Arquivos suicídio - Clinica Fares

Prevenção ao suicídio: ajuda pode vir por telefone

2 de julho de 2018

A partir de agora, o número 188, que recebe ligações de pessoas em crise prestes a cometer suicídio, passa a valer em território nacional e de maneira gratuita. Esta incentiva liderada pelo CVV (Centro de Valorização à Vida) é uma ação diferencial que conta com os serviços já utilizados anteriormente como atendimento via e-mail e chat. Esse termo definido em dicionário como “desgraça ou ruína causada por ação do próprio indivíduo…” trata de um ato de desespero de pessoas que já não sabem lidar com o seu sofrimento. Nestas situações a vítima (da sua dor) visa acabar com o que faz sofrer e não propriamente com a sua vida. Muitas vezes a falta de conhecimento da população em geral faz com que seja disseminada a ideia de que o indivíduo quer chamar atenção ou é fraco, o que desencoraja muitas pessoas no momento de pedir ajuda. É preciso entender que alguns fatores de risco como transtornos mentais e/ou psicológicos, bem como situação de vulnerabilidade como preconceito, bullying, assédios, agressões, entre outros e abuso de drogas lícitas e ilícitas podem levar o indivíduo a esse ato extremo. Sentir-se apoiado e acolhido é fundamental para

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26 de setembro de 2017

Todos os anos são registrados cerca de dez mil suicídios no Brasil e mais de um milhão em todo o mundo. Sendo que, em nosso país, 17 %  da população já tiveram algum pensamento de suicídio, 5 % já tiveram planejamento e 3% já tiveram alguma tentativa. O estigma e o tabu relacionados ao assunto são aspectos importantes, como o fato do suicídio ser considerado pecado em algumas culturas ou pelo fato de o suicídio ser considerado uma fraqueza. Ainda temos medo e vergonha de falar sobre o assunto. Há dificuldade em se buscar ajuda, falta de conhecimento e de atenção sobre o assunto por parte dos profissionais de saúde, o que dificulta a prevenção.

Fatores de risco

Os dois principais fatores de risco são: tentativa prévia de suicídio e doença mental. Pacientes que tentaram suicídio previamente têm de cinco a seis vezes mais chances de tentar suicídio novamente. Estima-se que 50% daqueles que se suicidaram já haviam tentado previamente. Muitos suicidas tinham uma doença mental, muitas vezes não diagnosticada e não tratada de forma adequada. Os transtornos psiquiátricos mais comuns incluem depressão, transtorno bipolar, alcoolismo e abuso/dependência de outras drogas, transtornos de personalidade e esquizofrenia. Pacientes com múltiplas comorbidades psiquiá

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9 de março de 2016

A reportagem produzida pela Rede CNT, que destacou o modelo de saúde da  Clínica Fares como uma alternativa viável e necessária diante do difícil cenário de saúde brasileiro, foi ao ar no dia 24 de fevereiro.

A reportagem começa mostrando o exemplo da assistente administrativa Jéssica, que deixou de pagar o convênio particular há 3 meses, que custava 300 reais por mês. Ela fala que conseguiu agendar de um dia para outro uma consulta com oftalmologista num site de clínicas credenciadas. O que não acontece quando se trata de convênio médico.

De acordo com dr. Hyun Seung a Clínica Fares está suprindo uma grande lacuna, oferecendo serviços qualificados para uma população que tem necessidade de atendimento, mas que não tem acesso aos serviços mais conceituados devido ao custo desses tratamentos. Por outro lado, nós temos um serviço público que ainda é insuficiente para a necessidade da população.

O repórter Marcelo Zanini ressaltou o número de atendimentos realizados pela Fares diariamente e a perspectiva de inaugurar mais 6 unidades até final de 2017. O repórter também pontua que é  um negócio vantajoso também para os médicos, que chegam a ganhar mais do que quando trabalham para as operadoras de

24 de fevereiro de 2016

O número de mulheres jovens que cometem suicídio na cidade de São Paulo com idade entre 15 e 34 anos, cresceu de 20%  do total desta faixa para 25% em apenas 4 anos (dados da Folha de São Paulo). Em qualquer idade, o suicídio é muito mais frequente no sexo masculino. Além de tentarem menos, as mulheres geralmente usam métodos menos violentos e, portanto, menos letais. Mas o que leva alguém a tirar a própria vida? Antigamente o suicídio era visto com uma questão religiosa ou filosófica, condenado ou glorificado dependendo de circunstâncias e conveniências. Até que em meados do século 19, o psiquiatra francês Jean-Étienne Dominique Esquirol afirmou que a tentativa de se matar era produto de doenças psiquiátricas, como a depressão.  Fatores externos também tem contribuído para este aumento como bullying, dificuldade para lidar com decepção, cobranças, consumo de drogas entre outros. depressaosuicidiomulheres Preste atenção nos sinais:

  • Mudança de comportamento. Falta de vontade de fazer coisas simples como comer e tomar banho;

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