Arquivos vida - Clinica Fares

Como combater o alcoolismo?

16 de fevereiro de 2018

Dia 18 de fevereiro é considerado o Dia Nacional do Combate ao Alcoolismo. Diante desta data, fica a pergunta, como combater o alcoolismo? O tratamento para o alcoolismo ainda é motivo de muitos questionamentos, dúvidas e desafios. Sabemos que o alcoolismo é uma doença, na qual, o prazer se torna um desprazer, causando inúmeros prejuízos na vida dos alcoolistas. Manejar um desejo que aponta para um desprazer advindo de um prazer é muitas vezes um trabalho desafiador para ambas as partes. A psicanálise entende que o prazer e o desprazer estão sempre juntos, são faces da mesma moeda. Estando avisado da dualidade que envolve o gozo, cabe ao psicanalista através da escuta, manejar essa via de prazer, dando ao paciente a possibilidade de gozar de uma forma interessante, cheia de vida. É importante ressaltar que o trabalho do psicanalista para com o alcoolista vai além das questões bioquímicas da dependência etílica. Trabalhamos com o manejo do gozo, do prazer/desprazer, trabalhamos com o que há de singular nos seres humanos.

26 de setembro de 2017

Todos os anos são registrados cerca de dez mil suicídios no Brasil e mais de um milhão em todo o mundo. Sendo que, em nosso país, 17 %  da população já tiveram algum pensamento de suicídio, 5 % já tiveram planejamento e 3% já tiveram alguma tentativa. O estigma e o tabu relacionados ao assunto são aspectos importantes, como o fato do suicídio ser considerado pecado em algumas culturas ou pelo fato de o suicídio ser considerado uma fraqueza. Ainda temos medo e vergonha de falar sobre o assunto. Há dificuldade em se buscar ajuda, falta de conhecimento e de atenção sobre o assunto por parte dos profissionais de saúde, o que dificulta a prevenção.

Fatores de risco

Os dois principais fatores de risco são: tentativa prévia de suicídio e doença mental. Pacientes que tentaram suicídio previamente têm de cinco a seis vezes mais chances de tentar suicídio novamente. Estima-se que 50% daqueles que se suicidaram já haviam tentado previamente. Muitos suicidas tinham uma doença mental, muitas vezes não diagnosticada e não tratada de forma adequada. Os transtornos psiquiátricos mais comuns incluem depressão, transtorno bipolar, alcoolismo e abuso/dependência de outras drogas, transtornos de personalidade e esquizofrenia. Pacientes com múltiplas comorbidades psiquiá

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