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Linfonodomegalia: a popular “íngua”

26 de janeiro de 2018

Popularmente chamada de íngua, a linfonodomegalia corresponde ao aumento de gânglios linfáticos. Como regra geral, considera-se um linfonodo aumentado quando este tem seu tamanho maior que 1,0 centímetro. Apesar de ser um achado extremamente comum na prática clínica, existe um grande desafio diagnóstico que consiste em diferenciar de forma eficiente os pacientes com doenças graves daqueles com doenças leves e autolimitadas. De certa forma, algumas informações cedidas ao médico podem ajudar na conclusão diagnóstica e posterior tratamento.

Tempo de duração da linfonodomegalia

Alterações que permanecem por poucos dias ou algumas semanas sugerem doença infecciosa, sendo esta viral ou bacteriana, enquanto períodos maiores podem sugerir infecções mais graves por fungos, tuberculose ou até mesmo câncer.

Idade

Pacientes com linfonodomegalia e idade menor de 40 anos tem um risco menor de ter como causa oculta alguma doença tumoral maligna, porém, não se descarta totalmente tal hipótese.

Sintomas associados

Sempre informe ao seu médico se existem outras queixas associadas que possam ajudar no diagnóstico, como por exemplo, febre, fadiga, perda de peso, dor de garganta, dor de estômago ou suor noturno.

Social

Informar ao médico se houve contato com pessoas que tenham diagnóstico de tuber

10 de janeiro de 2018

O AVCi– Acidente Vascular Cerebral Isquêmico– é caracterizado pela falta de suprimento sanguíneo em uma parte do cérebro. Sem sangue, os neurônios presentes nessa região não tem acesso a nutrientes e oxigênio, e podem acabar morrendo. Cerca de 70.000 brasileiros, por ano, são vítimas da doença, que também é uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. Ele pode acontecer para qualquer um, em qualquer idade. A incidência aumenta com a idade, sendo que 2/3 ocorrem em pessoas com mais de 65 anos e acomete um pouco mais os homens do que as mulheres, sendo maior em afrodescendentes do que em brancos. Dentre os fatores de risco, existem os chamados modificáveis, relacionados principalmente ao estilo e hábitos de vida; e os não modificáveis, que englobam doenças concomitantes que podem predispor ao AVC, além de fatores genéticos. O AVC afeta a todos: sobreviventes e familiares, amigos e comunidades. Entretanto, é uma doença que pode ser prevenida. Entre os fatores de risco para o AVC, temos vários que são potencialmente modificáveis, dentre eles se destacam:

  • tabagismo
  • hipertensão
  • diabet

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