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14 de novembro de 2021 0

Dia Mundial do Diabetes

O diabetes pode ser classificado em alguns tipos, sendo eles:

Tipo 1: ocorre quando o próprio sistema imunológico da pessoa ataca e destrói as células produtoras de insulina. Atinge cerca de 5%a 10% das pessoas com diabetes, sendo mais comum em jovens e crianças. Por isso, o diagnóstico costuma ser feito na infância ou adolescência.

Tipo 2: acontece quando o corpo não produz insulina ou cria resistência a ela. Este tipo ocorre em cerca de 90% das pessoas com diabetes, sendo mais comum em adultos ou em pessoas acima do peso, sedentárias e ou sem hábitos saudáveis de alimentação.

Diabetes gestacional: devido às mudanças hormonais durante a gestação, a ação da insulina pode ser reduzida. O pâncreas, consequentemente, aumenta sua produção de insulina para compensar. Essa condição pode ou não persistir após o parto.

Pré-diabetes: é caracterizada pelo nível de açucar elevado no sangue, mas não o suficiente para ser diagnosticado como diabetes. É uma espécie de alerta, pois indica um grande risco de desenvolver a doença.

 

Fatores de risco, sintomas e tratamento:

Qualquer pessoa pode desenvolver diabetes, mas existem alguns fatores de risco para o surgimento da doença, como: obesidade, hipertensão, presença de pessoas com diabetes na família e/ou comportamento sedentário.

Existem alguns sintomas que podem indicar a presença da doença, são eles:

  • Fome frequente
  • Sede intensa
  • Perda de peso
  • Urina em excesso
  • Dificuldade na cicatrização de feridas
  • Infecções frequentes

 

O diagnóstico do diabetes é realizado por meio do exame de sangue.

O tratamento pode ser feito tanto com insulina, quanto com medicação oral. Caso o tratamento não seja realizado, a pessoa pode desenvolver sequelas como problemas na visão, nos rins, nos pés e nas pernas, além de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

Dicas de alimentação para se prevenir, não só do diabetes, mas também de outras doenças:

Conforme orienta o Guia Alimentar para a População Brasileira, o ideal é basear a alimentação em alimentos in natura e minimamente processados, evitando, assim, o consumo de ultraprocessados, que são ricos em gorduras, açúcar, sal e aditivos químicos.

É importante ressaltar que os carboidratos têm maior efeito nos níveis de glicose do sangue, portanto é importante controlar o consumo de doces, gorduras e massas. A prática de atividades físicas também é uma forte aliada para controlar a glicemia, manter o peso saudável e controlar o estresse, fatores que também contribuem para o desenvolvimento da doença.

 

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