Arquivos psicóloga - Clinica Fares

O que é síndrome de Estocolmo?

25 de maio de 2018

Quando assistimos a contos de fadas, muitas vezes, as histórias estão falando da vida real de maneira fantasiosa e mágica. Nesse sentido, o que a história da “Bela e a Fera” tem a ver com a do Síndrome de Estocolmo? No clássico, a mocinha é aprisionada pelo “vilão”, porém no decorrer da trama se apaixona por ele e torna possível que o feitiço seja desfeito e, então, ele volte a ser um príncipe. Na vida real, a (o) prisioneira(o) não descobre que a “fera” tem um coração bom e se torna um príncipe no final da história, pelo contrário, a “fera” humana é uma pessoa ruim, com ideais maldosos. Acontece que, esta síndrome é caracterizada por um estado psicológico particular em que a vítima, submetida a um tempo prolongado de intimidação cria afeto por seu agressor. Pequenos gestos gentis são significativamente aumentados de maneira inconsciente como parte integrante do mecanismo de defesa da vítima, que nesse processo resguarda seu sofrimento e consegue se proteger do estado agudo de estresse físico e emocional. Um caso marcante do problema foi com a norte-americana Patty Hearst herdeira milionária de 19 anos que na década de 70 foi sequestrada pelo Symbionese Liberation Army (SLA). A princípio, tudo foi conturbador, no entanto, dois meses depois, ela foi pega ajudando os criminosos a assaltarem um banco. As vítimas com

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5 de abril de 2018

É possível notar que há um aumento recente na incidência de problemas comportamentais e de aprendizagem como um todo em crianças e adolescentes. Isso reflete no aumento do número de queixas escolares e convocação de pais e responsáveis junto às Instituições de ensino. A presença de problemas comportamentais representam alto risco para o baixo rendimento escolar e é um importante alerta para identificação de questões emocionais mal elaboradas e possíveis  transtornos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em quatro famílias tem pelo menos um membro que sofre de um transtorno mental ou comportamental. A identificação precoce de transtornos mentais e comportamentais é fundamental para melhor direcionamento do tratamento adequado. Na fase escolar, o diagnóstico orienta pais e professores para a melhor prática junto à criança e ao adolescente. Um transtorno ou distúrbio que não é identificado e tratado pode gerar ansiedade na criança, cobranças excessivas por parte dos responsáveis e aumento da incidência de outras psicopatologias associadas, como por exemplo, Transtorno de Ansiedade Generalizada, Quadros Depressivos, Reação Aguda ao Estresse, entre outras. De modo geral, os problemas de aprendizagem podem impactar na vida soc

24 de janeiro de 2018

Muita gente acredita que ter autoestima é apenas se achar bonito e estar satisfeito com sua aparência física. Se aceitar como você é fisicamente faz parte, porém a autoestima é muito mais do que estética e beleza. É um estado psicológico que inicia sua formação na infância e pode ser aumentada ou diminuída em diferentes momentos da vida. A autoestima é o juízo que fazemos de nós mesmos: O quanto nos apreciamos, valorizamos e ficamos satisfeitos em ser como somos, o que pode ser observado pelas atitudes para consigo. O autor Branden define autoestima como “A confiança em nossa capacidade para pensar e enfrentar os desafios da vida; a confiança em nosso direito de ser feliz; a sensação de sermos merecedores, dignos, qualificados para expressar nossas necessidades, desejos e desfrutar os resultados de nossos esforços”. Seus componentes são: sentimento de competência e valor pessoal. Pessoas com baixa autoestima tendem a ter necessidade exagerada de agradar os outros, necessidade de aprovação, pensamentos negativos sobre si mesmo, muita insegurança, inflexibilidade, dificuldade de expressar opiniões e vontades, mas principalmente, supervalorizam os demais e colocam-se numa posição inferior. Quando entendemos a autoestima como algo

15 de janeiro de 2018

De acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) aproximadamente 450 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de alguma doença mental; uma em cada 4 pessoas irá desencadear algum episódio de doença mental ao longo de sua vida. Estima-se que em 2030, a depressão irá ser a principal causa de incapacidade e/ou morte prematura, superando doenças crônicas, como doenças cardiológicas, respiratórias, diabetes, doenças infecciosas, entre outras mais comuns. O termo Saúde Mental foi definida pela OMS, como “o estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalha de forma produtiva, frutífera e contribuir para a comunidade em que se insere”. Partindo desta definição, podemos dizer que ter saúde mental está vinculado ao bem-estar, à qualidade de vida, capacidade de amar, trabalhar, de se relacionar consigo mesmo e os outros de maneira saudável. A maneira mais eficaz e barata para garantir sua saúde mental se inicia com atitudes voltadas a promoção de saúde e prevenção de doenças.

25 de outubro de 2017

Infelizmente existem crianças que apresentam uma falta de empatia, demonstrando um comportamento de agressividade hostil, com meta de causar danos ou prejudicar o outro, seja física ou verbalmente. Quando há uma criança causando sofrimento a seu filho, é preciso observar o comportamento do mesmo e conversar com ele para tentar entender o que está passando, conhecer seus sentimentos e em qual contexto ocorre esta interação, para que ele possa se abrir de forma segura. Deve haver também um reforço positivo toda vez que seu filho se abrir, o parabenizando por ter a coragem de contar, pois a maioria das crianças sente medo ou vergonha de expor esta situação. Conversar com o amiguinho numa tentativa de defesa e tentar resolver o problema entre eles tratando-o com respeito e empatia pode funcionar ou não, isso vai depender do amiguinho. Pois deve ser levada em consideração a dinâmica familiar, porque algumas famílias podem ser muito fechadas. Mas se houver uma abertura, os responsáveis também podem conversar entre si para que orientem a criança sobre o comportamento desadaptado que está apresentando na escola e que as ações sofrem consequências que, neste contexto, são negativas. Inclusive se o caso acontecer na escola, é sempre fundamental envolver os professores e coordenadores para que eles possam também ajudar

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