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9 de setembro de 2020 0
Hoje, vamos falar sobre esse tema e contribuir um pouco mais para essa conscientização tão significativa de um problema que já afetou a vida de milhares de famílias.
Ninguém gosta de falar sobre suicídio ou até mesmo pronunciar esse termo, mas, esse mês, esse tema se torna extremamente relevante, pois estamos vivendo o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio.
Muita gente se pergunta: “mas como perceber que uma pessoa querida e próxima pode cometer suicídio?” Afinal, quando esse ato acontece, muitas vezes, somos pegos de surpresa e ficamos sem entender as motivações e o porquê.
O Setembro Amarelo é importante, pois o suicídio ainda é um assunto tabu em nossa sociedade, mesmo levando mais de 800 mil vidas por ano. As pessoas não falam sobre isso, mas não impede que seja uma prática comum.
O psicólogo é o grande facilitador para se fazer ressoar o diálogo da prevenção ao suicídio, e não devemos nos pautar apenas ao mês de Setembro para discutir essa temática repleta de tabus.
Compreender essa discussão nos mais diversos contextos da relações humanas, considerar os aspectos emocionais e sociais para o seu processo de saúde, a fim de promover a sua autonomia no cuidado individual, resgata a necessidade de relações interpessoais autênticas como veículo de prevenção e promoção a saúde.
Precisamos falar mais sobre o suicídio e o Setembro Amarelo é um modo de ajudar a dar voz a esse assunto.
De acordo com o site do movimento, “ a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos. É necessário a pessoa buscar ajuda e atenção de quem está à sua volta”.
Na dúvida, agende uma consulta com um psicólogo, profissional que pode ajudar a cuidar desse assunto.

Dr. Renato A. Hisamoto

Psicólogo clínico e membro do Corpo Clínico da Clínica Fares

CRP 06/160807