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3 de maio de 2021 0

Veja alguns tipos de cirurgias mais comuns da visão e qual a mais apropriada para você.

Catarata

A catarata é qualquer tipo de perda de transparência do cristalino, uma lente que fica atrás da íris.

A cirurgia

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a catarata é responsável por 47,8% dos casos de cegueira no mundo e a cirurgia é o único tratamento eficaz contra ela, pois tem como propósito remover o que está causando a visão embaçada.

No procedimento é utilizado um laser face emulsificação onde são feitas incisões no olho para retirada da catarata.

Sinais da Catarata

  • Embaraço da visão
  • Halos ao redor das luzes à noite (círculos luminosos)
  • Aumento da miopia
  • Visão dupla
  • Sombras na visão
  • Mancha no centro da pupila

Tumor palpebral

O tumor palpebral, popularmente conhecido como calázio, é uma inflamação das glândulas de Meibômio, glândulas sebáceas que estão localizadas próximo as raízes dos cílios e que produzem uma secreção gordurosa.

A cirurgia

A cirurgia do tumor palpebral é um procedimento rápido e não invasivo que consiste na sua remoção. A incisão do calázio é realizada através da parte interna das pálpebras, isso faz com que a cicatriz não fique a mostra.

Sinais do tumor palpebral

  • Inchaço nas pálpebras
  • Formação de um caroço ou cisto (pode aumentar o tamanho)
  • Irritação no olho
  • Lacrimejamento
  • Sensibilidade à luz
  • Dificuldade para enxergar (visão turva)

Pterígio

O pterígio é mais conhecido como “carne crescida nos olhos”, é um tumor benigno triangular caracterizado pelo crescimento de um tecido avermelhado na superfície em um dos olhos ou nos dois.

A cirurgia

A cirurgia do pterígio é simples e rápida, serve para remover o pterígio através de uma exérese (raspagem). Na cirurgia utiliza-se a própria conjuntiva ou membrana amniótica para preencher o vazio criado pela remoção do pterígio.

Sinais do pterígio

  • Sensação de queimação
  • Sensibilidade a luz
  • Coceira
  • Sensação de ardência nos olhos
  • Vermelhidão nos olhos
  • Visão turva

Doenças refrativas

São as doenças de erro de refração: miopia, astigmatismo e hipermetropia.

A doença refrativa ocorre quando a imagem não é projetada na retina e, por isso, não é recebida adequadamente pelo cérebro.

Estes erros de refração, como dificuldade para enxergar de perto ou longe, podem mudar com o tempo, aumentar, estabilizar e ou diminuir e assim, havendo a necessidade da cirurgia.

A cirurgia

A cirurgia refrativa serve para corrigir os erros refrativos: a miopia, astigmatismo e hipermetropia. Ele é indicado para pacientes que tem alguma dessas refrações e que usam óculos e com a cirurgia ele eliminará ou diminuirá essa dependência.

É procedimento cirúrgico realizado com o Laser, seguro e rápido.

Sinais das doenças refrativas

  • Visão dupla
  • Desconforto nos olhos
  • Dores de cabeça
  • Dificuldade de focalizar objetos, para ler e perto e/ou de longe

Crosslink

A cirurgia de crosslink serve exatamente para causar o enrijecimento da córnea de quem tem a doença do ceratocone, evitando que continue a mudar de forma.

A córnea de quem tem ceratocone (doença que causa alterações na visão) piora a visão até o momento em que os óculos e lentes já não conseguem corrigir a imagem.

A cirurgia

A cirurgia do crosslink é uma técnica de tratamento do ceratocone que consiste na aplicação de vitamina B12 diretamente no olho e exposição a luz UV-A.

Evita o enrijecimento da córnea, como já dito, diminuindo as chances de continuar mudando de forma (ceratocone).

No entanto. em alguns casos, pode se usar técnicas, como, da lente escleral, mas em casos de progressão, recorre-se ao crosslink.

Sinais da necessidade da cirurgia

  • Visão embaçada
  • Hipersensibilidade à luz
  • Enxergar imagens “fantasma”
  • Visão dupla
  • Dor de cabeça
  • Coceira no olho

OCT (Tomografia de Coerência Óptica)

O OCT captura imagens do fundo do olho (segmento posterior ocular).

Nesta região é possível diagnosticar e acompanhar tratamento de doenças, como edema macular, retinopatia diabética e glaucoma.

A OCT (Tomografia de Coerência Óptica) é um exame solicitado para diagnóstico das doenças da córnea, retina, vítreo e nervo óptico.

É um exame importante para analisar a necessidade de usar óculo, lentes de contato ou em alguns casos mais graves, de fazer uma cirurgia para recuperar a visão.

Sinais da necessidade do exame

  • Diagnóstico de diabetes
  • Mais de 60 anos
  • Diagnóstico e acompanhamento da degeneração macular
  • Buraco macular
  • Edema macular
  • Retinopatia diabética
  • Diagnóstico e acompanhamento de glaucoma

YAG Laser

O YAG Laser é indicado principalmente para tratamento de opacidade capsular no pós-cirúrgico de catarata e em alguns casos de glaucoma de ângulo estreito.

É um procedimento para tratar a acuidade visual comprometida.

É um procedimento rápido e realizado com colírio anestésico.

O uso da tenologia do YAG Laser, é indicado, especialmente, para os procedimentos de capsulotomia e iridotomia.

Capsulotomia, quando a cirurgia da catarata causa opacidade capsular, esse quadro pode evoluir com a redução da qualidade da visão, que fica turva. O Yag laser eliminar essa opacidade, limpando o eixo visual, restabelecendo a visão.

E o procedimento da Iridotomia, procedimento para tratamento do glaucoma de ângulo estreito (ou glaucoma de ângulo fechado).

Sinais da necessidade do YAG Laser

  • Após cirurgia de catarata
  • Tratamento do glaucoma de ângulo estreito (ou glaucoma de ângulo fechado)

Injeções intraoculares com Avastin

As injeções intraoculares com Avastin são aplicadas para o tratamento de inúmeras doenças, como a degeneração macular, retinopatia diabética e tromboses da retina.

A medicação de aplicação intraocular, como já mencionado, tem por objetivo tratar doenças da retina, doenças essas, que causam baixa acuidade visual.

O Avastin age auxiliando na melhora da visão através do controle dessas doenças.

Sinais da necessidade da injeção intraocular, ao constatar doenças, como:

  • Degeneração macular
  • Retinopatia diabética
  • Tromboses da retina

Acompanhamento glaucoma

O diagnóstico do glaucoma é feito pelo oftalmologista através da avaliação da pressão intraocular, associado a exames de mapeamento de retina, OCT, campimetria e paquimetria.

Uma vez diagnosticado o glaucoma, o paciente deverá seguir a prescrição médica e utilizar regularmente colírio hipotensores, ou seja, que irão diminuir a pressão intraocular. O segmento deste paciente varia com a gravidade e a progressão da doença, podendo ser mensal ou até semestral, sendo avaliado caso a caso em decisão do oftalmologista com o paciente.

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