Arquivos psicóloga - Clinica Fares

Não espere ficar doente para cuidar de sua Saúde Mental

15 de janeiro de 2018

De acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) aproximadamente 450 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de alguma doença mental; uma em cada 4 pessoas irá desencadear algum episódio de doença mental ao longo de sua vida. Estima-se que em 2030, a depressão irá ser a principal causa de incapacidade e/ou morte prematura, superando doenças crônicas, como doenças cardiológicas, respiratórias, diabetes, doenças infecciosas, entre outras mais comuns. O termo Saúde Mental foi definida pela OMS, como “o estado de bem-estar no qual o indivíduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stress normal da vida, trabalha de forma produtiva, frutífera e contribuir para a comunidade em que se insere”. Partindo desta definição, podemos dizer que ter saúde mental está vinculado ao bem-estar, à qualidade de vida, capacidade de amar, trabalhar, de se relacionar consigo mesmo e os outros de maneira saudável. A maneira mais eficaz e barata para garantir sua saúde mental se inicia com atitudes voltadas a promoção de saúde e prevenção de doenças.

25 de outubro de 2017

Infelizmente existem crianças que apresentam uma falta de empatia, demonstrando um comportamento de agressividade hostil, com meta de causar danos ou prejudicar o outro, seja física ou verbalmente. Quando há uma criança causando sofrimento a seu filho, é preciso observar o comportamento do mesmo e conversar com ele para tentar entender o que está passando, conhecer seus sentimentos e em qual contexto ocorre esta interação, para que ele possa se abrir de forma segura. Deve haver também um reforço positivo toda vez que seu filho se abrir, o parabenizando por ter a coragem de contar, pois a maioria das crianças sente medo ou vergonha de expor esta situação. Conversar com o amiguinho numa tentativa de defesa e tentar resolver o problema entre eles tratando-o com respeito e empatia pode funcionar ou não, isso vai depender do amiguinho. Pois deve ser levada em consideração a dinâmica familiar, porque algumas famílias podem ser muito fechadas. Mas se houver uma abertura, os responsáveis também podem conversar entre si para que orientem a criança sobre o comportamento desadaptado que está apresentando na escola e que as ações sofrem consequências que, neste contexto, são negativas. Inclusive se o caso acontecer na escola, é sempre fundamental envolver os professores e coordenadores para que eles possam também ajudar

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