paciente, e realizada com equipamentos de qualidade e por profissionais gabaritados, as chances de complicações durante e pós o procedimento são mínimas.

O pós-operatório é indolor e a recuperação é rápida, serão prescritos colírios e outros medicamentos como anti-inflamatórios, a serem utilizados sob estrita orientação médica.

   

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